O NOVO
Vejo mais sorrisos. Há caras sombrias, saudades não se sabe bem do quê. Mas vejo sorrisos. E agora todos olhos para todos. Não há esconderijos. Só por isso valia a pena a trabalheira da mudança.
O que vou escrevendo, entre o Weekend do Jornal de Negócios e os Pensamentos Ociosos no SAPO. E mais umas coisas avulsas...
março 22, 2004
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O NOVO
Vejo mais sorrisos. Há caras sombrias, saudades não se sabe bem do quê. Mas vejo sorrisos. E agora todos olhos para todos. Não há esconderijos. Só por isso valia a pena a trabalheira da mudança.
Vejo mais sorrisos. Há caras sombrias, saudades não se sabe bem do quê. Mas vejo sorrisos. E agora todos olhos para todos. Não há esconderijos. Só por isso valia a pena a trabalheira da mudança.
março 19, 2004
FINALMENTE
Pronto, já está. Tudo encaixotado para a mudança. Adeus 5 de Outubro -. que edifício mais mal amanhado para uma estação de televisão. Segunda-feira começa vida nova no novo edifício, tudo junto, RDP e RTP. Haverá choro e ranger de dentes, mas também, de certeza, um espírito novo. Haverá quem não se habitue aos espaços abertos e tenha saudades dos gabinetes sombrios. Mas muitos não hesitarão em sorrir com as novas paredes.
Pronto, já está. Tudo encaixotado para a mudança. Adeus 5 de Outubro -. que edifício mais mal amanhado para uma estação de televisão. Segunda-feira começa vida nova no novo edifício, tudo junto, RDP e RTP. Haverá choro e ranger de dentes, mas também, de certeza, um espírito novo. Haverá quem não se habitue aos espaços abertos e tenha saudades dos gabinetes sombrios. Mas muitos não hesitarão em sorrir com as novas paredes.
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FINALMENTE
Pronto, já está. Tudo encaixotado para a mudança. Adeus 5 de Outubro -. que edifício mais mal amanhado para uma estação de televisão. Segunda-feira começa vida nova no novo edifício, tudo junto, RDP e RTP. Haverá choro e ranger de dentes, mas também, de certeza, um espírito novo. Haverá quem não se habitue aos espaços abertos e tenha saudades dos gabinetes sombrios. Mas muitos não hesitarão em sorrir com as novas paredes.
Pronto, já está. Tudo encaixotado para a mudança. Adeus 5 de Outubro -. que edifício mais mal amanhado para uma estação de televisão. Segunda-feira começa vida nova no novo edifício, tudo junto, RDP e RTP. Haverá choro e ranger de dentes, mas também, de certeza, um espírito novo. Haverá quem não se habitue aos espaços abertos e tenha saudades dos gabinetes sombrios. Mas muitos não hesitarão em sorrir com as novas paredes.
fevereiro 20, 2004
COMO HOJE Ã SEXTA
Excerto da coluna «A Esquina do Rio» hoje publicada no Jornal de Negócios
No processo de reestruturação do canal 2 da RTP surgiram numerosas vozes preocupadas com a manutenção de alguns espaços de programação, como as séries de grande qualidade, gravações de concertos, bailados ou teatros. Na programação da nova 2: houve a preocupação de reter as séries e dar até novos passos na aquisição de séries (boas surpresas dentro em breve) e em gravações de concertos da BBC, como os célebres «Promenade», e, ainda, de avançar para novas linhas de documentários (mais surpresas também em breve). Todas as decisões de escolha de programas para a 2: foram feitas sem ter em conta o critério de audiências: na verdade quer as séries de ficção, quer as gravações de artes cénicas são programas com riscos consideráveis para o «share» da estação. Ainda esta semana li sobre a vantagem que é ter boas séries ou bons programas à s dez da noite â é verdade, por isso os programámos para essa hora, mas de facto eles registam audiências reduzidas e temos que viver com isso. A 2: é um canal complementar, que tem e deve ter uma oferta que se distinga dos outros canais de sinal aberto. Não vale a pena alimentar ilusões para além deste objectivo: espero que a programação escolhida possa servir para criar novos hábitos e alargar as possibilidades de escolha a novos públicos. à esse o único sentido do esforço que está a ser feito, o esforço de fazer um serviço público.
