ERA O QUE FALTAVA
Já não chegam os pop ups da internet. Agora a mais recente descoberta dos publicitários está nas mensagens de telemóvel. A Wired tem um artigo sobre o assunto.
O que vou escrevendo, entre o Weekend do Jornal de Negócios e os Pensamentos Ociosos no SAPO. E mais umas coisas avulsas...
setembro 28, 2003
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GÉNERO
Um amigo meu, que é benfiquista e realizador, diz que p Benfica a jogar, agora, parece um filme de Manuel de Oliveira. Vamos lá a ver logo a quela deles se assemelha.
Um amigo meu, que é benfiquista e realizador, diz que p Benfica a jogar, agora, parece um filme de Manuel de Oliveira. Vamos lá a ver logo a quela deles se assemelha.
setembro 26, 2003
POLÍTICA ELECTRÓNICA
Questões que as votações electrónicas levantam estão a ser analisadas nos Estados Unidos. O Estado de Maryland decidiu avançar no processo que vai levar à compra de ujm sistema que permite a participação electrónica dos cidadãos em actos eleitorais. Veja o ponto da situação na Wired.
Questões que as votações electrónicas levantam estão a ser analisadas nos Estados Unidos. O Estado de Maryland decidiu avançar no processo que vai levar à compra de ujm sistema que permite a participação electrónica dos cidadãos em actos eleitorais. Veja o ponto da situação na Wired.
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POLÍTICA ELECTRÓNICA
Questões que as votações electrónicas levantam estão a ser analisadas nos Estados Unidos. O Estado de Maryland decidiu avançar no processo que vai levar à compra de ujm sistema que permite a participação electrónica dos cidadãos em actos eleitorais. Veja o ponto da situação na Wired.
Questões que as votações electrónicas levantam estão a ser analisadas nos Estados Unidos. O Estado de Maryland decidiu avançar no processo que vai levar à compra de ujm sistema que permite a participação electrónica dos cidadãos em actos eleitorais. Veja o ponto da situação na Wired.
COMO HOJE É SEXTA...
há versão impressa.
Excertos:
SOBRE A MÚSICA
Esta semana PS e PP propuseram na Assembleia da República medidas legislativas para garantir que as estações de rádio transmitam música portuguesa. É uma boa medida, espera-se que seja consequente – ou seja, que não fique na gaveta a apodrecer como uma lei anterior, no mesmo sentido, proposta e aprovada há muito anos por iniciativa do Deputado José Niza.
Algumas pessoas queixam-se de que isto é uma excessiva regulação e que na prática prejudica os interesses dos consumidores, ao restringir o leque e a diversidade da oferta musical nas rádios. Nos dias de hoje este é um falso problema: a adopção de play-lists como ferramenta quase única de programação é um acto bem mais lesivo da diversidade do que qualquer outra coisa: de facto as estações impõem que em cada momento o universo musical a que se dedicam seja integrado por algumas dezenas de canções e nada mais.
Existe de facto uma enorme dificuldade para os novos artistas portugueses em aparecerem e serem ouvidos, por mais elevado que seja o investimento das suas editoras. Bons produtos, quer do ponto de vista artístico, quer do ponto de vista comercial, falham muitas vezes simplesmente porque não chegam ao público – porque nem as rádios nem as televisões os divulgam. Já repararam que no último ano o surgimento de novos nomes se limita ao sector dos imitadores, dos intérpretes de versões, consagradados e popularizados em diversos concursos televisivos? Este não é um caminho saudável para a música.
A Espanha e a França, aqui ao lado, conseguiram, com leis semelhantes – que espero sejam estudadas, comparadas e inspiradoras para os nossos deputados – inverter a situação. Hoje em dia a música de produção local em Espanha e em França não é apenas a que mais passa na rádio e televisão – é a que mais vende. Surgiram dezenas de novos artistas, um número significativo internacionalizou-se - facto quase inédito até aí. Um sector da indústria do entretenimento que estava moribundo, salvou-se e está saudável, criando milhares de postos de trabalho, desde estúdios a músicos de sessão, passando por produtores, promotores de concertos, produtores locais, técnicos de som, luz e palco.
há versão impressa.
