NOTÍCIAS DE PRIMEIRA PÀGINA:
No «Expresso»: «Protecção Civil ignorou alertas»; «Portugal perde força em Bruxelas»;
No Público: «Relação levou dez dias a enviar recurso de Pedroso para o TC», «Comissária Europeia promete acesso ao fundo de solideriedade»;
No «Diário de Notícias»:«Colpaso ameaça combate a fogos». «Maioria dos processos de abuso sexual não chegam a julgamento»
No «Correio da Manhã»: (processo Casa pia) «Machadada na Acusação»; (Incêncios) «Prejuízos sobem a mil milhões»
No «El Pais» Duas notícias de Espanha, uma do Iraque e outra da África do Sul
No «Le Monde»: Uma notícia francesa, uma do Iraque, outra da África do Sul e outra dos Estados Unidos;
No »La Vanguardia»: Três notícias de Espanha, uma de Itália, outra do Iraque.
Percebem o que quero dizer com isto de sermos especialistas em olhar para o umbigo?
O que vou escrevendo, entre o Weekend do Jornal de Negócios e os Pensamentos Ociosos no SAPO. E mais umas coisas avulsas...
agosto 09, 2003
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NOTÍCIAS DE PRIMEIRA PÀGINA:
No «Expresso»: «Protecção Civil ignorou alertas»; «Portugal perde força em Bruxelas»;
No Público: «Relação levou dez dias a enviar recurso de Pedroso para o TC», «Comissária Europeia promete acesso ao fundo de solideriedade»;
No «Diário de Notícias»:«Colpaso ameaça combate a fogos». «Maioria dos processos de abuso sexual não chegam a julgamento»
No «Correio da Manhã»: (processo Casa pia) «Machadada na Acusação»; (Incêncios) «Prejuízos sobem a mil milhões»
No «El Pais» Duas notícias de Espanha, uma do Iraque e outra da África do Sul
No «Le Monde»: Uma notícia francesa, uma do Iraque, outra da África do Sul e outra dos Estados Unidos;
No »La Vanguardia»: Três notícias de Espanha, uma de Itália, outra do Iraque.
Percebem o que quero dizer com isto de sermos especialistas em olhar para o umbigo?
No «Expresso»: «Protecção Civil ignorou alertas»; «Portugal perde força em Bruxelas»;
No Público: «Relação levou dez dias a enviar recurso de Pedroso para o TC», «Comissária Europeia promete acesso ao fundo de solideriedade»;
No «Diário de Notícias»:«Colpaso ameaça combate a fogos». «Maioria dos processos de abuso sexual não chegam a julgamento»
No «Correio da Manhã»: (processo Casa pia) «Machadada na Acusação»; (Incêncios) «Prejuízos sobem a mil milhões»
No «El Pais» Duas notícias de Espanha, uma do Iraque e outra da África do Sul
No «Le Monde»: Uma notícia francesa, uma do Iraque, outra da África do Sul e outra dos Estados Unidos;
No »La Vanguardia»: Três notícias de Espanha, uma de Itália, outra do Iraque.
Percebem o que quero dizer com isto de sermos especialistas em olhar para o umbigo?
NOTICIÁRIO
Uma das coisas que sempre me irritou um pouco é o facto de a generalidade dos media portugueses se contentarem com o que se passa aqui no rectângulo, e, de preferência, com o que acontece em Lisboa e no Porto. Açores e Madeira em geral ficam relegados para calamidades ou arraial político e o interior do país lá surge em momento de desgraça, como nesta leva de incêndios. Dos países africanos de língua portuguesa apenas se sabe de alguma coisa quando há mortes ou golpe de estado. Do resto do mundo, apenas atentados terroristas e catástrofes naturais nos chegam. Essa coisa muito elementar que devia ser a essência do jornalismo - que é reportar, contar o que acontece - deixou de surgir, por via de regra. Aparentemente o critério é o mesmo de uma boa rubrica humorística: «O Homem Que Mordeu O Cão»: ou seja, só interessa o insólito, o invulgar, o não natural, a má notícia, a desgraça. Já repararam que hoje em dia nos nossos media não existe lugar para boas notícias? Esta perversão da realidade, este afastamento de tantos temas e assuntos, leva a que a tendência provinciana latente em Portugal (pelo menos desde o tempo em que Eça de Queiroz a caracterizou) prossiga galopante. Fechados no rectângulo, desinteressamo-nos do que se passa no quotidiano dos outros países, das descobertas, das investigações, das criações. Sobressaltamo-nos com os dramas, somos indiferentes à vida. Um pouco estranho, não é?
