PBS
Para acabar de uma vez com as confusões, aconselho todos os que falam de serviço público de televisão a visitarem a PBS, o Public Broadcasting Service norte-americano. Visitem o local, passeiem-se, vejam os conselhos dados aos produtores e as respostas às perguntas mais frequentes.
O que vou escrevendo, entre o Weekend do Jornal de Negócios e os Pensamentos Ociosos no SAPO. E mais umas coisas avulsas...
novembro 08, 2003
novembro 07, 2003
A ESQUINA ESCRITA
Porque hoje é sexta, a Esquina tem o seu lugar no «Jornal de Negócios». Excertos:
Um dia destes quando alguém fizer contas vai ficar admirado com a quantidade de livros, CD’s e DVD’s que se vendem nos quiosques de jornais. Há pelo menos meia dúzia de colecções de livros de boa qualidade à venda nos quiosques, quer de forma autónoma, quer em suplemento a jornais. Todas as semanas jornais diários de grande circulação distribuem DVD’s de filmes recentes, de qualidade e populares a preços arrasadores.
Existe um mecanismo perverso em todo este processo: há jornais que se descaracterizam do ponto de vista editorial, que deixam de ser criativos e inovadores e que parecem concentrar todos os seus recursos em manobras de marketing com o exclusivo objectivo de darem a conhecer os produtos cuja compra a baixo preço facultam. È como se já não interessasse dizer que as notícias são relevantes, e que são elas que fazem as pessoas comprar jornais. Se calhar sou eu que estou errado, mas chateia-me chegar aos quiosques e ver as prendas à venda expostas em lugar de destaque em vez das manchetes com notícias.
Porque hoje é sexta, a Esquina tem o seu lugar no «Jornal de Negócios». Excertos:
Um dia destes quando alguém fizer contas vai ficar admirado com a quantidade de livros, CD’s e DVD’s que se vendem nos quiosques de jornais. Há pelo menos meia dúzia de colecções de livros de boa qualidade à venda nos quiosques, quer de forma autónoma, quer em suplemento a jornais. Todas as semanas jornais diários de grande circulação distribuem DVD’s de filmes recentes, de qualidade e populares a preços arrasadores.
Existe um mecanismo perverso em todo este processo: há jornais que se descaracterizam do ponto de vista editorial, que deixam de ser criativos e inovadores e que parecem concentrar todos os seus recursos em manobras de marketing com o exclusivo objectivo de darem a conhecer os produtos cuja compra a baixo preço facultam. È como se já não interessasse dizer que as notícias são relevantes, e que são elas que fazem as pessoas comprar jornais. Se calhar sou eu que estou errado, mas chateia-me chegar aos quiosques e ver as prendas à venda expostas em lugar de destaque em vez das manchetes com notícias.
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A ESQUINA ESCRITA
Porque hoje é sexta, a Esquina tem o seu lugar no «Jornal de Negócios». Excertos:
Um dia destes quando alguém fizer contas vai ficar admirado com a quantidade de livros, CD’s e DVD’s que se vendem nos quiosques de jornais. Há pelo menos meia dúzia de colecções de livros de boa qualidade à venda nos quiosques, quer de forma autónoma, quer em suplemento a jornais. Todas as semanas jornais diários de grande circulação distribuem DVD’s de filmes recentes, de qualidade e populares a preços arrasadores.
Existe um mecanismo perverso em todo este processo: há jornais que se descaracterizam do ponto de vista editorial, que deixam de ser criativos e inovadores e que parecem concentrar todos os seus recursos em manobras de marketing com o exclusivo objectivo de darem a conhecer os produtos cuja compra a baixo preço facultam. È como se já não interessasse dizer que as notícias são relevantes, e que são elas que fazem as pessoas comprar jornais. Se calhar sou eu que estou errado, mas chateia-me chegar aos quiosques e ver as prendas à venda expostas em lugar de destaque em vez das manchetes com notícias.
Porque hoje é sexta, a Esquina tem o seu lugar no «Jornal de Negócios». Excertos:
Um dia destes quando alguém fizer contas vai ficar admirado com a quantidade de livros, CD’s e DVD’s que se vendem nos quiosques de jornais. Há pelo menos meia dúzia de colecções de livros de boa qualidade à venda nos quiosques, quer de forma autónoma, quer em suplemento a jornais. Todas as semanas jornais diários de grande circulação distribuem DVD’s de filmes recentes, de qualidade e populares a preços arrasadores.