Excerto da coluna «A Esquina do Rio» hoje publicada no Jornal de Negócios
No processo de reestruturação do canal 2 da RTP surgiram numerosas vozes preocupadas com a manutenção de alguns espaços de programação, como as séries de grande qualidade, gravações de concertos, bailados ou teatros. Na programação da nova 2: houve a preocupação de reter as séries e dar até novos passos na aquisição de séries (boas surpresas dentro em breve) e em gravações de concertos da BBC, como os célebres «Promenade», e, ainda, de avançar para novas linhas de documentários (mais surpresas também em breve). Todas as decisões de escolha de programas para a 2: foram feitas sem ter em conta o critério de audiências: na verdade quer as séries de ficção, quer as gravações de artes cénicas são programas com riscos consideráveis para o «share» da estação. Ainda esta semana li sobre a vantagem que é ter boas séries ou bons programas à s dez da noite â é verdade, por isso os programámos para essa hora, mas de facto eles registam audiências reduzidas e temos que viver com isso. A 2: é um canal complementar, que tem e deve ter uma oferta que se distinga dos outros canais de sinal aberto. Não vale a pena alimentar ilusões para além deste objectivo: espero que a programação escolhida possa servir para criar novos hábitos e alargar as possibilidades de escolha a novos públicos. à esse o único sentido do esforço que está a ser feito, o esforço de fazer um serviço público.
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COMO HOJE Ã SEXTA
Excerto da coluna «A Esquina do Rio» hoje publicada no Jornal de Negócios
No processo de reestruturação do canal 2 da RTP surgiram numerosas vozes preocupadas com a manutenção de alguns espaços de programação, como as séries de grande qualidade, gravações de concertos, bailados ou teatros. Na programação da nova 2: houve a preocupação de reter as séries e dar até novos passos na aquisição de séries (boas surpresas dentro em breve) e em gravações de concertos da BBC, como os célebres «Promenade», e, ainda, de avançar para novas linhas de documentários (mais surpresas também em breve). Todas as decisões de escolha de programas para a 2: foram feitas sem ter em conta o critério de audiências: na verdade quer as séries de ficção, quer as gravações de artes cénicas são programas com riscos consideráveis para o «share» da estação. Ainda esta semana li sobre a vantagem que é ter boas séries ou bons programas à s dez da noite â é verdade, por isso os programámos para essa hora, mas de facto eles registam audiências reduzidas e temos que viver com isso. A 2: é um canal complementar, que tem e deve ter uma oferta que se distinga dos outros canais de sinal aberto. Não vale a pena alimentar ilusões para além deste objectivo: espero que a programação escolhida possa servir para criar novos hábitos e alargar as possibilidades de escolha a novos públicos. à esse o único sentido do esforço que está a ser feito, o esforço de fazer um serviço público.
Excerto da coluna «A Esquina do Rio» hoje publicada no Jornal de Negócios
No processo de reestruturação do canal 2 da RTP surgiram numerosas vozes preocupadas com a manutenção de alguns espaços de programação, como as séries de grande qualidade, gravações de concertos, bailados ou teatros. Na programação da nova 2: houve a preocupação de reter as séries e dar até novos passos na aquisição de séries (boas surpresas dentro em breve) e em gravações de concertos da BBC, como os célebres «Promenade», e, ainda, de avançar para novas linhas de documentários (mais surpresas também em breve). Todas as decisões de escolha de programas para a 2: foram feitas sem ter em conta o critério de audiências: na verdade quer as séries de ficção, quer as gravações de artes cénicas são programas com riscos consideráveis para o «share» da estação. Ainda esta semana li sobre a vantagem que é ter boas séries ou bons programas à s dez da noite â é verdade, por isso os programámos para essa hora, mas de facto eles registam audiências reduzidas e temos que viver com isso. A 2: é um canal complementar, que tem e deve ter uma oferta que se distinga dos outros canais de sinal aberto. Não vale a pena alimentar ilusões para além deste objectivo: espero que a programação escolhida possa servir para criar novos hábitos e alargar as possibilidades de escolha a novos públicos. à esse o único sentido do esforço que está a ser feito, o esforço de fazer um serviço público.
fevereiro 19, 2004
O PERFIL PARA DIRIGIR UMA ESTAÇÃO DE TELEVISÃO
Max Hastings escreve uma deliciosa crónica na «Spectator» onde relata as características que deve ter o futuro dirigente da BBC. Ora vejam.