Uma das coisas que sempre me irritou um pouco é o facto de a generalidade dos media portugueses se contentarem com o que se passa aqui no rectângulo, e, de preferência, com o que acontece em Lisboa e no Porto. Açores e Madeira em geral ficam relegados para calamidades ou arraial político e o interior do país lá surge em momento de desgraça, como nesta leva de incêndios. Dos países africanos de língua portuguesa apenas se sabe de alguma coisa quando há mortes ou golpe de estado. Do resto do mundo, apenas atentados terroristas e catástrofes naturais nos chegam. Essa coisa muito elementar que devia ser a essência do jornalismo - que é reportar, contar o que acontece - deixou de surgir, por via de regra. Aparentemente o critério é o mesmo de uma boa rubrica humorística: «O Homem Que Mordeu O Cão»: ou seja, só interessa o insólito, o invulgar, o não natural, a má notícia, a desgraça. Já repararam que hoje em dia nos nossos media não existe lugar para boas notícias? Esta perversão da realidade, este afastamento de tantos temas e assuntos, leva a que a tendência provinciana latente em Portugal (pelo menos desde o tempo em que Eça de Queiroz a caracterizou) prossiga galopante. Fechados no rectângulo, desinteressamo-nos do que se passa no quotidiano dos outros países, das descobertas, das investigações, das criações. Sobressaltamo-nos com os dramas, somos indiferentes à vida. Um pouco estranho, não é?
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NOTICIÁRIO
Uma das coisas que sempre me irritou um pouco é o facto de a generalidade dos media portugueses se contentarem com o que se passa aqui no rectângulo, e, de preferência, com o que acontece em Lisboa e no Porto. Açores e Madeira em geral ficam relegados para calamidades ou arraial político e o interior do país lá surge em momento de desgraça, como nesta leva de incêndios. Dos países africanos de língua portuguesa apenas se sabe de alguma coisa quando há mortes ou golpe de estado. Do resto do mundo, apenas atentados terroristas e catástrofes naturais nos chegam. Essa coisa muito elementar que devia ser a essência do jornalismo - que é reportar, contar o que acontece - deixou de surgir, por via de regra. Aparentemente o critério é o mesmo de uma boa rubrica humorística: «O Homem Que Mordeu O Cão»: ou seja, só interessa o insólito, o invulgar, o não natural, a má notícia, a desgraça. Já repararam que hoje em dia nos nossos media não existe lugar para boas notícias? Esta perversão da realidade, este afastamento de tantos temas e assuntos, leva a que a tendência provinciana latente em Portugal (pelo menos desde o tempo em que Eça de Queiroz a caracterizou) prossiga galopante. Fechados no rectângulo, desinteressamo-nos do que se passa no quotidiano dos outros países, das descobertas, das investigações, das criações. Sobressaltamo-nos com os dramas, somos indiferentes à vida. Um pouco estranho, não é?
Uma das coisas que sempre me irritou um pouco é o facto de a generalidade dos media portugueses se contentarem com o que se passa aqui no rectângulo, e, de preferência, com o que acontece em Lisboa e no Porto. Açores e Madeira em geral ficam relegados para calamidades ou arraial político e o interior do país lá surge em momento de desgraça, como nesta leva de incêndios. Dos países africanos de língua portuguesa apenas se sabe de alguma coisa quando há mortes ou golpe de estado. Do resto do mundo, apenas atentados terroristas e catástrofes naturais nos chegam. Essa coisa muito elementar que devia ser a essência do jornalismo - que é reportar, contar o que acontece - deixou de surgir, por via de regra. Aparentemente o critério é o mesmo de uma boa rubrica humorística: «O Homem Que Mordeu O Cão»: ou seja, só interessa o insólito, o invulgar, o não natural, a má notícia, a desgraça. Já repararam que hoje em dia nos nossos media não existe lugar para boas notícias? Esta perversão da realidade, este afastamento de tantos temas e assuntos, leva a que a tendência provinciana latente em Portugal (pelo menos desde o tempo em que Eça de Queiroz a caracterizou) prossiga galopante. Fechados no rectângulo, desinteressamo-nos do que se passa no quotidiano dos outros países, das descobertas, das investigações, das criações. Sobressaltamo-nos com os dramas, somos indiferentes à vida. Um pouco estranho, não é?