Existe um mecanismo perverso em todo este processo: há jornais que se descaracterizam do ponto de vista editorial, que deixam de ser criativos e inovadores e que parecem concentrar todos os seus recursos em manobras de marketing com o exclusivo objectivo de darem a conhecer os produtos cuja compra a baixo preço facultam. È como se já não interessasse dizer que as notícias são relevantes, e que são elas que fazem as pessoas comprar jornais. Se calhar sou eu que estou errado, mas chateia-me chegar aos quiosques e ver as prendas à venda expostas em lugar de destaque em vez das manchetes com notícias.
novembro 06, 2003
BERLIN
No jantar de ontem o meu amigo Vitor disse-me que Berlin está outra vez uma cidade irresistível. Antes da queda do Muro adorava Berlim, era mesmo um local único, inesperado, onde criatividade e disponibilidade andavam de mão dada. Depois da queda do Muro fui lá duas vezes e não gostei. A cidade pareceu-me confusa, sem o encanto especial que tinha antes. Parece que agora está outra vez fantástica. Fiquei cheio de vontade de ir lá. Entretanto fui aqui.
No jantar de ontem o meu amigo Vitor disse-me que Berlin está outra vez uma cidade irresistível. Antes da queda do Muro adorava Berlim, era mesmo um local único, inesperado, onde criatividade e disponibilidade andavam de mão dada. Depois da queda do Muro fui lá duas vezes e não gostei. A cidade pareceu-me confusa, sem o encanto especial que tinha antes. Parece que agora está outra vez fantástica. Fiquei cheio de vontade de ir lá. Entretanto fui aqui.
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BERLIN
No jantar de ontem o meu amigo Vitor disse-me que Berlin está outra vez uma cidade irresistível. Antes da queda do Muro adorava Berlim, era mesmo um local único, inesperado, onde criatividade e disponibilidade andavam de mão dada. Depois da queda do Muro fui lá duas vezes e não gostei. A cidade pareceu-me confusa, sem o encanto especial que tinha antes. Parece que agora está outra vez fantástica. Fiquei cheio de vontade de ir lá. Entretanto fui aqui.
No jantar de ontem o meu amigo Vitor disse-me que Berlin está outra vez uma cidade irresistível. Antes da queda do Muro adorava Berlim, era mesmo um local único, inesperado, onde criatividade e disponibilidade andavam de mão dada. Depois da queda do Muro fui lá duas vezes e não gostei. A cidade pareceu-me confusa, sem o encanto especial que tinha antes. Parece que agora está outra vez fantástica. Fiquei cheio de vontade de ir lá. Entretanto fui aqui.
PARA SABER DE ARTE
Um dos meus amigos destes jantares vive para a pintura. É ela o seu universo. Gosta verdadeiramente de descobrir e seguir novos artistas. Ontem ao jantar falou-me deste sítio que vai já para a minha lista de favoritos.
Um dos meus amigos destes jantares vive para a pintura. É ela o seu universo. Gosta verdadeiramente de descobrir e seguir novos artistas. Ontem ao jantar falou-me deste sítio que vai já para a minha lista de favoritos.
JANTAR DE AMIGOS
Mais ou menos uma vez por mês, sem data certa, juntamo-nos à volta de uma mesa, jantar tardio normalmente, e depois ficamos horas a fio a desfiar conversa. O grupo é flutuante, vem quem quer e pode. Somos amigos há anos, alguns de nós conhecemo-nos porque alguém era amigo de alguém. Esta amizade que foi crescendo e que nos une é das coisas boas que a vida nos traz. Umas vezes uns estão na mó de cima, outros em baixo, uma vez uns estão apaixonados, outras vezes há quem esteja mal de amores. Cada vez que nos juntamos é como se tivéssemos acabado de estar juntos ontem mesmo e a conversa retoma sem solavancos. Gosto destes jantares.
