maio 24, 2006

PALHAÇADA
Já nem sei a que ache mais palhaçada - se ao que se passou no programa «Prós e Contras» sobre o opúsculo de Carrilho, se à posição do Presidente da Entidade Reguladora da Comunicação Social sobre o assunto e que hoje vem nos jornais- parece que a Autoridade se dispõe «a analisar as questões levantadas pelo livro de Manuel Maria Carrilho». De repente o país percebeu que existem lobbies e que eles se movimentam - de todos os lados e em todas as direcções. Um pouco menos de cinismo e de hipocrisia era bem vindo.

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PALHAÇADA
Já nem sei a que ache mais palhaçada - se ao que se passou no programa «Prós e Contras» sobre o opúsculo de Carrilho, se à posição do Presidente da Entidade Reguladora da Comunicação Social sobre o assunto e que hoje vem nos jornais- parece que a Autoridade se dispõe «a analisar as questões levantadas pelo livro de Manuel Maria Carrilho». De repente o país percebeu que existem lobbies e que eles se movimentam - de todos os lados e em todas as direcções. Um pouco menos de cinismo e de hipocrisia era bem vindo.
FUTEBOL EM ECRÃS GIGANTES

Não percebo é como é que as autarquias, que cobram impostos e taxas e na generalidade dos casos prestam serviço deficiente aos seus residentes, aperecem agora a achar normal que se possam usar abusivamente direitos de emissão das transmissões do Mundial para exibição pública. O caso resume-se a isto, por muito que custe: o negócio do desporto está alicerçado em direitos de imagem e de transmissão que são pagos a preços altos. Quem compra os direitos revende-os depois aos utilizadores finais sob diversas formas. Quem os quiser exibir tem que negociar e pagar. Roubar não vale.

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FUTEBOL EM ECRÃS GIGANTES

Não percebo é como é que as autarquias, que cobram impostos e taxas e na generalidade dos casos prestam serviço deficiente aos seus residentes, aperecem agora a achar normal que se possam usar abusivamente direitos de emissão das transmissões do Mundial para exibição pública. O caso resume-se a isto, por muito que custe: o negócio do desporto está alicerçado em direitos de imagem e de transmissão que são pagos a preços altos. Quem compra os direitos revende-os depois aos utilizadores finais sob diversas formas. Quem os quiser exibir tem que negociar e pagar. Roubar não vale.

maio 23, 2006

NET VIGIADA
Ora espreitem este artigo da Wired sobre a forma como a AT&T auxiliou a National Security Administration a patrulhar a internet. Um técnico da AT&T, Mark Kleim, elaborou uma série de documentos para a Electronic Frontier Foundation, que o site da Wired reproduz, justificando a divulgaçãoo dos documentos pela sua importância no contexto da salvaguarda das liberdades e direitos. Excerto de um deles:
I wrote the following document in 2004 when it became clear to me that AT&T, at the behest of the National Security Agency, had illegally installed secret computer gear designed to spy on internet traffic. At the time I thought this was an outgrowth of the notorious Total Information Awareness program, which was attacked by defenders of civil liberties. But now it's been revealed by The New York Times that the spying program is vastly bigger and was directly authorized by President Bush, as he himself has now admitted, in flagrant violation of specific statutes and constitutional protections for civil liberties. I am presenting this information to facilitate the dismantling of this dangerous Orwellian project.
.
As operações são descritas da seguinte forma:
In 2003 AT&T built "secret rooms" hidden deep in the bowels of its central offices in various cities, housing computer gear for a government spy operation which taps into the company's popular WorldNet service and the entire internet. These installations enable the government to look at every individual message on the internet and analyze exactly what people are doing. Documents showing the hardwire installation in San Francisco suggest that there are similar locations being installed in numerous other cities.
.
Se quiserem ler mais, já sabem, Wired News .

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NET VIGIADA
Ora espreitem este artigo da Wired sobre a forma como a AT&T auxiliou a National Security Administration a patrulhar a internet. Um técnico da AT&T, Mark Kleim, elaborou uma série de documentos para a Electronic Frontier Foundation, que o site da Wired reproduz, justificando a divulgaçãoo dos documentos pela sua importância no contexto da salvaguarda das liberdades e direitos. Excerto de um deles:
I wrote the following document in 2004 when it became clear to me that AT&T, at the behest of the National Security Agency, had illegally installed secret computer gear designed to spy on internet traffic. At the time I thought this was an outgrowth of the notorious Total Information Awareness program, which was attacked by defenders of civil liberties. But now it's been revealed by The New York Times that the spying program is vastly bigger and was directly authorized by President Bush, as he himself has now admitted, in flagrant violation of specific statutes and constitutional protections for civil liberties. I am presenting this information to facilitate the dismantling of this dangerous Orwellian project.
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As operações são descritas da seguinte forma:
In 2003 AT&T built "secret rooms" hidden deep in the bowels of its central offices in various cities, housing computer gear for a government spy operation which taps into the company's popular WorldNet service and the entire internet. These installations enable the government to look at every individual message on the internet and analyze exactly what people are doing. Documents showing the hardwire installation in San Francisco suggest that there are similar locations being installed in numerous other cities.
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Se quiserem ler mais, já sabem, Wired News .

