setembro 06, 2003

A ESQUINA IMPRESSA
Como acontece todas as sextas, a Esquina teve ontem a sua edição impressa. Citações:
MATERIAL DE COLECÇÃO
A edição especial 150 da «Grande Reportagem», que vai deixar de ser mensal e será semanal, distribuída com o «Diário de Notícias» e o «Jornal de Notícias», merece ser guardada. Neste número destaque para três artigos, melhor, três ensaios: de José Pacheco Pereira sobre a política; de Gonçalo Ribeiro Telles sobre a vida nas cidades; e de Pedro Mexia sobre a Cultura. São três textos brilhantes. Citações:
José Pacheco Pereira: «A democracia enfrenta vários perigos, tal como a nossa vida: o peso dos média, a abundância da televisão no quotidiano, o populismo, a ideologia vulgar, a ideia de uma «felicidade terrestre» banal, as perversões da cultura de massas».
Gonçalo Ribeiro Telles: «Acumulámos erros sobre erros, desde a campanha do trigo à ocupação florestal destinada à celulose e aos incêndios. As cidades transformaram-se em ruínas do presente. A beleza desapareceu das preocupações dos vários planos de urbanização».
Pedro Mexia: «Para quem imagine uma sociedade generalizadamente culta, o futuro continua uma desilusão. As massas querem, e quererão sempre, pão e circo, e as novas possibilidades tecnológicas trazem um circo infindável. A democratização da cultura que o futuro trará é uma democratização na possibilidade de acesso, e não no acesso efectivo».

MATERIAL ESCOLAR
A edição desta semana da «Newsweek» aponta objectos tecnológicos que, garante, são o desejo de qualquer adolescente neste regresso às aulas. A saber: uma caneta e bloco notas electrónico da Logitech (Logitech® io™ Personal Digital Pen, www.logitech.com) que permitem escrever, desenhar, rabiscar e depois descarregar tudo para o computador – cheira-me que os notepads vão ficar ameaçados por isto; o já conhecido telemóvel Nokia 3300, que vem com um leitor de MP3 e um rádio FM, além da habitual parafernália polifónica e colorida; e a nova guitarra EZ-EG da Yamaha que permite que mesmo surdos crónicos aprendam rapidamente a tocar acordes graças a um método de auto-instrução no braço da guitarra que indica com sensores luminosos o local onde os dedos devem ser colocados – um sonho tornado realidade. Quer-me parecer que até eu vou andar à procura da guitarra e da caneta.

MATERIAL DE COZINHA
Na semana passada ofereceram-me um novo wok, uma daquelas caçarolas orientais, muito côncavas, que pela sua forma ajudam a tornar muito fácil a tarefa de misturar ingredientes ao mesmo tempo que se cozinham. O meu wok é lindíssimo, da Bodum, e tive ocasião de o experimentar com grande êxito logo no dia em que o desembrulhei. Já cá tinha literatura sobre o assunto, mas na FNAC do Chiado encontrei um precioso guia que aqui devo recomendar: «Cuisine Au Wok», um guia de receitas editado pela Hachette, da colecção «Petits Pratiques Cuisine».

Hoje a banda sonora da escrita da Esquina foi o CD « A Jazzar No Cinema Português» da Zé Eduardo Unit.

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A ESQUINA IMPRESSA

Como acontece todas as sextas, a Esquina teve ontem a sua edição impressa. Citações:

MATERIAL DE COLECÇÃO

A edição especial 150 da «Grande Reportagem», que vai deixar de ser mensal e será semanal, distribuída com o «Diário de Notícias» e o «Jornal de Notícias», merece ser guardada. Neste número destaque para três artigos, melhor, três ensaios: de José Pacheco Pereira sobre a política; de Gonçalo Ribeiro Telles sobre a vida nas cidades; e de Pedro Mexia sobre a Cultura. São três textos brilhantes. Citações:

José Pacheco Pereira: «A democracia enfrenta vários perigos, tal como a nossa vida: o peso dos média, a abundância da televisão no quotidiano, o populismo, a ideologia vulgar, a ideia de uma «felicidade terrestre» banal, as perversões da cultura de massas».

Gonçalo Ribeiro Telles: «Acumulámos erros sobre erros, desde a campanha do trigo à ocupação florestal destinada à celulose e aos incêndios. As cidades transformaram-se em ruínas do presente. A beleza desapareceu das preocupações dos vários planos de urbanização».

Pedro Mexia: «Para quem imagine uma sociedade generalizadamente culta, o futuro continua uma desilusão. As massas querem, e quererão sempre, pão e circo, e as novas possibilidades tecnológicas trazem um circo infindável. A democratização da cultura que o futuro trará é uma democratização na possibilidade de acesso, e não no acesso efectivo».