agosto 08, 2003
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EXPRESSÕES QUE ME IRRITAM
Há sempre quem não tendo nada para dizer opte por utilizar inutilidades verbais que não servem para nada a não ser para não ficar calado - que no entanto é o melhor estado natural do ser humano.
Exemplos:
- A sério?
- Jura!
- Parece impossível
Há sempre quem não tendo nada para dizer opte por utilizar inutilidades verbais que não servem para nada a não ser para não ficar calado - que no entanto é o melhor estado natural do ser humano.
Exemplos:
- A sério?
- Jura!
- Parece impossível
O OUTRO FLAGELO
Todos os anos há dois flagelos que assolam o país: os fogos no Verão e o chavascal da caça no Outono. Hoje de manhã já ouvi representantes dos bandos armados que se deslocam pelo país a partir da abertura da caça a protestar contra o anúncio da intenção do Governo em, por causa da devastação florestal e do habitat natural causada pelos incêndios, criar algumas limitações e restrições ao tiroteio. Não é extraordinário?
Todos os anos há dois flagelos que assolam o país: os fogos no Verão e o chavascal da caça no Outono. Hoje de manhã já ouvi representantes dos bandos armados que se deslocam pelo país a partir da abertura da caça a protestar contra o anúncio da intenção do Governo em, por causa da devastação florestal e do habitat natural causada pelos incêndios, criar algumas limitações e restrições ao tiroteio. Não é extraordinário?
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O OUTRO FLAGELO
Todos os anos há dois flagelos que assolam o país: os fogos no Verão e o chavascal da caça no Outono. Hoje de manhã já ouvi representantes dos bandos armados que se deslocam pelo país a partir da abertura da caça a protestar contra o anúncio da intenção do Governo em, por causa da devastação florestal e do habitat natural causada pelos incêndios, criar algumas limitações e restrições ao tiroteio. Não é extraordinário?
Todos os anos há dois flagelos que assolam o país: os fogos no Verão e o chavascal da caça no Outono. Hoje de manhã já ouvi representantes dos bandos armados que se deslocam pelo país a partir da abertura da caça a protestar contra o anúncio da intenção do Governo em, por causa da devastação florestal e do habitat natural causada pelos incêndios, criar algumas limitações e restrições ao tiroteio. Não é extraordinário?
HOJE, EM PAPEL
Hoje a Esquina tem a sua versão impressa e regressou às suas
RECOMENDAÇÕES:
Para hoje: Exposição comemorativa dos 150 anos do selo de correio em Portugal, na Biblioteca Nacional;
Para amanhã: As Máquinas de Leonardo (da Vinci), Palácio Nacional de Sintra;
Para depois de amanhã: O que me apetecia mesmo era apanhar fresco. Será possível?
Para sempre: Um clássico de Wes Montgomery, descoberto a bom preço na FNAC, «Tequila», com arranjos de Claus Ogerman, uma gravação original de 1966, numa cuidada edição que mostra todo o talento da guitarra de Montgomery a revisitar temas de origens diversas – desde tradicionais populares ao jazz.
Hoje a Esquina tem a sua versão impressa e regressou às suas
RECOMENDAÇÕES:
Para hoje: Exposição comemorativa dos 150 anos do selo de correio em Portugal, na Biblioteca Nacional;
Para amanhã: As Máquinas de Leonardo (da Vinci), Palácio Nacional de Sintra;
Para depois de amanhã: O que me apetecia mesmo era apanhar fresco. Será possível?