Excertos:
SOBRE A MÚSICA
Esta semana PS e PP propuseram na Assembleia da República medidas legislativas para garantir que as estações de rádio transmitam música portuguesa. É uma boa medida, espera-se que seja consequente – ou seja, que não fique na gaveta a apodrecer como uma lei anterior, no mesmo sentido, proposta e aprovada há muito anos por iniciativa do Deputado José Niza.
Algumas pessoas queixam-se de que isto é uma excessiva regulação e que na prática prejudica os interesses dos consumidores, ao restringir o leque e a diversidade da oferta musical nas rádios. Nos dias de hoje este é um falso problema: a adopção de play-lists como ferramenta quase única de programação é um acto bem mais lesivo da diversidade do que qualquer outra coisa: de facto as estações impõem que em cada momento o universo musical a que se dedicam seja integrado por algumas dezenas de canções e nada mais.
Existe de facto uma enorme dificuldade para os novos artistas portugueses em aparecerem e serem ouvidos, por mais elevado que seja o investimento das suas editoras. Bons produtos, quer do ponto de vista artístico, quer do ponto de vista comercial, falham muitas vezes simplesmente porque não chegam ao público – porque nem as rádios nem as televisões os divulgam. Já repararam que no último ano o surgimento de novos nomes se limita ao sector dos imitadores, dos intérpretes de versões, consagradados e popularizados em diversos concursos televisivos? Este não é um caminho saudável para a música.
A Espanha e a França, aqui ao lado, conseguiram, com leis semelhantes – que espero sejam estudadas, comparadas e inspiradoras para os nossos deputados – inverter a situação. Hoje em dia a música de produção local em Espanha e em França não é apenas a que mais passa na rádio e televisão – é a que mais vende. Surgiram dezenas de novos artistas, um número significativo internacionalizou-se - facto quase inédito até aí. Um sector da indústria do entretenimento que estava moribundo, salvou-se e está saudável, criando milhares de postos de trabalho, desde estúdios a músicos de sessão, passando por produtores, promotores de concertos, produtores locais, técnicos de som, luz e palco.
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COMO HOJE É SEXTA...
há versão impressa.
Excertos:
SOBRE A MÚSICA
Esta semana PS e PP propuseram na Assembleia da República medidas legislativas para garantir que as estações de rádio transmitam música portuguesa. É uma boa medida, espera-se que seja consequente – ou seja, que não fique na gaveta a apodrecer como uma lei anterior, no mesmo sentido, proposta e aprovada há muito anos por iniciativa do Deputado José Niza.
Algumas pessoas queixam-se de que isto é uma excessiva regulação e que na prática prejudica os interesses dos consumidores, ao restringir o leque e a diversidade da oferta musical nas rádios. Nos dias de hoje este é um falso problema: a adopção de play-lists como ferramenta quase única de programação é um acto bem mais lesivo da diversidade do que qualquer outra coisa: de facto as estações impõem que em cada momento o universo musical a que se dedicam seja integrado por algumas dezenas de canções e nada mais.
Existe de facto uma enorme dificuldade para os novos artistas portugueses em aparecerem e serem ouvidos, por mais elevado que seja o investimento das suas editoras. Bons produtos, quer do ponto de vista artístico, quer do ponto de vista comercial, falham muitas vezes simplesmente porque não chegam ao público – porque nem as rádios nem as televisões os divulgam. Já repararam que no último ano o surgimento de novos nomes se limita ao sector dos imitadores, dos intérpretes de versões, consagradados e popularizados em diversos concursos televisivos? Este não é um caminho saudável para a música.
A Espanha e a França, aqui ao lado, conseguiram, com leis semelhantes – que espero sejam estudadas, comparadas e inspiradoras para os nossos deputados – inverter a situação. Hoje em dia a música de produção local em Espanha e em França não é apenas a que mais passa na rádio e televisão – é a que mais vende. Surgiram dezenas de novos artistas, um número significativo internacionalizou-se - facto quase inédito até aí. Um sector da indústria do entretenimento que estava moribundo, salvou-se e está saudável, criando milhares de postos de trabalho, desde estúdios a músicos de sessão, passando por produtores, promotores de concertos, produtores locais, técnicos de som, luz e palco.
há versão impressa.