Max Hastings escreve uma deliciosa crónica na «Spectator» onde relata as características que deve ter o futuro dirigente da BBC. Ora vejam.
BLOGS SERVEM PARA RECOLHER FUNDOS
O mais recente êxito dos blogs na campanha presidencial norte-americana é a sua utilização para a recolha de fundos. Vejam aqui na Wired.
O mais recente êxito dos blogs na campanha presidencial norte-americana é a sua utilização para a recolha de fundos. Vejam aqui na Wired.
janeiro 09, 2004
DIÁRIO DE BORDO V
Giro, giro é saber por uns amigos dos jornais que anda aí uma raparigada e uma rapaziada cá da casa a fazer uma campanhinha anti-2:, na base da sempre saudável comparação com o antigamente. Isto é daquelas coisas que é sempre bonito de ver e de saber. Não acham engraçado que isto se passe?
Giro, giro é saber por uns amigos dos jornais que anda aí uma raparigada e uma rapaziada cá da casa a fazer uma campanhinha anti-2:, na base da sempre saudável comparação com o antigamente. Isto é daquelas coisas que é sempre bonito de ver e de saber. Não acham engraçado que isto se passe?
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DIÁRIO DE BORDO V
Giro, giro é saber por uns amigos dos jornais que anda aí uma raparigada e uma rapaziada cá da casa a fazer uma campanhinha anti-2:, na base da sempre saudável comparação com o antigamente. Isto é daquelas coisas que é sempre bonito de ver e de saber. Não acham engraçado que isto se passe?
Giro, giro é saber por uns amigos dos jornais que anda aí uma raparigada e uma rapaziada cá da casa a fazer uma campanhinha anti-2:, na base da sempre saudável comparação com o antigamente. Isto é daquelas coisas que é sempre bonito de ver e de saber. Não acham engraçado que isto se passe?
janeiro 08, 2004
DIÁRIO DE BORDO IV
Já agora, e como é pouco costume dizer-se o que correu bem, aqui fica um testemunho. Uma das coisas que tem merecido destaque é a nova imagem da 2:, Em geral as apreciações têm sido positivas, mas isso só acontece porque houve uma grande equipa a tratar dela. para além da Brandia, que fez o conceito geral e desenhou as matrizes. Todo o desenvolvimento posterior foi feito dentro da RTP: genéricos, quadros de grafismos, as bases das autopromoções, os separadores, as cortinas, as inserções de títulos. Cabe aqui destacar o trabalho da equipa do Nicolau Tudela, que até à hora do canal ir para o ar esteve a aperfeiçoar, a melhorar, a desenvolver os aspectos da imagem que têm sido elogiados. Trabalharam MESMO dia e noite, sem fins de semana e feriados mesmo na altura difícil das festas. Sem a equipa do Nicolau nos grafismos, sem a ajuda do Ari em tudo o que é identidade sonora, a 2: não seria o que é. Desde o início eles perceberam o conceito do canal - estamos a falar em inícios do Verão - e desde o início ajudaram a fazer a transformação que hoje se vê e se ouve. Cabe dizer que tiveram um espírito raro: não disseram nunca que não, sugeriram melhorias, deram alternativas, foram criativos, estiveram sempre disponíveis. Eles são uma grande equipa e trabalhar com eles é verdadeiramente um privilégio. Quem me dera que tudo fosse assim.