Para sempre: Um clássico de Wes Montgomery, descoberto a bom preço na FNAC, «Tequila», com arranjos de Claus Ogerman, uma gravação original de 1966, numa cuidada edição que mostra todo o talento da guitarra de Montgomery a revisitar temas de origens diversas – desde tradicionais populares ao jazz.
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HOJE, EM PAPEL
Hoje a Esquina tem a sua versão impressa e regressou às suas
RECOMENDAÇÕES:
Para hoje: Exposição comemorativa dos 150 anos do selo de correio em Portugal, na Biblioteca Nacional;
Para amanhã: As Máquinas de Leonardo (da Vinci), Palácio Nacional de Sintra;
Para depois de amanhã: O que me apetecia mesmo era apanhar fresco. Será possível?
Para sempre: Um clássico de Wes Montgomery, descoberto a bom preço na FNAC, «Tequila», com arranjos de Claus Ogerman, uma gravação original de 1966, numa cuidada edição que mostra todo o talento da guitarra de Montgomery a revisitar temas de origens diversas – desde tradicionais populares ao jazz.
Hoje a Esquina tem a sua versão impressa e regressou às suas
RECOMENDAÇÕES:
Para hoje: Exposição comemorativa dos 150 anos do selo de correio em Portugal, na Biblioteca Nacional;
Para amanhã: As Máquinas de Leonardo (da Vinci), Palácio Nacional de Sintra;
Para depois de amanhã: O que me apetecia mesmo era apanhar fresco. Será possível?
Para sempre: Um clássico de Wes Montgomery, descoberto a bom preço na FNAC, «Tequila», com arranjos de Claus Ogerman, uma gravação original de 1966, numa cuidada edição que mostra todo o talento da guitarra de Montgomery a revisitar temas de origens diversas – desde tradicionais populares ao jazz.
agosto 07, 2003
CALOR
Ora aqui está um artigo como deve ser, com um belo mapa sobre as temperaturas em diferentes países da Europa e com acertadas opiniões de um médico sobre a reacção do corpo humano à canícula. que deve andar por aí até sábado. Detalhes no Libération e um outro artigo do mesmo jornal sobre as causas e efeitos da onda de calor em França pode ser lido aqui.
Ora aqui está um artigo como deve ser, com um belo mapa sobre as temperaturas em diferentes países da Europa e com acertadas opiniões de um médico sobre a reacção do corpo humano à canícula. que deve andar por aí até sábado. Detalhes no Libération e um outro artigo do mesmo jornal sobre as causas e efeitos da onda de calor em França pode ser lido aqui.
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CALOR
Ora aqui está um artigo como deve ser, com um belo mapa sobre as temperaturas em diferentes países da Europa e com acertadas opiniões de um médico sobre a reacção do corpo humano à canícula. que deve andar por aí até sábado. Detalhes no Libération e um outro artigo do mesmo jornal sobre as causas e efeitos da onda de calor em França pode ser lido aqui.
Ora aqui está um artigo como deve ser, com um belo mapa sobre as temperaturas em diferentes países da Europa e com acertadas opiniões de um médico sobre a reacção do corpo humano à canícula. que deve andar por aí até sábado. Detalhes no Libération e um outro artigo do mesmo jornal sobre as causas e efeitos da onda de calor em França pode ser lido aqui.
SEXO, RELIGIÃO E POLÍTICA
A nomeação de Gene Robinson, um homossexual assumido, como bispo da Igreja Anglicana, vem colocar na ordem do dia a relação entre uma postura cada vez mais tolerante das sociedades avançadas para com os homossexuais, em contraste com a oposição dos sectores mais conservadores, e nomeadamente dos católicos, á existência de padres gay e ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. O artigo que o
The Economist publicou sobre o assunto é uma das análises mais lúcidas e honestas da situação, que passa pela existência (abafada) de escândalos sexuais na Igreja Católica, e em geral pelos contrastes entre as anunciadas públicas virtudes e os vícios privados.