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O NÚMERO
A Função Pública tem 1050 carreiras, leio hoje nos jornais. É um pouco demais para tão fraco serviço, não é?
O NÚMERO
A Função Pública tem 1050 carreiras, leio hoje nos jornais. É um pouco demais para tão fraco serviço, não é?
CRIATIVIDADE
Quanto mais olho para o que se passa à volta, mais acho que um dos nossos maiores deficits está na criatividade. Espreitem lá esta página de Richard Florida .

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CRIATIVIDADE
Quanto mais olho para o que se passa à volta, mais acho que um dos nossos maiores deficits está na criatividade. Espreitem lá esta página de Richard Florida .

maio 22, 2006

PONHAM 2 de JUNHO NAS AGENDAS
Patrick Monteiro de Barros vai responder no dia 2 de Junho às acusações que o Governo lhe tem feito e diz que os números divulgados pelo executivo sobre o projecto da refinaria de Sines estão errados. A coisa promete... Aqui está uma história que vai ser gira de seguir.

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PONHAM 2 de JUNHO NAS AGENDAS
Patrick Monteiro de Barros vai responder no dia 2 de Junho às acusações que o Governo lhe tem feito e diz que os números divulgados pelo executivo sobre o projecto da refinaria de Sines estão errados. A coisa promete... Aqui está uma história que vai ser gira de seguir.
SIMPLICIDADE...
As coisas não são muito complicadas, como explica Alberto Gonçalves, hoje, no «Correio da Manhã»: Hoje, nem o PS é exactamente de esquerda nem o PSD é exactamente uma alternativa. Durante os próximos dois anos, pelo menos, será uma coisinha inócua, uma bijuteria democrática em busca dos ocasionais desgostosos da governação e de uma palavra amiga de Cavaco. Não importa o que o seu aclamado líder faça ou diga: o PSD entrou no limbo e de lá não sairá tão cedo. Se preciso fosse, este destino foi selado no discurso do dr. Mendes ao congresso, ontem de manhã, que suscitou a simpatia possível dos militantes, do dr. Menezes e do representante do PS na Póvoa, o dr. Alberto Martins. A irrelevância merece sempre consenso e carinho, quase pena.

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SIMPLICIDADE...
As coisas não são muito complicadas, como explica Alberto Gonçalves, hoje, no «Correio da Manhã»: Hoje, nem o PS é exactamente de esquerda nem o PSD é exactamente uma alternativa. Durante os próximos dois anos, pelo menos, será uma coisinha inócua, uma bijuteria democrática em busca dos ocasionais desgostosos da governação e de uma palavra amiga de Cavaco. Não importa o que o seu aclamado líder faça ou diga: o PSD entrou no limbo e de lá não sairá tão cedo. Se preciso fosse, este destino foi selado no discurso do dr. Mendes ao congresso, ontem de manhã, que suscitou a simpatia possível dos militantes, do dr. Menezes e do representante do PS na Póvoa, o dr. Alberto Martins. A irrelevância merece sempre consenso e carinho, quase pena.
O ESTADO
É certo que temos Estado a mais. A dúvida está em saber se se acaba com ele, ou se faz uma reforma a sério, que o agilize, emagreça e torne mais eficaz. Passar os serviços do Estado para os privados não é a solução milagreira para todos os problemas. Às vezes pode ser apenas sacudir a água do capote. Passar do oito ao oitenta é uma habilidade que os portugueses gostam de fazer sem estudarem bem as coisas. Uma das razões que leva tanta coisa a correr mal na política é começar a dizer coisas antes de estudar bem os assuntos. O improviso continua a ser a ideologia da maior parte dos partidos e líderes partidários. Navegar à vista, é o que é...