Já agora, e como é pouco costume dizer-se o que correu bem, aqui fica um testemunho. Uma das coisas que tem merecido destaque é a nova imagem da 2:, Em geral as apreciações têm sido positivas, mas isso só acontece porque houve uma grande equipa a tratar dela. para além da Brandia, que fez o conceito geral e desenhou as matrizes. Todo o desenvolvimento posterior foi feito dentro da RTP: genéricos, quadros de grafismos, as bases das autopromoções, os separadores, as cortinas, as inserções de títulos. Cabe aqui destacar o trabalho da equipa do Nicolau Tudela, que até à hora do canal ir para o ar esteve a aperfeiçoar, a melhorar, a desenvolver os aspectos da imagem que têm sido elogiados. Trabalharam MESMO dia e noite, sem fins de semana e feriados mesmo na altura difícil das festas. Sem a equipa do Nicolau nos grafismos, sem a ajuda do Ari em tudo o que é identidade sonora, a 2: não seria o que é. Desde o início eles perceberam o conceito do canal - estamos a falar em inícios do Verão - e desde o início ajudaram a fazer a transformação que hoje se vê e se ouve. Cabe dizer que tiveram um espírito raro: não disseram nunca que não, sugeriram melhorias, deram alternativas, foram criativos, estiveram sempre disponíveis. Eles são uma grande equipa e trabalhar com eles é verdadeiramente um privilégio. Quem me dera que tudo fosse assim.
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DIÁRIO DE BORDO IV
Já agora, e como é pouco costume dizer-se o que correu bem, aqui fica um testemunho. Uma das coisas que tem merecido destaque é a nova imagem da 2:, Em geral as apreciações têm sido positivas, mas isso só acontece porque houve uma grande equipa a tratar dela. para além da Brandia, que fez o conceito geral e desenhou as matrizes. Todo o desenvolvimento posterior foi feito dentro da RTP: genéricos, quadros de grafismos, as bases das autopromoções, os separadores, as cortinas, as inserções de títulos. Cabe aqui destacar o trabalho da equipa do Nicolau Tudela, que até à hora do canal ir para o ar esteve a aperfeiçoar, a melhorar, a desenvolver os aspectos da imagem que têm sido elogiados. Trabalharam MESMO dia e noite, sem fins de semana e feriados mesmo na altura difícil das festas. Sem a equipa do Nicolau nos grafismos, sem a ajuda do Ari em tudo o que é identidade sonora, a 2: não seria o que é. Desde o início eles perceberam o conceito do canal - estamos a falar em inícios do Verão - e desde o início ajudaram a fazer a transformação que hoje se vê e se ouve. Cabe dizer que tiveram um espírito raro: não disseram nunca que não, sugeriram melhorias, deram alternativas, foram criativos, estiveram sempre disponíveis. Eles são uma grande equipa e trabalhar com eles é verdadeiramente um privilégio. Quem me dera que tudo fosse assim.
Já agora, e como é pouco costume dizer-se o que correu bem, aqui fica um testemunho. Uma das coisas que tem merecido destaque é a nova imagem da 2:, Em geral as apreciações têm sido positivas, mas isso só acontece porque houve uma grande equipa a tratar dela. para além da Brandia, que fez o conceito geral e desenhou as matrizes. Todo o desenvolvimento posterior foi feito dentro da RTP: genéricos, quadros de grafismos, as bases das autopromoções, os separadores, as cortinas, as inserções de títulos. Cabe aqui destacar o trabalho da equipa do Nicolau Tudela, que até à hora do canal ir para o ar esteve a aperfeiçoar, a melhorar, a desenvolver os aspectos da imagem que têm sido elogiados. Trabalharam MESMO dia e noite, sem fins de semana e feriados mesmo na altura difícil das festas. Sem a equipa do Nicolau nos grafismos, sem a ajuda do Ari em tudo o que é identidade sonora, a 2: não seria o que é. Desde o início eles perceberam o conceito do canal - estamos a falar em inícios do Verão - e desde o início ajudaram a fazer a transformação que hoje se vê e se ouve. Cabe dizer que tiveram um espírito raro: não disseram nunca que não, sugeriram melhorias, deram alternativas, foram criativos, estiveram sempre disponíveis. Eles são uma grande equipa e trabalhar com eles é verdadeiramente um privilégio. Quem me dera que tudo fosse assim.
janeiro 07, 2004
DIÁRIO DE BORDO III
A primeira emissão correu sem muitos percalços. Um irritante atraso no «Tudo Em Família» foi a coisa mais aborrecida, que levou a que a promessa de cumprimento de horários não fosse cumprida no primeiro dia de emissão - vá-se lá saber porquê, quando estava tudo pronto e combinado.