Excertos:
SOBRE A MÚSICA
Esta semana PS e PP propuseram na Assembleia da República medidas legislativas para garantir que as estações de rádio transmitam música portuguesa. É uma boa medida, espera-se que seja consequente – ou seja, que não fique na gaveta a apodrecer como uma lei anterior, no mesmo sentido, proposta e aprovada há muito anos por iniciativa do Deputado José Niza.
Algumas pessoas queixam-se de que isto é uma excessiva regulação e que na prática prejudica os interesses dos consumidores, ao restringir o leque e a diversidade da oferta musical nas rádios. Nos dias de hoje este é um falso problema: a adopção de play-lists como ferramenta quase única de programação é um acto bem mais lesivo da diversidade do que qualquer outra coisa: de facto as estações impõem que em cada momento o universo musical a que se dedicam seja integrado por algumas dezenas de canções e nada mais.
Existe de facto uma enorme dificuldade para os novos artistas portugueses em aparecerem e serem ouvidos, por mais elevado que seja o investimento das suas editoras. Bons produtos, quer do ponto de vista artístico, quer do ponto de vista comercial, falham muitas vezes simplesmente porque não chegam ao público – porque nem as rádios nem as televisões os divulgam. Já repararam que no último ano o surgimento de novos nomes se limita ao sector dos imitadores, dos intérpretes de versões, consagradados e popularizados em diversos concursos televisivos? Este não é um caminho saudável para a música.
A Espanha e a França, aqui ao lado, conseguiram, com leis semelhantes – que espero sejam estudadas, comparadas e inspiradoras para os nossos deputados – inverter a situação. Hoje em dia a música de produção local em Espanha e em França não é apenas a que mais passa na rádio e televisão – é a que mais vende. Surgiram dezenas de novos artistas, um número significativo internacionalizou-se - facto quase inédito até aí. Um sector da indústria do entretenimento que estava moribundo, salvou-se e está saudável, criando milhares de postos de trabalho, desde estúdios a músicos de sessão, passando por produtores, promotores de concertos, produtores locais, técnicos de som, luz e palco.
setembro 25, 2003
QUALQUER COISA
Amigos, conversa, amigos, planos, ideias, às vezes qualquer coisa que se consegue fazer - é o que levamos de bom desta correria. Mas é tão difícil conseguir fazer qualquer coisa - não porque seja difícil em si mas porque por cada pessoa que tenta pôr um projecto de pé, há umas dez ao lado a atirar pauzinhos para a engrenagem.
Amigos, conversa, amigos, planos, ideias, às vezes qualquer coisa que se consegue fazer - é o que levamos de bom desta correria. Mas é tão difícil conseguir fazer qualquer coisa - não porque seja difícil em si mas porque por cada pessoa que tenta pôr um projecto de pé, há umas dez ao lado a atirar pauzinhos para a engrenagem.
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QUALQUER COISA
Amigos, conversa, amigos, planos, ideias, às vezes qualquer coisa que se consegue fazer - é o que levamos de bom desta correria. Mas é tão difícil conseguir fazer qualquer coisa - não porque seja difícil em si mas porque por cada pessoa que tenta pôr um projecto de pé, há umas dez ao lado a atirar pauzinhos para a engrenagem.
Amigos, conversa, amigos, planos, ideias, às vezes qualquer coisa que se consegue fazer - é o que levamos de bom desta correria. Mas é tão difícil conseguir fazer qualquer coisa - não porque seja difícil em si mas porque por cada pessoa que tenta pôr um projecto de pé, há umas dez ao lado a atirar pauzinhos para a engrenagem.