MATERIAL ESCOLAR

A edição desta semana da «Newsweek» aponta objectos tecnológicos que, garante, são o desejo de qualquer adolescente neste regresso às aulas. A saber: uma caneta e bloco notas electrónico da Logitech (Logitech® io™ Personal Digital Pen, www.logitech.com) que permitem escrever, desenhar, rabiscar e depois descarregar tudo para o computador – cheira-me que os notepads vão ficar ameaçados por isto; o já conhecido telemóvel Nokia 3300, que vem com um leitor de MP3 e um rádio FM, além da habitual parafernália polifónica e colorida; e a nova guitarra EZ-EG da Yamaha que permite que mesmo surdos crónicos aprendam rapidamente a tocar acordes graças a um método de auto-instrução no braço da guitarra que indica com sensores luminosos o local onde os dedos devem ser colocados – um sonho tornado realidade. Quer-me parecer que até eu vou andar à procura da guitarra e da caneta.



MATERIAL DE COZINHA

Na semana passada ofereceram-me um novo wok, uma daquelas caçarolas orientais, muito côncavas, que pela sua forma ajudam a tornar muito fácil a tarefa de misturar ingredientes ao mesmo tempo que se cozinham. O meu wok é lindíssimo, da Bodum, e tive ocasião de o experimentar com grande êxito logo no dia em que o desembrulhei. Já cá tinha literatura sobre o assunto, mas na FNAC do Chiado encontrei um precioso guia que aqui devo recomendar: «Cuisine Au Wok», um guia de receitas editado pela Hachette, da colecção «Petits Pratiques Cuisine».



Hoje a banda sonora da escrita da Esquina foi o CD « A Jazzar No Cinema Português» da Zé Eduardo Unit.



A ESQUINA NA SIC NOTÍCIAS
Um post deste blog sobre a sensação que envolve quem começa a trabalhar na RTP foi citado por Mário Crespo na edição do Jornal das 10 da Sic Notícias da passada quinta-feira. Os blogs passam pois a ser matéria de consulta e citação. Aqui está uma boa notícia. Sendo íntimo, o que aqui se escreve é, por natureza, público. Por isso é normal que assim aconteça.
Ainda sobre a RTP: se a certa altura as opções não se tivessem desviado do sentido do que deve ser uma estação de serviço público, as coisas não tinham chegado onde chegaram. E chegou-se lá apesar de todas as normas e regulamentos internos, de todos os pesados processos burocráticos, o que é bem a evidência de que eles não existem para prevenir problemas, mas servem para os esconder e para diluir responsabilidades.

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A ESQUINA NA SIC NOTÍCIAS

Um post deste blog sobre a sensação que envolve quem começa a trabalhar na RTP foi citado por Mário Crespo na edição do Jornal das 10 da Sic Notícias da passada quinta-feira. Os blogs passam pois a ser matéria de consulta e citação. Aqui está uma boa notícia. Sendo íntimo, o que aqui se escreve é, por natureza, público. Por isso é normal que assim aconteça.

Ainda sobre a RTP: se a certa altura as opções não se tivessem desviado do sentido do que deve ser uma estação de serviço público, as coisas não tinham chegado onde chegaram. E chegou-se lá apesar de todas as normas e regulamentos internos, de todos os pesados processos burocráticos, o que é bem a evidência de que eles não existem para prevenir problemas, mas servem para os esconder e para diluir responsabilidades.

setembro 04, 2003

SONHO
Continuo a acreditar que em todas as coisas que fazemos tem de existir uma dimensão de sonho, um patamar de desafio, de inconformismo. Sem isto, nunca existe mudança.
O sentido da vida passa por isto, por ajudar a fazer um mundo novo e melhor, por cada um de nós não se demitir da sua responsabilidade, de se empenhar em causas colectivas.
Hoje, a única citação que deixo é de Alexandre O'Neill:
Quem? O Infinito? Diz-lhe que entre. Faz bem ao infinito estar entre a gente

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SONHO

Continuo a acreditar que em todas as coisas que fazemos tem de existir uma dimensão de sonho, um patamar de desafio, de inconformismo. Sem isto, nunca existe mudança.

O sentido da vida passa por isto, por ajudar a fazer um mundo novo e melhor, por cada um de nós não se demitir da sua responsabilidade, de se empenhar em causas colectivas.