A descoberta do dia é que pelos vistos o assunto mais complicado da produção para algumas pessoas é a ficha técnica e a forma como ela aparece. Nunca tinha dado por isso na vida mas ontem dei por mim a perder mais tempo com esse assunto do que com questões mais substantivas. Está-se sempre a aprender...
As estreias correram bem: os programas com os parceiros falaram de problemas reais e o Quisoque eo Magazine mostraram ser diferentes.
Bem sei que sou suspeito, mas ontem o Jornal 2 melhorou muito e mostrou como em meia hora se consegue dar uma boa ideia do que se passou.
Há coisas a corrigir na emissão em geral? Pois há, mas isso é natural.
Como eu esperava as audiências desceram. Os alarmistas vão entrar em pânico e não é demais repetir que do ponto de vista de audiências esta grelha é mais arriscada que a situação anterior.
A primeira emissão correu sem muitos percalços. Um irritante atraso no «Tudo Em Família» foi a coisa mais aborrecida, que levou a que a promessa de cumprimento de horários não fosse cumprida no primeiro dia de emissão - vá-se lá saber porquê, quando estava tudo pronto e combinado.
A descoberta do dia é que pelos vistos o assunto mais complicado da produção para algumas pessoas é a ficha técnica e a forma como ela aparece. Nunca tinha dado por isso na vida mas ontem dei por mim a perder mais tempo com esse assunto do que com questões mais substantivas. Está-se sempre a aprender...
As estreias correram bem: os programas com os parceiros falaram de problemas reais e o Quisoque eo Magazine mostraram ser diferentes.
Bem sei que sou suspeito, mas ontem o Jornal 2 melhorou muito e mostrou como em meia hora se consegue dar uma boa ideia do que se passou.
Há coisas a corrigir na emissão em geral? Pois há, mas isso é natural.
Como eu esperava as audiências desceram. Os alarmistas vão entrar em pânico e não é demais repetir que do ponto de vista de audiências esta grelha é mais arriscada que a situação anterior.
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DIÁRIO DE BORDO III
A primeira emissão correu sem muitos percalços. Um irritante atraso no «Tudo Em Família» foi a coisa mais aborrecida, que levou a que a promessa de cumprimento de horários não fosse cumprida no primeiro dia de emissão - vá-se lá saber porquê, quando estava tudo pronto e combinado.
A descoberta do dia é que pelos vistos o assunto mais complicado da produção para algumas pessoas é a ficha técnica e a forma como ela aparece. Nunca tinha dado por isso na vida mas ontem dei por mim a perder mais tempo com esse assunto do que com questões mais substantivas. Está-se sempre a aprender...
As estreias correram bem: os programas com os parceiros falaram de problemas reais e o Quisoque eo Magazine mostraram ser diferentes.
Bem sei que sou suspeito, mas ontem o Jornal 2 melhorou muito e mostrou como em meia hora se consegue dar uma boa ideia do que se passou.
Há coisas a corrigir na emissão em geral? Pois há, mas isso é natural.
Como eu esperava as audiências desceram. Os alarmistas vão entrar em pânico e não é demais repetir que do ponto de vista de audiências esta grelha é mais arriscada que a situação anterior.
A primeira emissão correu sem muitos percalços. Um irritante atraso no «Tudo Em Família» foi a coisa mais aborrecida, que levou a que a promessa de cumprimento de horários não fosse cumprida no primeiro dia de emissão - vá-se lá saber porquê, quando estava tudo pronto e combinado.