BLOG - TEORIA DE EDIÇÃO
A Online Journalism Review publica um curioso artigo sobre a necessidade (ou não) de os blogs de jornais serem submetidos a edição e a critérios editoriais como escreve Mark Glaser. Excerto: It's too early to tell, but one spectacularly successful case was in Sacramento, Calif., where the Sacramento Bee got political columnist Daniel Weintraub blogging just in time for recall madness. While his blog, California Insider, became a place for regular scoops on recall news, Weintraub's posts were sent to Mark Paul, deputy editor of the editorial pages, right as they were being posted. After a recent controversial post about Lt. Gov. Cruz Bustamante -- "If his name had been Charles Bustmont rather than Cruz Bustamante, he would have finished his legislative career as an anonymous back-bencher" -- the Bee decided that all site content would go to an editor first -- a process explained by the Bee's ombudsman.
A Online Journalism Review publica um curioso artigo sobre a necessidade (ou não) de os blogs de jornais serem submetidos a edição e a critérios editoriais como escreve Mark Glaser. Excerto: It's too early to tell, but one spectacularly successful case was in Sacramento, Calif., where the Sacramento Bee got political columnist Daniel Weintraub blogging just in time for recall madness. While his blog, California Insider, became a place for regular scoops on recall news, Weintraub's posts were sent to Mark Paul, deputy editor of the editorial pages, right as they were being posted. After a recent controversial post about Lt. Gov. Cruz Bustamante -- "If his name had been Charles Bustmont rather than Cruz Bustamante, he would have finished his legislative career as an anonymous back-bencher" -- the Bee decided that all site content would go to an editor first -- a process explained by the Bee's ombudsman.
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BLOG - TEORIA DE EDIÇÃO
A Online Journalism Review publica um curioso artigo sobre a necessidade (ou não) de os blogs de jornais serem submetidos a edição e a critérios editoriais como escreve Mark Glaser. Excerto: It's too early to tell, but one spectacularly successful case was in Sacramento, Calif., where the Sacramento Bee got political columnist Daniel Weintraub blogging just in time for recall madness. While his blog, California Insider, became a place for regular scoops on recall news, Weintraub's posts were sent to Mark Paul, deputy editor of the editorial pages, right as they were being posted. After a recent controversial post about Lt. Gov. Cruz Bustamante -- "If his name had been Charles Bustmont rather than Cruz Bustamante, he would have finished his legislative career as an anonymous back-bencher" -- the Bee decided that all site content would go to an editor first -- a process explained by the Bee's ombudsman.
A Online Journalism Review publica um curioso artigo sobre a necessidade (ou não) de os blogs de jornais serem submetidos a edição e a critérios editoriais como escreve Mark Glaser. Excerto: It's too early to tell, but one spectacularly successful case was in Sacramento, Calif., where the Sacramento Bee got political columnist Daniel Weintraub blogging just in time for recall madness. While his blog, California Insider, became a place for regular scoops on recall news, Weintraub's posts were sent to Mark Paul, deputy editor of the editorial pages, right as they were being posted. After a recent controversial post about Lt. Gov. Cruz Bustamante -- "If his name had been Charles Bustmont rather than Cruz Bustamante, he would have finished his legislative career as an anonymous back-bencher" -- the Bee decided that all site content would go to an editor first -- a process explained by the Bee's ombudsman.
O SEGUNDO LIVRO DE HITLER
O Daily Telegraph publica uma entrevista com o investigador Gerhard Weinberg sobre a sua descoberta de um livro inédito de Hitler cujo tema é a política externa dos nazis. A descoberta foi feita em 1958, num arquivo militar norte-americano e o livro deve ter sido escrito no final dos anos 20. Até agora Weinberg tem tentado publicar a obra. É um artigo que vale a pena ler.
O Daily Telegraph publica uma entrevista com o investigador Gerhard Weinberg sobre a sua descoberta de um livro inédito de Hitler cujo tema é a política externa dos nazis. A descoberta foi feita em 1958, num arquivo militar norte-americano e o livro deve ter sido escrito no final dos anos 20. Até agora Weinberg tem tentado publicar a obra. É um artigo que vale a pena ler.
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O SEGUNDO LIVRO DE HITLER
O Daily Telegraph publica uma entrevista com o investigador Gerhard Weinberg sobre a sua descoberta de um livro inédito de Hitler cujo tema é a política externa dos nazis. A descoberta foi feita em 1958, num arquivo militar norte-americano e o livro deve ter sido escrito no final dos anos 20. Até agora Weinberg tem tentado publicar a obra. É um artigo que vale a pena ler.