Hoje, a única citação que deixo é de Alexandre O'Neill:

Quem? O Infinito? Diz-lhe que entre. Faz bem ao infinito estar entre a gente

setembro 03, 2003

COUNTDOWN
Hoje sinto-me como o astronauta dentro do vai-vem espacial, no momento em que começa a contagem regressiva para o lançamento. O lançamento de que falo é o do novo canal 2, sobre o qual tenho lido tantas incorrecções e mentiras que nem vale a pena comentar - resta esperar que o tempo esclareça os factos. À medida que os dias foram passando ficou muito claro quem é que tem por objectivo principal evitar que alguma coisa mude e quem está genuinamente interessado em fazer a experiência de um canal de televisão que não tenha os olhos (e o espaço) fechados à sociedade e que seja humilde no relacionamento. Falar em humildade no mundo da televisão - sobretudo numa estrutura antiga e pesada como a RTP em que os pequenos poderes constituem um guia exaustivo do achincalhar do ser humano - releva de pura inconsciência. Tenho constatado um velho princípio: quanto mais insignificantes e recalcados mais cruéis se tornam, mais mesquinhamente se comportam, mais obstáculos inventam, mais burocraticamente se escondem atrás de normas e regulamentos. Hoje em dia acredito que boa parte do problema vem daquele edifício incrível da 5 de Outubro, que é em muito responsável pela cultura de empresa que se foi estabelecendo ao longo dos anos: conspirar nos gabinetes de portas fechadas e decidir no corredor. A estrutura do edifício (inicialmente era para ser um hotel) é feita para criar esconderijos, nichos de poder, preservar a conspiração. E quem lá vive há muitos anos habituou-se a isso: por vezes perde-se mais tempo a analisar a situação interna do que a trabalhar para o exterior. Não acham isto paradoxal num orgão de comunicação de massas?

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COUNTDOWN

Hoje sinto-me como o astronauta dentro do vai-vem espacial, no momento em que começa a contagem regressiva para o lançamento. O lançamento de que falo é o do novo canal 2, sobre o qual tenho lido tantas incorrecções e mentiras que nem vale a pena comentar - resta esperar que o tempo esclareça os factos. À medida que os dias foram passando ficou muito claro quem é que tem por objectivo principal evitar que alguma coisa mude e quem está genuinamente interessado em fazer a experiência de um canal de televisão que não tenha os olhos (e o espaço) fechados à sociedade e que seja humilde no relacionamento. Falar em humildade no mundo da televisão - sobretudo numa estrutura antiga e pesada como a RTP em que os pequenos poderes constituem um guia exaustivo do achincalhar do ser humano - releva de pura inconsciência. Tenho constatado um velho princípio: quanto mais insignificantes e recalcados mais cruéis se tornam, mais mesquinhamente se comportam, mais obstáculos inventam, mais burocraticamente se escondem atrás de normas e regulamentos. Hoje em dia acredito que boa parte do problema vem daquele edifício incrível da 5 de Outubro, que é em muito responsável pela cultura de empresa que se foi estabelecendo ao longo dos anos: conspirar nos gabinetes de portas fechadas e decidir no corredor. A estrutura do edifício (inicialmente era para ser um hotel) é feita para criar esconderijos, nichos de poder, preservar a conspiração. E quem lá vive há muitos anos habituou-se a isso: por vezes perde-se mais tempo a analisar a situação interna do que a trabalhar para o exterior. Não acham isto paradoxal num orgão de comunicação de massas?
SOBRE A NATUREZA DA MULHER
At a dinner-party in Italy, from which country I have now returned, a question came up. This was, are women really bitchier than men, and, if so, why, when their behaviour can be so much more exemplary? For some reason this question was addressed to me. I hadn’t recalled, alas, saying a bad word about anyone that evening, but perhaps as the only female journalist present I was rashly considered by the others as some sort of oracle with regard to members of my sex.
. Esta delícia foi escrita por Petronella Wyatt e vem publicada no Spectator. Mais um excerto para abrir o apetite:For centuries women have been in the same position. Bitchy, racy or witty conversation rather than oratorical lectures remains a strong biological urge. At dinner-parties I have noticed that women shine more when there are fewer people. Their real art is that of repartee on any subject. Of course, at tables of 30 or more I have heard all those present grow silent as a woman dominates with her views on politics or literature, but usually her domination is all too brief as a man takes over and spouts on for anything up to half an hour.

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SOBRE A NATUREZA DA MULHER

At a dinner-party in Italy, from which country I have now returned, a question came up. This was, are women really bitchier than men, and, if so, why, when their behaviour can be so much more exemplary? For some reason this question was addressed to me. I hadn’t recalled, alas, saying a bad word about anyone that evening, but perhaps as the only female journalist present I was rashly considered by the others as some sort of oracle with regard to members of my sex.