A nomeação de Gene Robinson, um homossexual assumido, como bispo da Igreja Anglicana, vem colocar na ordem do dia a relação entre uma postura cada vez mais tolerante das sociedades avançadas para com os homossexuais, em contraste com a oposição dos sectores mais conservadores, e nomeadamente dos católicos, á existência de padres gay e ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. O artigo que o
The Economist publicou sobre o assunto é uma das análises mais lúcidas e honestas da situação, que passa pela existência (abafada) de escândalos sexuais na Igreja Católica, e em geral pelos contrastes entre as anunciadas públicas virtudes e os vícios privados.
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SEXO, RELIGIÃO E POLÍTICA
A nomeação de Gene Robinson, um homossexual assumido, como bispo da Igreja Anglicana, vem colocar na ordem do dia a relação entre uma postura cada vez mais tolerante das sociedades avançadas para com os homossexuais, em contraste com a oposição dos sectores mais conservadores, e nomeadamente dos católicos, á existência de padres gay e ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. O artigo que o
The Economist publicou sobre o assunto é uma das análises mais lúcidas e honestas da situação, que passa pela existência (abafada) de escândalos sexuais na Igreja Católica, e em geral pelos contrastes entre as anunciadas públicas virtudes e os vícios privados.
A nomeação de Gene Robinson, um homossexual assumido, como bispo da Igreja Anglicana, vem colocar na ordem do dia a relação entre uma postura cada vez mais tolerante das sociedades avançadas para com os homossexuais, em contraste com a oposição dos sectores mais conservadores, e nomeadamente dos católicos, á existência de padres gay e ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. O artigo que o
The Economist publicou sobre o assunto é uma das análises mais lúcidas e honestas da situação, que passa pela existência (abafada) de escândalos sexuais na Igreja Católica, e em geral pelos contrastes entre as anunciadas públicas virtudes e os vícios privados.
TOMA!
3-1. Para começar...
50 mil. Extasiados. Emoção a rodos na inauguração do Alvalade XXI. Com muito futebol dos ‘leões’ e uma vitória para a história de 3-1 sobre o Manchester. Quando Luís Filipe fez o 1-0 foi o delírio. Com o ‘bis’ de João Pinto foi a verdadeira loucura. Merecida
in «Noite de Golos Faz História», Correio da Manhã
3-1. Para começar...
50 mil. Extasiados. Emoção a rodos na inauguração do Alvalade XXI. Com muito futebol dos ‘leões’ e uma vitória para a história de 3-1 sobre o Manchester. Quando Luís Filipe fez o 1-0 foi o delírio. Com o ‘bis’ de João Pinto foi a verdadeira loucura. Merecida
in «Noite de Golos Faz História», Correio da Manhã
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TOMA!
3-1. Para começar...
50 mil. Extasiados. Emoção a rodos na inauguração do Alvalade XXI. Com muito futebol dos ‘leões’ e uma vitória para a história de 3-1 sobre o Manchester. Quando Luís Filipe fez o 1-0 foi o delírio. Com o ‘bis’ de João Pinto foi a verdadeira loucura. Merecida
in «Noite de Golos Faz História», Correio da Manhã
3-1. Para começar...
50 mil. Extasiados. Emoção a rodos na inauguração do Alvalade XXI. Com muito futebol dos ‘leões’ e uma vitória para a história de 3-1 sobre o Manchester. Quando Luís Filipe fez o 1-0 foi o delírio. Com o ‘bis’ de João Pinto foi a verdadeira loucura. Merecida
in «Noite de Golos Faz História», Correio da Manhã
POLÍTICA
A todos os interessados nas possibilidades da democracia electrónica recomendo vivamente uma visita ao E-Democrcy.US, um site feito para refelctir o que nesta matéria existe em relação às eleições presidenciais norte-americanas de 2004, com links abundantes e informações interessantes.
A todos os interessados nas possibilidades da democracia electrónica recomendo vivamente uma visita ao E-Democrcy.US, um site feito para refelctir o que nesta matéria existe em relação às eleições presidenciais norte-americanas de 2004, com links abundantes e informações interessantes.
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POLÍTICA
A todos os interessados nas possibilidades da democracia electrónica recomendo vivamente uma visita ao E-Democrcy.US, um site feito para refelctir o que nesta matéria existe em relação às eleições presidenciais norte-americanas de 2004, com links abundantes e informações interessantes.