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O ESTADO
É certo que temos Estado a mais. A dúvida está em saber se se acaba com ele, ou se faz uma reforma a sério, que o agilize, emagreça e torne mais eficaz. Passar os serviços do Estado para os privados não é a solução milagreira para todos os problemas. Às vezes pode ser apenas sacudir a água do capote. Passar do oito ao oitenta é uma habilidade que os portugueses gostam de fazer sem estudarem bem as coisas. Uma das razões que leva tanta coisa a correr mal na política é começar a dizer coisas antes de estudar bem os assuntos. O improviso continua a ser a ideologia da maior parte dos partidos e líderes partidários. Navegar à vista, é o que é...

maio 21, 2006

OLHO VIVO
Muito bom o »Olho Vivo» de Eduardo Cintra Torres no «Público» deste Domingo. Não resisto a citar um excerto: «São raros os media, como o Correio da Manhã ou a Rádio Renascença, com relatos frescos, vitais, isentos de subjectividade, descritivos, respondendo às perguntas quem, quando, onde, o quê, porquê e como. Quase todas as organizações jornalísticas consideram que, havendo inúmeras fontes de informação, já não têm de limitar-se a informar e podem transformar quase toda a sua produção em informação comentada. Julgo que terão de parar para reflectir - e para isso os índices de vendas e audiências são um auxiliar decisivo. Não é por acaso que o Correio da Manhã vende mais enquanto os outros baixam tiragens, não é por acaso que a Renascença mantém uma supremacia que a ligação à Igreja não chega para explicar: é porque estes órgãos têm outputs informativos com menos subjectividade e mais informação.»

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OLHO VIVO
Muito bom o »Olho Vivo» de Eduardo Cintra Torres no «Público» deste Domingo. Não resisto a citar um excerto: «São raros os media, como o Correio da Manhã ou a Rádio Renascença, com relatos frescos, vitais, isentos de subjectividade, descritivos, respondendo às perguntas quem, quando, onde, o quê, porquê e como. Quase todas as organizações jornalísticas consideram que, havendo inúmeras fontes de informação, já não têm de limitar-se a informar e podem transformar quase toda a sua produção em informação comentada. Julgo que terão de parar para reflectir - e para isso os índices de vendas e audiências são um auxiliar decisivo. Não é por acaso que o Correio da Manhã vende mais enquanto os outros baixam tiragens, não é por acaso que a Renascença mantém uma supremacia que a ligação à Igreja não chega para explicar: é porque estes órgãos têm outputs informativos com menos subjectividade e mais informação.»
DESCOBRIR - Sugiro esta semana alguma ronda por blogs recentes e bem interessantes. Começo pelo novo de Paulo Pinto Mascarenhas, o director da revista «Atlântico», autor do «abcdoppm». Humor, espírito de observação e uma despretenciosa crónica do quotidiano podem ser por lá encontrados. O jornalista Pedro Boucherie Mendes regressa também às lides bloguísticas c om o «Aos 35», muito pessoal, a escolher boas citações, com um fino sentido de humor. Finalmente recomenda-se também vivamente o menos novo mas sempre muito polémico «Esplanar», de Carlos Leone e João Pedro George (este último muito divulgado por causa das críticas aos livros de Margarida Rebelo Pinto). E se querem uma visão diferente da política espreitem o «Bloguitica», de Paulo Gorjão. Com persistência e apurado sentido crítico, o seu autor escolhe citações, recolhe posições e depois junta-as em raciocínios que fazem sentido. Têm os links aqui ao lado.


LER- «Desperate Networks» de Bill Carter é um livro fundamental para todos os que se interessam por televisão. Foi agora editado nos Estados Unidos (é para isto que a Amazon serve…) e analisa as profundas transformações surgidas na época mais conturbada da história da TV, precisamente estes doze últimos anos. Neste período, nos Estados Unidos, as audiências das quatro grandes cadeias nacionais caíram de 72 para 46 por cento, o peso dos canais de cabo independentes como a HBO aumentou e surgiram novos tipos de programas (como os reality-shows), que perturbaram completamente as tradicionais grelhas de programas – da mesma forma que a evolução tecnológica veio permitir ver o que se quer quando se deseja e não quando o programador estabelece – é o que acontece com os downloads de episódios para iPod’s. O livro é muito baseado na realidade americana, é muito documentado mas para nós tem um interesse acrescido: é que muito do que Cárter agora analisa e já acontece nos Estados Unidos, há-de estar a chegar à Europa muito em breve. «Desperate Networks», editado pela Doubleday.


OUVIR - Sérgio Mendes foi dos primeiros músicos brasileiros oriundos da Bossa Nova a fazer carreira nos Estados Unidos – foi para lá em 1966 e agora, quarenta anos depois, faz um disco que propõe novas abordagens a êxitos como «Mas Que Nada», «Berimbau», «Lamento», «E Menina», «Bananeira» ou n«Samba da Bênção». O curioso é que o produtor do disco é Wil. I. Am. Dos Black Eyed Peas – que aliás participam no disco ao lado de nomes como Erykah Badu, Q-Tip, Jill Scott, Mr. Vegas ou Justin Timberlake. Simplesmente irresistível – aliás a publicidade já pegou na versão dos Black Eyed Peas para «Mas Que Nada», que já anda aí em spots relacionados com o Mundial. «Timeless», Sérgio Mendes, CD Concord, distribuído por Universal Music.