. Esta delícia foi escrita por Petronella Wyatt e vem publicada no Spectator. Mais um excerto para abrir o apetite:For centuries women have been in the same position. Bitchy, racy or witty conversation rather than oratorical lectures remains a strong biological urge. At dinner-parties I have noticed that women shine more when there are fewer people. Their real art is that of repartee on any subject. Of course, at tables of 30 or more I have heard all those present grow silent as a woman dominates with her views on politics or literature, but usually her domination is all too brief as a man takes over and spouts on for anything up to half an hour.



INTERVALO
Ainda «No Mínimo» não resisto a recomendar uma visita à página de Tutty Vasques. Excertos:
Joaquim Ferreira dos Santos, autor da frase “os anos 70 não existiram”, deve estar passado. As orgias sexuais de Arnold Schwarzenegger em 1977 tiram qualquer dúvida sobre a existência da década.

Quando, enfim, George Bush vai perceber que o Iraque não precisa dos EUA para se destruir?


Os tablóides ingleses ainda não se deram conta disso, mas os abraços cada fez mais freqüentes entre David Beckham e Ronaldinho em campo têm abalado a ex Spice Girls Victoria.

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INTERVALO

Ainda «No Mínimo» não resisto a recomendar uma visita à página de Tutty Vasques. Excertos:

Joaquim Ferreira dos Santos, autor da frase “os anos 70 não existiram”, deve estar passado. As orgias sexuais de Arnold Schwarzenegger em 1977 tiram qualquer dúvida sobre a existência da década.



Quando, enfim, George Bush vai perceber que o Iraque não precisa dos EUA para se destruir?





Os tablóides ingleses ainda não se deram conta disso, mas os abraços cada fez mais freqüentes entre David Beckham e Ronaldinho em campo têm abalado a ex Spice Girls Victoria.

A IDADE
É delicioso o texto de Zuenir Ventura, intitulado «Um Sonho de Consumo», e que pode ser lido em No Mí­nimo. Excerto: o sonho de todo mundo é acabar com a sí­ndrome das segundas-feiras, aquela ressaca que ataca mesmo quando não se bebe. O problema é que pôr fim a esse penoso dia significa também abolir as sextas-feiras, ou seja, acabar com aquele gostoso, incomparável prazer que é a véspera. Melhor do que o fim de semana é esperar por ele.

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A IDADE

É delicioso o texto de Zuenir Ventura, intitulado «Um Sonho de Consumo», e que pode ser lido em No Mí­nimo. Excerto: o sonho de todo mundo é acabar com a sí­ndrome das segundas-feiras, aquela ressaca que ataca mesmo quando não se bebe. O problema é que pôr fim a esse penoso dia significa também abolir as sextas-feiras, ou seja, acabar com aquele gostoso, incomparável prazer que é a véspera. Melhor do que o fim de semana é esperar por ele.

setembro 02, 2003

INQUÉRITO
O propósito é simples - investigar as circunstâncias da morte de David Kelly. Lord Sutton conduz um inquérito, que tem um sítio, na net que se tornou num dos mais visitados da Gã Bretanha, como relata o Guardian

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INQUÉRITO

O propósito é simples - investigar as circunstâncias da morte de David Kelly. Lord Sutton conduz um inquérito, que tem um sítio, na net que se tornou num dos mais visitados da Gã Bretanha, como relata o Guardian
O BEIJO GLOBAL
Já repararam que este ano ninguém sabe quem ganhou os prémios MTV? Qual foi o melhor video? A melhor Canção? A melhor Banda? É certo que o mundo da música anda em dificuldades, mas o linguado de Madonna a Briney Spears passou a discussão para outro plano como conta a Slate

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O BEIJO GLOBAL

Já repararam que este ano ninguém sabe quem ganhou os prémios MTV? Qual foi o melhor video? A melhor Canção? A melhor Banda? É certo que o mundo da música anda em dificuldades, mas o linguado de Madonna a Briney Spears passou a discussão para outro plano como conta a Slate
PIRATARIA
Depois de ter dado cabo dos fundamentos da indústria discográfica, a pirataria começa agora a atacar a indústria cinematográfica. Hollywood está em transe. Da mesma forma que na música a pirataria afastou investimentos para o desenvolvimento de novos projectos, o que se passa nos filmes pode comprometer o desenvolvimento futuro da magia do cinema, explica o The Economist com um retrato implacável do que falta fazer nesta área.

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PIRATARIA

Depois de ter dado cabo dos fundamentos da indústria discográfica, a pirataria começa agora a atacar a indústria cinematográfica. Hollywood está em transe. Da mesma forma que na música a pirataria afastou investimentos para o desenvolvimento de novos projectos, o que se passa nos filmes pode comprometer o desenvolvimento futuro da magia do cinema, explica o The Economist com um retrato implacável do que falta fazer nesta área.