Mais ou menos uma vez por mês, sem data certa, juntamo-nos à volta de uma mesa, jantar tardio normalmente, e depois ficamos horas a fio a desfiar conversa. O grupo é flutuante, vem quem quer e pode. Somos amigos há anos, alguns de nós conhecemo-nos porque alguém era amigo de alguém. Esta amizade que foi crescendo e que nos une é das coisas boas que a vida nos traz. Umas vezes uns estão na mó de cima, outros em baixo, uma vez uns estão apaixonados, outras vezes há quem esteja mal de amores. Cada vez que nos juntamos é como se tivéssemos acabado de estar juntos ontem mesmo e a conversa retoma sem solavancos. Gosto destes jantares.
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JANTAR DE AMIGOS
Mais ou menos uma vez por mês, sem data certa, juntamo-nos à volta de uma mesa, jantar tardio normalmente, e depois ficamos horas a fio a desfiar conversa. O grupo é flutuante, vem quem quer e pode. Somos amigos há anos, alguns de nós conhecemo-nos porque alguém era amigo de alguém. Esta amizade que foi crescendo e que nos une é das coisas boas que a vida nos traz. Umas vezes uns estão na mó de cima, outros em baixo, uma vez uns estão apaixonados, outras vezes há quem esteja mal de amores. Cada vez que nos juntamos é como se tivéssemos acabado de estar juntos ontem mesmo e a conversa retoma sem solavancos. Gosto destes jantares.
Mais ou menos uma vez por mês, sem data certa, juntamo-nos à volta de uma mesa, jantar tardio normalmente, e depois ficamos horas a fio a desfiar conversa. O grupo é flutuante, vem quem quer e pode. Somos amigos há anos, alguns de nós conhecemo-nos porque alguém era amigo de alguém. Esta amizade que foi crescendo e que nos une é das coisas boas que a vida nos traz. Umas vezes uns estão na mó de cima, outros em baixo, uma vez uns estão apaixonados, outras vezes há quem esteja mal de amores. Cada vez que nos juntamos é como se tivéssemos acabado de estar juntos ontem mesmo e a conversa retoma sem solavancos. Gosto destes jantares.
novembro 05, 2003
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ILUSÃO
Nem tudo é o que parece. Mesmo o que vem escrito e impresso. E nem sequer aquilo que se vê.
Nem tudo é o que parece. Mesmo o que vem escrito e impresso. E nem sequer aquilo que se vê.
GRANDE GOOGLE
O motor de busca Google tornou-se num fenómeno cultural, transcendendo a sua vertente de mero motor de busca. Agora vai ser contado em bolsa e o The Economist tem um belo artigo sobre o assunto. Excerto: As search engines go, in other words, Google has clearly been a runaway success. Not only is its own site the most popular for search on the web, but it also powers the search engines of major portals, such as Yahoo! and AOL. All told, 75% of referrals to websites now originate from Google's algorithms. That is power.
O motor de busca Google tornou-se num fenómeno cultural, transcendendo a sua vertente de mero motor de busca. Agora vai ser contado em bolsa e o The Economist tem um belo artigo sobre o assunto. Excerto: As search engines go, in other words, Google has clearly been a runaway success. Not only is its own site the most popular for search on the web, but it also powers the search engines of major portals, such as Yahoo! and AOL. All told, 75% of referrals to websites now originate from Google's algorithms. That is power.
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GRANDE GOOGLE
O motor de busca Google tornou-se num fenómeno cultural, transcendendo a sua vertente de mero motor de busca. Agora vai ser contado em bolsa e o The Economist tem um belo artigo sobre o assunto. Excerto: As search engines go, in other words, Google has clearly been a runaway success. Not only is its own site the most popular for search on the web, but it also powers the search engines of major portals, such as Yahoo! and AOL. All told, 75% of referrals to websites now originate from Google's algorithms. That is power.
O motor de busca Google tornou-se num fenómeno cultural, transcendendo a sua vertente de mero motor de busca. Agora vai ser contado em bolsa e o The Economist tem um belo artigo sobre o assunto. Excerto: As search engines go, in other words, Google has clearly been a runaway success. Not only is its own site the most popular for search on the web, but it also powers the search engines of major portals, such as Yahoo! and AOL. All told, 75% of referrals to websites now originate from Google's algorithms. That is power.