COMIDAS – Aqui deixo o meu protesto contra a falta de cardápio de verão decente nos restaurantes deste país. Abundam as sardinhas com pimentos (que são deliciosas, diga-se), mas faltam boas saladas, alternativas leves para um almoço. É raro o sítio onde se consegue encontrar uma salada elaborada que sirva de prato principal. Se estiverem desesperados e procurarem ideias para saladas, visitem a secção respectiva no site www.petiscos.com, um dos melhores locais da rede com receitas em português.


BACK TO BASICS - As pequenas economias têm que ser virtuosas, devem pensar nos outros, naqueles com quem se têm que relacionar, não podem ser egoístas e pensarem apenas em si próprias (F.R.)

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DESCOBRIR - Sugiro esta semana alguma ronda por blogs recentes e bem interessantes. Começo pelo novo de Paulo Pinto Mascarenhas, o director da revista «Atlântico», autor do «abcdoppm». Humor, espírito de observação e uma despretenciosa crónica do quotidiano podem ser por lá encontrados. O jornalista Pedro Boucherie Mendes regressa também às lides bloguísticas c om o «Aos 35», muito pessoal, a escolher boas citações, com um fino sentido de humor. Finalmente recomenda-se também vivamente o menos novo mas sempre muito polémico «Esplanar», de Carlos Leone e João Pedro George (este último muito divulgado por causa das críticas aos livros de Margarida Rebelo Pinto). E se querem uma visão diferente da política espreitem o «Bloguitica», de Paulo Gorjão. Com persistência e apurado sentido crítico, o seu autor escolhe citações, recolhe posições e depois junta-as em raciocínios que fazem sentido. Têm os links aqui ao lado.


LER- «Desperate Networks» de Bill Carter é um livro fundamental para todos os que se interessam por televisão. Foi agora editado nos Estados Unidos (é para isto que a Amazon serve…) e analisa as profundas transformações surgidas na época mais conturbada da história da TV, precisamente estes doze últimos anos. Neste período, nos Estados Unidos, as audiências das quatro grandes cadeias nacionais caíram de 72 para 46 por cento, o peso dos canais de cabo independentes como a HBO aumentou e surgiram novos tipos de programas (como os reality-shows), que perturbaram completamente as tradicionais grelhas de programas – da mesma forma que a evolução tecnológica veio permitir ver o que se quer quando se deseja e não quando o programador estabelece – é o que acontece com os downloads de episódios para iPod’s. O livro é muito baseado na realidade americana, é muito documentado mas para nós tem um interesse acrescido: é que muito do que Cárter agora analisa e já acontece nos Estados Unidos, há-de estar a chegar à Europa muito em breve. «Desperate Networks», editado pela Doubleday.


OUVIR - Sérgio Mendes foi dos primeiros músicos brasileiros oriundos da Bossa Nova a fazer carreira nos Estados Unidos – foi para lá em 1966 e agora, quarenta anos depois, faz um disco que propõe novas abordagens a êxitos como «Mas Que Nada», «Berimbau», «Lamento», «E Menina», «Bananeira» ou n«Samba da Bênção». O curioso é que o produtor do disco é Wil. I. Am. Dos Black Eyed Peas – que aliás participam no disco ao lado de nomes como Erykah Badu, Q-Tip, Jill Scott, Mr. Vegas ou Justin Timberlake. Simplesmente irresistível – aliás a publicidade já pegou na versão dos Black Eyed Peas para «Mas Que Nada», que já anda aí em spots relacionados com o Mundial. «Timeless», Sérgio Mendes, CD Concord, distribuído por Universal Music.


COMIDAS – Aqui deixo o meu protesto contra a falta de cardápio de verão decente nos restaurantes deste país. Abundam as sardinhas com pimentos (que são deliciosas, diga-se), mas faltam boas saladas, alternativas leves para um almoço. É raro o sítio onde se consegue encontrar uma salada elaborada que sirva de prato principal. Se estiverem desesperados e procurarem ideias para saladas, visitem a secção respectiva no site www.petiscos.com, um dos melhores locais da rede com receitas em português.


BACK TO BASICS - As pequenas economias têm que ser virtuosas, devem pensar nos outros, naqueles com quem se têm que relacionar, não podem ser egoístas e pensarem apenas em si próprias (F.R.)