O Daily Telegraph publica uma entrevista com o investigador Gerhard Weinberg sobre a sua descoberta de um livro inédito de Hitler cujo tema é a política externa dos nazis. A descoberta foi feita em 1958, num arquivo militar norte-americano e o livro deve ter sido escrito no final dos anos 20. Até agora Weinberg tem tentado publicar a obra. É um artigo que vale a pena ler.
THE BLUES
Não, não vou citar os Early Morning Blues de Pacheco Pereira. Recomendo, em vez disso, a leitura do artigo da New Yorker sobre a série de televisão em sete episódios produzida por Martin Scorsese para a PBS sobre os blues. Excerto: At the beginning of the first film in the series, “Feel Like Going Home,” which Scorsese also directed, he says, “I can’t imagine my life, or anyone else’s, without music. It’s like a light in the darkness that never goes out.” He gave six other directors the freedom to make the films they wanted to make, while seeing to it that the basic ground—the history and influence of the Delta blues—was more or less covered. The resulting movies, individually and as a group, make no pretense to definitiveness—blues fanatics, and even normal music fans, will notice omissions. But though the series isn’t quite a balanced meal—each course lasts about ninety minutes—by the end of it you are likely to feel full.
Não, não vou citar os Early Morning Blues de Pacheco Pereira. Recomendo, em vez disso, a leitura do artigo da New Yorker sobre a série de televisão em sete episódios produzida por Martin Scorsese para a PBS sobre os blues. Excerto: At the beginning of the first film in the series, “Feel Like Going Home,” which Scorsese also directed, he says, “I can’t imagine my life, or anyone else’s, without music. It’s like a light in the darkness that never goes out.” He gave six other directors the freedom to make the films they wanted to make, while seeing to it that the basic ground—the history and influence of the Delta blues—was more or less covered. The resulting movies, individually and as a group, make no pretense to definitiveness—blues fanatics, and even normal music fans, will notice omissions. But though the series isn’t quite a balanced meal—each course lasts about ninety minutes—by the end of it you are likely to feel full.
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THE BLUES
Não, não vou citar os Early Morning Blues de Pacheco Pereira. Recomendo, em vez disso, a leitura do artigo da New Yorker sobre a série de televisão em sete episódios produzida por Martin Scorsese para a PBS sobre os blues. Excerto: At the beginning of the first film in the series, “Feel Like Going Home,” which Scorsese also directed, he says, “I can’t imagine my life, or anyone else’s, without music. It’s like a light in the darkness that never goes out.” He gave six other directors the freedom to make the films they wanted to make, while seeing to it that the basic ground—the history and influence of the Delta blues—was more or less covered. The resulting movies, individually and as a group, make no pretense to definitiveness—blues fanatics, and even normal music fans, will notice omissions. But though the series isn’t quite a balanced meal—each course lasts about ninety minutes—by the end of it you are likely to feel full.
Não, não vou citar os Early Morning Blues de Pacheco Pereira. Recomendo, em vez disso, a leitura do artigo da New Yorker sobre a série de televisão em sete episódios produzida por Martin Scorsese para a PBS sobre os blues. Excerto: At the beginning of the first film in the series, “Feel Like Going Home,” which Scorsese also directed, he says, “I can’t imagine my life, or anyone else’s, without music. It’s like a light in the darkness that never goes out.” He gave six other directors the freedom to make the films they wanted to make, while seeing to it that the basic ground—the history and influence of the Delta blues—was more or less covered. The resulting movies, individually and as a group, make no pretense to definitiveness—blues fanatics, and even normal music fans, will notice omissions. But though the series isn’t quite a balanced meal—each course lasts about ninety minutes—by the end of it you are likely to feel full.
64 BITS
Depois da Apple, eis que a AMD se lança na senda dos processadores de 64 bits - dentro em breve ninguém vai querer outra coisa, diz a Wired.
Depois da Apple, eis que a AMD se lança na senda dos processadores de 64 bits - dentro em breve ninguém vai querer outra coisa, diz a Wired.