A todos os interessados nas possibilidades da democracia electrónica recomendo vivamente uma visita ao E-Democrcy.US, um site feito para refelctir o que nesta matéria existe em relação às eleições presidenciais norte-americanas de 2004, com links abundantes e informações interessantes.
PARA COMEÇAR O DIA
Que tal um poema? De Silvia Plath? - Assim:
Papoilas em julho
Pequenas papoilas, pequenas chamas infernais,
sois inofensivas?
Estremeceis. Não posso tocar-vos.
Ponho as minhas mãos por entre as chamas. Mas nada
queima.
E fico exausta quando vos vejo
estremecer assim, pregueadas e rubras como a pele da
boca.
Uma boca há pouco ensanguentada.
Pequenas orlas de sangue!
Há nela um fumo que não consigo tocar.
Onde está o vosso ópio, as vossas cápsulas nauseabundas?
Se eu pudesse esvair-me em sangue ou dormir!...
Se a minha boca conseguisse desposar uma tal ferida!
Ou os vossos licores me penetrassem, nesta cápsula de
vidro,
trazendo-me a acalmia e o silêncio.
Mas sem cor. Sem nenhuma cor.
O seu a seu dono: a inspiração e o «copy» vêm do Poesia E Prosa
Que tal um poema? De Silvia Plath? - Assim:
Papoilas em julho
Pequenas papoilas, pequenas chamas infernais,
sois inofensivas?
Estremeceis. Não posso tocar-vos.
Ponho as minhas mãos por entre as chamas. Mas nada
queima.
E fico exausta quando vos vejo
estremecer assim, pregueadas e rubras como a pele da
boca.
Uma boca há pouco ensanguentada.
Pequenas orlas de sangue!
Há nela um fumo que não consigo tocar.
Onde está o vosso ópio, as vossas cápsulas nauseabundas?
Se eu pudesse esvair-me em sangue ou dormir!...
Se a minha boca conseguisse desposar uma tal ferida!
Ou os vossos licores me penetrassem, nesta cápsula de
vidro,
trazendo-me a acalmia e o silêncio.
Mas sem cor. Sem nenhuma cor.
O seu a seu dono: a inspiração e o «copy» vêm do Poesia E Prosa
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PARA COMEÇAR O DIA
Que tal um poema? De Silvia Plath? - Assim:
Papoilas em julho
Pequenas papoilas, pequenas chamas infernais,
sois inofensivas?
Estremeceis. Não posso tocar-vos.
Ponho as minhas mãos por entre as chamas. Mas nada
queima.
E fico exausta quando vos vejo
estremecer assim, pregueadas e rubras como a pele da
boca.
Uma boca há pouco ensanguentada.
Pequenas orlas de sangue!
Há nela um fumo que não consigo tocar.
Onde está o vosso ópio, as vossas cápsulas nauseabundas?
Se eu pudesse esvair-me em sangue ou dormir!...
Se a minha boca conseguisse desposar uma tal ferida!
Ou os vossos licores me penetrassem, nesta cápsula de
vidro,
trazendo-me a acalmia e o silêncio.
Mas sem cor. Sem nenhuma cor.
O seu a seu dono: a inspiração e o «copy» vêm do Poesia E Prosa
Que tal um poema? De Silvia Plath? - Assim:
Papoilas em julho
Pequenas papoilas, pequenas chamas infernais,
sois inofensivas?
Estremeceis. Não posso tocar-vos.
Ponho as minhas mãos por entre as chamas. Mas nada
queima.
E fico exausta quando vos vejo
estremecer assim, pregueadas e rubras como a pele da
boca.
Uma boca há pouco ensanguentada.
Pequenas orlas de sangue!
Há nela um fumo que não consigo tocar.
Onde está o vosso ópio, as vossas cápsulas nauseabundas?
Se eu pudesse esvair-me em sangue ou dormir!...
Se a minha boca conseguisse desposar uma tal ferida!
Ou os vossos licores me penetrassem, nesta cápsula de
vidro,
trazendo-me a acalmia e o silêncio.
Mas sem cor. Sem nenhuma cor.
O seu a seu dono: a inspiração e o «copy» vêm do Poesia E Prosa
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