15 ANOS
«O Independente» teve o seu primeiro número à venda em Maio, mas começou a ser preparado uns seis meses antes, por volta de Novembro. Não foram seis meses nada fáceis mas foram ricos em experiências. Começou-se numa sala de escritórios temporários alugada ali para os lados do Saldanha, ao princípio acho que pouca gente além dos próprios envolvidos acreditava que dali ía sair um jornal. Quando ele começou a tomar forma muitos deram-lhe vida curta. O tempo - 15 anos - aí está a demonstrar quem tinha razão e quem se enganou. Ontem vi muitas das pessoas de há 15 anos atrás, mas fez-me muita falta ver quem mais me apetecia que ali estivesse, o Miguel Esteves Cardoso, sem o qual nada teria acontecido.
«O Independente» teve o seu primeiro número à venda em Maio, mas começou a ser preparado uns seis meses antes, por volta de Novembro. Não foram seis meses nada fáceis mas foram ricos em experiências. Começou-se numa sala de escritórios temporários alugada ali para os lados do Saldanha, ao princípio acho que pouca gente além dos próprios envolvidos acreditava que dali ía sair um jornal. Quando ele começou a tomar forma muitos deram-lhe vida curta. O tempo - 15 anos - aí está a demonstrar quem tinha razão e quem se enganou. Ontem vi muitas das pessoas de há 15 anos atrás, mas fez-me muita falta ver quem mais me apetecia que ali estivesse, o Miguel Esteves Cardoso, sem o qual nada teria acontecido.
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15 ANOS
«O Independente» teve o seu primeiro número à venda em Maio, mas começou a ser preparado uns seis meses antes, por volta de Novembro. Não foram seis meses nada fáceis mas foram ricos em experiências. Começou-se numa sala de escritórios temporários alugada ali para os lados do Saldanha, ao princípio acho que pouca gente além dos próprios envolvidos acreditava que dali ía sair um jornal. Quando ele começou a tomar forma muitos deram-lhe vida curta. O tempo - 15 anos - aí está a demonstrar quem tinha razão e quem se enganou. Ontem vi muitas das pessoas de há 15 anos atrás, mas fez-me muita falta ver quem mais me apetecia que ali estivesse, o Miguel Esteves Cardoso, sem o qual nada teria acontecido.
«O Independente» teve o seu primeiro número à venda em Maio, mas começou a ser preparado uns seis meses antes, por volta de Novembro. Não foram seis meses nada fáceis mas foram ricos em experiências. Começou-se numa sala de escritórios temporários alugada ali para os lados do Saldanha, ao princípio acho que pouca gente além dos próprios envolvidos acreditava que dali ía sair um jornal. Quando ele começou a tomar forma muitos deram-lhe vida curta. O tempo - 15 anos - aí está a demonstrar quem tinha razão e quem se enganou. Ontem vi muitas das pessoas de há 15 anos atrás, mas fez-me muita falta ver quem mais me apetecia que ali estivesse, o Miguel Esteves Cardoso, sem o qual nada teria acontecido.
novembro 04, 2003
UM EXEMPLO
Os cem anos do Fundo Para a Colecção de Obras Artísticas nacionais, do Reino Unido, dão um bom tema de reflexão. A Spectator traz um belo artigo sobre o asunto. Excerto: From the first, the Fund has adroitly boxed above its weight, not least by masterminding ambitious public appeals to save such outstanding trophies as Velázquez’s ‘Rokeby Venus’ (its first and arguably greatest coup) or the Leonardo Cartoon — the latter campaign drawing over a quarter of a million visitors to see it at the National Gallery in 1962. The Fund has successfully lobbied for increased museum grants, championed free public access to museums, and broadened the debate as to what does, or should, constitute the national heritage.
In an age when prices for major works of art increasingly necessitate funding from a wide range of grant-awarding bodies, a contribution from the Art Fund (as it now calls itself) has kick-started many a major fund-raising appeal. To date, the Fund has supported the acquisition of half a million works of art by some 600 British museums, galleries and historic buildings, 56,000 of them presented as gifts or be-quests. Little wonder that those institutions should have responded so generously to the Fund’s request to borrow many of their greatest and best-loved treasures for its centenary retrospective.