A descoberta do dia é que pelos vistos o assunto mais complicado da produção para algumas pessoas é a ficha técnica e a forma como ela aparece. Nunca tinha dado por isso na vida mas ontem dei por mim a perder mais tempo com esse assunto do que com questões mais substantivas. Está-se sempre a aprender...
As estreias correram bem: os programas com os parceiros falaram de problemas reais e o Quisoque eo Magazine mostraram ser diferentes.
Bem sei que sou suspeito, mas ontem o Jornal 2 melhorou muito e mostrou como em meia hora se consegue dar uma boa ideia do que se passou.
Há coisas a corrigir na emissão em geral? Pois há, mas isso é natural.
Como eu esperava as audiências desceram. Os alarmistas vão entrar em pânico e não é demais repetir que do ponto de vista de audiências esta grelha é mais arriscada que a situação anterior.
janeiro 06, 2004
DIÁRIO DE BORDO II
Hoje é o primeiro dia a sério. À tarde começam os novos programas, a grelha está no ar o dia inteiro. Estreiam o «Tudo em Família» (16h00), o «Causas Comuns» (18h30) , o «Quiosque» (19h30) e o «Magazine» (21h00).
O Jornal 2 esteve bem, a abertura foi forte, o fecho com uma notícia de ciência (Marte) foi bem conseguido, demos mais noticiário internacional, os gráficos da economia têm muita leitura, a realização da entrevista foi envolvente. E viu-se que se consegue perceber bem a actualidade em meia hora. Logo há mais. A sequência da noite correu bem, o documentário da «Discovery» sobre a Cidade Proibida (documentário aliás premiado) era muito bom.
Em geral as mensagens de fora foram estimulantes, excepto a de uma pessoa que achou mal a entrada do canal: devia querer que nos esquecêssemos do que andaram a dizer durante um ano do que estávamos a fazer. Fizemos a nossa cronologia - factual, mostrámos alguns dos que nos apoiam, apresentámos a grelha. O pior cego é o que não quer ver. E o que acha que só a sua opinião conta e tem razão.
Toda a gente gosta do grafismo. Eu tamb´´em, muito.
Agora começa o pior: fazer isto todos os dias e ir surpreendendo. Vamos a isso..
Hoje é o primeiro dia a sério. À tarde começam os novos programas, a grelha está no ar o dia inteiro. Estreiam o «Tudo em Família» (16h00), o «Causas Comuns» (18h30) , o «Quiosque» (19h30) e o «Magazine» (21h00).
O Jornal 2 esteve bem, a abertura foi forte, o fecho com uma notícia de ciência (Marte) foi bem conseguido, demos mais noticiário internacional, os gráficos da economia têm muita leitura, a realização da entrevista foi envolvente. E viu-se que se consegue perceber bem a actualidade em meia hora. Logo há mais. A sequência da noite correu bem, o documentário da «Discovery» sobre a Cidade Proibida (documentário aliás premiado) era muito bom.
Em geral as mensagens de fora foram estimulantes, excepto a de uma pessoa que achou mal a entrada do canal: devia querer que nos esquecêssemos do que andaram a dizer durante um ano do que estávamos a fazer. Fizemos a nossa cronologia - factual, mostrámos alguns dos que nos apoiam, apresentámos a grelha. O pior cego é o que não quer ver. E o que acha que só a sua opinião conta e tem razão.
Toda a gente gosta do grafismo. Eu tamb´´em, muito.
Agora começa o pior: fazer isto todos os dias e ir surpreendendo. Vamos a isso..
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DIÁRIO DE BORDO II
Hoje é o primeiro dia a sério. À tarde começam os novos programas, a grelha está no ar o dia inteiro. Estreiam o «Tudo em Família» (16h00), o «Causas Comuns» (18h30) , o «Quiosque» (19h30) e o «Magazine» (21h00).
O Jornal 2 esteve bem, a abertura foi forte, o fecho com uma notícia de ciência (Marte) foi bem conseguido, demos mais noticiário internacional, os gráficos da economia têm muita leitura, a realização da entrevista foi envolvente. E viu-se que se consegue perceber bem a actualidade em meia hora. Logo há mais. A sequência da noite correu bem, o documentário da «Discovery» sobre a Cidade Proibida (documentário aliás premiado) era muito bom.