UMA CANÇÃOZITA PARA ACORDAR
Com grande descaramento roubo o Nuno e deixo um excerto de um post recente sobre música:
DISCO DO ANO ? DISCO DO ANO! Já aqui tinha ameaçado, mas digo agora sem vergonha: Want One, de Rufus Wainwright, é o disco do ano. Para quem gosta de canções - melodias que embrulham palavras com principio meio e fim - este é o antídoto perfeito. Como é que se pode misturar Cole porter, Ravel, Schubert, rock, country e sobreviver para contar a história ? As letras são extraordinárias e Dinner At Eight ou Go Or Go Ahead os momentos mais emocionais a que fui sujeito nos últimos tempos. E há a ironia erudita de Wainwright, a todo o vapor:
My phone's on vibrate for you
Electroclash is karaoke too
I tried to dance Britney Spears
I guess I must be getting on my years
ou
Start giving me something
A love that lasts longer than a day
ou
Thank you for this bitter knowledge
Guardian angels who left me stranded
It was worth it, feeling abandoned
Makes one hardened but what has happened to love
ou...
Com grande descaramento roubo o Nuno e deixo um excerto de um post recente sobre música:
DISCO DO ANO ? DISCO DO ANO! Já aqui tinha ameaçado, mas digo agora sem vergonha: Want One, de Rufus Wainwright, é o disco do ano. Para quem gosta de canções - melodias que embrulham palavras com principio meio e fim - este é o antídoto perfeito. Como é que se pode misturar Cole porter, Ravel, Schubert, rock, country e sobreviver para contar a história ? As letras são extraordinárias e Dinner At Eight ou Go Or Go Ahead os momentos mais emocionais a que fui sujeito nos últimos tempos. E há a ironia erudita de Wainwright, a todo o vapor:
My phone's on vibrate for you
Electroclash is karaoke too
I tried to dance Britney Spears
I guess I must be getting on my years
ou
Start giving me something
A love that lasts longer than a day
ou
Thank you for this bitter knowledge
Guardian angels who left me stranded
It was worth it, feeling abandoned
Makes one hardened but what has happened to love
ou...
Untitled
UMA CANÇÃOZITA PARA ACORDAR
Com grande descaramento roubo o Nuno e deixo um excerto de um post recente sobre música:
DISCO DO ANO ? DISCO DO ANO! Já aqui tinha ameaçado, mas digo agora sem vergonha: Want One, de Rufus Wainwright, é o disco do ano. Para quem gosta de canções - melodias que embrulham palavras com principio meio e fim - este é o antídoto perfeito. Como é que se pode misturar Cole porter, Ravel, Schubert, rock, country e sobreviver para contar a história ? As letras são extraordinárias e Dinner At Eight ou Go Or Go Ahead os momentos mais emocionais a que fui sujeito nos últimos tempos. E há a ironia erudita de Wainwright, a todo o vapor:
My phone's on vibrate for you
Electroclash is karaoke too
I tried to dance Britney Spears
I guess I must be getting on my years
ou
Start giving me something
A love that lasts longer than a day
ou
Thank you for this bitter knowledge
Guardian angels who left me stranded
It was worth it, feeling abandoned
Makes one hardened but what has happened to love
ou...
Com grande descaramento roubo o Nuno e deixo um excerto de um post recente sobre música:
DISCO DO ANO ? DISCO DO ANO! Já aqui tinha ameaçado, mas digo agora sem vergonha: Want One, de Rufus Wainwright, é o disco do ano. Para quem gosta de canções - melodias que embrulham palavras com principio meio e fim - este é o antídoto perfeito. Como é que se pode misturar Cole porter, Ravel, Schubert, rock, country e sobreviver para contar a história ? As letras são extraordinárias e Dinner At Eight ou Go Or Go Ahead os momentos mais emocionais a que fui sujeito nos últimos tempos. E há a ironia erudita de Wainwright, a todo o vapor:
My phone's on vibrate for you
Electroclash is karaoke too
I tried to dance Britney Spears
I guess I must be getting on my years
ou
Start giving me something
A love that lasts longer than a day
ou
Thank you for this bitter knowledge
Guardian angels who left me stranded
It was worth it, feeling abandoned
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