A exposição alusiva à efeméride, intitulada «Saved» e que agrupa obras que o Fundo conseguiu que permancessem no Reino Unido está na Harvard gallery de Londres até 18 de janeiro.
Os cem anos do Fundo Para a Colecção de Obras Artísticas nacionais, do Reino Unido, dão um bom tema de reflexão. A Spectator traz um belo artigo sobre o asunto. Excerto: From the first, the Fund has adroitly boxed above its weight, not least by masterminding ambitious public appeals to save such outstanding trophies as Velázquez’s ‘Rokeby Venus’ (its first and arguably greatest coup) or the Leonardo Cartoon — the latter campaign drawing over a quarter of a million visitors to see it at the National Gallery in 1962. The Fund has successfully lobbied for increased museum grants, championed free public access to museums, and broadened the debate as to what does, or should, constitute the national heritage.
In an age when prices for major works of art increasingly necessitate funding from a wide range of grant-awarding bodies, a contribution from the Art Fund (as it now calls itself) has kick-started many a major fund-raising appeal. To date, the Fund has supported the acquisition of half a million works of art by some 600 British museums, galleries and historic buildings, 56,000 of them presented as gifts or be-quests. Little wonder that those institutions should have responded so generously to the Fund’s request to borrow many of their greatest and best-loved treasures for its centenary retrospective.
A exposição alusiva à efeméride, intitulada «Saved» e que agrupa obras que o Fundo conseguiu que permancessem no Reino Unido está na Harvard gallery de Londres até 18 de janeiro.
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UM EXEMPLO
Os cem anos do Fundo Para a Colecção de Obras Artísticas nacionais, do Reino Unido, dão um bom tema de reflexão. A Spectator traz um belo artigo sobre o asunto. Excerto: From the first, the Fund has adroitly boxed above its weight, not least by masterminding ambitious public appeals to save such outstanding trophies as Velázquez’s ‘Rokeby Venus’ (its first and arguably greatest coup) or the Leonardo Cartoon — the latter campaign drawing over a quarter of a million visitors to see it at the National Gallery in 1962. The Fund has successfully lobbied for increased museum grants, championed free public access to museums, and broadened the debate as to what does, or should, constitute the national heritage.
In an age when prices for major works of art increasingly necessitate funding from a wide range of grant-awarding bodies, a contribution from the Art Fund (as it now calls itself) has kick-started many a major fund-raising appeal. To date, the Fund has supported the acquisition of half a million works of art by some 600 British museums, galleries and historic buildings, 56,000 of them presented as gifts or be-quests. Little wonder that those institutions should have responded so generously to the Fund’s request to borrow many of their greatest and best-loved treasures for its centenary retrospective.
A exposição alusiva à efeméride, intitulada «Saved» e que agrupa obras que o Fundo conseguiu que permancessem no Reino Unido está na Harvard gallery de Londres até 18 de janeiro.
Os cem anos do Fundo Para a Colecção de Obras Artísticas nacionais, do Reino Unido, dão um bom tema de reflexão. A Spectator traz um belo artigo sobre o asunto. Excerto: From the first, the Fund has adroitly boxed above its weight, not least by masterminding ambitious public appeals to save such outstanding trophies as Velázquez’s ‘Rokeby Venus’ (its first and arguably greatest coup) or the Leonardo Cartoon — the latter campaign drawing over a quarter of a million visitors to see it at the National Gallery in 1962. The Fund has successfully lobbied for increased museum grants, championed free public access to museums, and broadened the debate as to what does, or should, constitute the national heritage.
In an age when prices for major works of art increasingly necessitate funding from a wide range of grant-awarding bodies, a contribution from the Art Fund (as it now calls itself) has kick-started many a major fund-raising appeal. To date, the Fund has supported the acquisition of half a million works of art by some 600 British museums, galleries and historic buildings, 56,000 of them presented as gifts or be-quests. Little wonder that those institutions should have responded so generously to the Fund’s request to borrow many of their greatest and best-loved treasures for its centenary retrospective.
A exposição alusiva à efeméride, intitulada «Saved» e que agrupa obras que o Fundo conseguiu que permancessem no Reino Unido está na Harvard gallery de Londres até 18 de janeiro.
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