Em geral as mensagens de fora foram estimulantes, excepto a de uma pessoa que achou mal a entrada do canal: devia querer que nos esquecêssemos do que andaram a dizer durante um ano do que estávamos a fazer. Fizemos a nossa cronologia - factual, mostrámos alguns dos que nos apoiam, apresentámos a grelha. O pior cego é o que não quer ver. E o que acha que só a sua opinião conta e tem razão.
Toda a gente gosta do grafismo. Eu tamb´´em, muito.
Agora começa o pior: fazer isto todos os dias e ir surpreendendo. Vamos a isso..
Hoje é o primeiro dia a sério. À tarde começam os novos programas, a grelha está no ar o dia inteiro. Estreiam o «Tudo em Família» (16h00), o «Causas Comuns» (18h30) , o «Quiosque» (19h30) e o «Magazine» (21h00).
O Jornal 2 esteve bem, a abertura foi forte, o fecho com uma notícia de ciência (Marte) foi bem conseguido, demos mais noticiário internacional, os gráficos da economia têm muita leitura, a realização da entrevista foi envolvente. E viu-se que se consegue perceber bem a actualidade em meia hora. Logo há mais. A sequência da noite correu bem, o documentário da «Discovery» sobre a Cidade Proibida (documentário aliás premiado) era muito bom.
Em geral as mensagens de fora foram estimulantes, excepto a de uma pessoa que achou mal a entrada do canal: devia querer que nos esquecêssemos do que andaram a dizer durante um ano do que estávamos a fazer. Fizemos a nossa cronologia - factual, mostrámos alguns dos que nos apoiam, apresentámos a grelha. O pior cego é o que não quer ver. E o que acha que só a sua opinião conta e tem razão.
Toda a gente gosta do grafismo. Eu tamb´´em, muito.
Agora começa o pior: fazer isto todos os dias e ir surpreendendo. Vamos a isso..
janeiro 05, 2004
DIÁRIO DE BORDO I
Véspera de lançamento, dia calmo. Ensaios gerais a correrem de feição, últimos toques nos grafismos, pequenas correcções aqui e ali. Afinação do directo de abertura de emissão, conclusão do «making of» da dois.
De manhã uma máquina crashou e teve problemas e recobro, promete-se assist~encia de urgência logo hoje pela manhã.
O dia ainda vai ser muito de testes, só a partir das nove se arranca a sério. Amanhã, terça, é que vai ser a doer, desde manhãzinha.
Véspera de lançamento, dia calmo. Ensaios gerais a correrem de feição, últimos toques nos grafismos, pequenas correcções aqui e ali. Afinação do directo de abertura de emissão, conclusão do «making of» da dois.
De manhã uma máquina crashou e teve problemas e recobro, promete-se assist~encia de urgência logo hoje pela manhã.
O dia ainda vai ser muito de testes, só a partir das nove se arranca a sério. Amanhã, terça, é que vai ser a doer, desde manhãzinha.
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DIÁRIO DE BORDO I
Véspera de lançamento, dia calmo. Ensaios gerais a correrem de feição, últimos toques nos grafismos, pequenas correcções aqui e ali. Afinação do directo de abertura de emissão, conclusão do «making of» da dois.
De manhã uma máquina crashou e teve problemas e recobro, promete-se assist~encia de urgência logo hoje pela manhã.
O dia ainda vai ser muito de testes, só a partir das nove se arranca a sério. Amanhã, terça, é que vai ser a doer, desde manhãzinha.
Véspera de lançamento, dia calmo. Ensaios gerais a correrem de feição, últimos toques nos grafismos, pequenas correcções aqui e ali. Afinação do directo de abertura de emissão, conclusão do «making of» da dois.
De manhã uma máquina crashou e teve problemas e recobro, promete-se assist~encia de urgência logo hoje pela manhã.
O dia ainda vai ser muito de testes, só a partir das nove se arranca a sério. Amanhã, terça, é que vai ser a doer, desde manhãzinha.
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