junho 07, 2006

AS CONTAS DO AMARAL
Há uns dias atrás o Vereador da Cultura de Lisboa anunciou que as festas de Lisboa custariam este ano menos que as do ano passado, o que lhe daria o cognome de «poupadinho».
Para que as coisas sejam como devem ser, convém recordar que em 2005, entre as iniciativas todas de Junho em Lisboa, arraiais, marchas populares, Feira do Livro, África Festival, Festa do Fado e dezenas de concertos gratuitos entre Junho e final de Setembro em Monsanto e demais iniciativas que decorreram sob o chapéu de Lisboa em Festa durante todos estes meses, o custo total foi de 3,5 milhões de euros. O actual Presidente da autarquia deve lembrar-se do assunto, já que na altura presidia à Egeac.
Actualmente e só para as festividades de Junho vão ser gastos três milhões - e Lisboa voltou a ser uma bagunça de iniciativas simultâneas e sobrepostas em Junho, como era no tempo de João Soares, desertificando nos outros meses, fundamentais para o turismo da cidade.
No final veremos em que ano se gastou mais, quantos espectáculos se produziram, como se fez a ligação a produtores privados, como se diversificaram públicos, como se fidelizaram iniciativas.

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AS CONTAS DO AMARAL
Há uns dias atrás o Vereador da Cultura de Lisboa anunciou que as festas de Lisboa custariam este ano menos que as do ano passado, o que lhe daria o cognome de «poupadinho».
Para que as coisas sejam como devem ser, convém recordar que em 2005, entre as iniciativas todas de Junho em Lisboa, arraiais, marchas populares, Feira do Livro, África Festival, Festa do Fado e dezenas de concertos gratuitos entre Junho e final de Setembro em Monsanto e demais iniciativas que decorreram sob o chapéu de Lisboa em Festa durante todos estes meses, o custo total foi de 3,5 milhões de euros. O actual Presidente da autarquia deve lembrar-se do assunto, já que na altura presidia à Egeac.
Actualmente e só para as festividades de Junho vão ser gastos três milhões - e Lisboa voltou a ser uma bagunça de iniciativas simultâneas e sobrepostas em Junho, como era no tempo de João Soares, desertificando nos outros meses, fundamentais para o turismo da cidade.
No final veremos em que ano se gastou mais, quantos espectáculos se produziram, como se fez a ligação a produtores privados, como se diversificaram públicos, como se fidelizaram iniciativas.

junho 05, 2006

A ARQUIVISTA
A Ministra da Cultura afinal não desapareceu. Tornou-se arquivista. Na sua nova paixão quer transformar o Centro Nacional de Fotografia num mero arquivo.Acho que alguém lhe devia explicar bem o que é um Centro e o que é um Arquivo. E o melhor é explicarem-lhe muito devagarinho a ver se ela consegue perceber...

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A ARQUIVISTA
A Ministra da Cultura afinal não desapareceu. Tornou-se arquivista. Na sua nova paixão quer transformar o Centro Nacional de Fotografia num mero arquivo.Acho que alguém lhe devia explicar bem o que é um Centro e o que é um Arquivo. E o melhor é explicarem-lhe muito devagarinho a ver se ela consegue perceber...
DEPUTADOS - Certamente por engano um jornal noticiava esta semana que os patrióticos deputados portugueses estão a adaptar a agenda do Parlamento aos horários dos jogos do Mundial. É obviamente um equívoco: a verdade é que os deputados adoptaram a agenda do Mundial em detrimento da agenda parlamentar. Confirma-se que até os senhores deputados colocam no futebol, na selecção e em Scolari os destinos do país. Quem achar isto estranho arrisca-se a ser chamado vende-pátrias.

LER – A edição deste mês da revista «Atlântico» tem um imperdível artigo de Maria Filomena Mónica sobre a Casa da Música do Porto no qual arrasa com observação metódica e humor cáustico os detalhes do «poliedro esdrúxulo». Mas a grande peça da revista é um notável artigo do historiador Rui Ramos sobre o 28 de Maio, provocatoriamente intitulado «O 25 de Abril de Salazar»: «Tal como o 25 de Abril de 1974 poderia ter acabado numa ditadura marxista, mas deu lugar à democracia em 1976, também o 28 de Maio de 1926 Poderia ter acabado numa república reformada, mas deu lugar ao Estado Novo. Por estranho que possa parecer, as semelhanças e as analogias não se ficam por aqui».

OUVIR – Sonny Rollins tem 75 anos e continua a ser um dos saxofonistas tenor mais marcantes do jazz. A sua capacidade de interpretação, o sentimento que consegue transmitir com o seu sopro, a intensidade com que toca, tudo contribui para que cada disco seja uma redescoberta. No dia 15 de Setembro de 2001, poucos dias depois dos atentados de Nova York, Rollins deu um concerto no auditório da Universidadce de Berklee, em Boston – esta é a mais prestigiada escola de música de jazz do mundo. Fortemente marcado pela conjuntura de choque em que decorreu, o concerto teve uma carga emotiva invulgar que felizmente se preservou na respectiva gravação, agora editada. Sonny Rollins foi acompanhado neste concerto por um quinteto que integrava Clifton Anderson no trombone, Stephen Scott no piano, Bob Crenshaw no baixo eléctrico, Perry Wilson na bateria e Kimati Dinizilu na percussão. É preciso dizer que em Nova York , Rollins vive a seis quarteirões do local onde ficava o World Trade Center e assistiu, na rua, a tudo o que se passou. Um dia depois foi evacuado do local e há imagens, da CNN, que o mostram a ser transportado, com o seu inseparável saxofone debaixo do braço. Sóbrio e intenso, o concerto tem momentos altos no tema que lha dá o nome, «Without a Song» (do clássico álbum «The Bridge»), no swing irresistível de «Global Warming» e no extraordinário «Why Was I Born». «Without A Song – The 9/11 Concert», CD Milestone Records, distribuído por Universal Music.

COMER – Durante muito tempo o Restaurante A Paz foi um prazer quase diário – fica na Ajuda, era-me próximo, um grupo de amigos juntava-se lá com frequência ao almoço. A qualidade era extraordinária e o serviço irrepreensível. Esta semana, após quase quatro anos de ausência, voltei lá e só me arrependi de o regresso ter demorado tanto tempo. A simpatia do Senhor António continua um cartão de visita, assim como tudo o resto. À hora de almoço a casa tem mais movimento, ao jantar é mais sossegada – e como serve até às dez e meia, é um bom local para um jantar tranquilo. De entrada puseram-nos na mesa uma saladinha de feijão e uns carapauzinhos de escabeche que estavam uma delícia. A seguir veio o que nos tinha lá levado nesse dia: uns filetes de garoupa, acompanhados de arroz de feijão, batata frita às rodelas finíssimas e uma salada mista. A coisa correu pelo melhor: os filetes, bem panados, secos de gordura, de peixe fresquíssimo, continuam entre os melhores que se podem provar em Lisboa. A rematar umas cerejas do Fundão, bem primaveris. Ficou a apetecer-me voltar lá com mais frequência. A Paz, Largo da Paz 22B (à Ajuda), telef. 213 631 915.

AGENDA – Hoje e amanhã às 21h00 e Domingo às 16h00, últimas oportunidades de ver o bailado Giselle, pela Companhia Nacional de Bailado, com coreografia de Georges Garcia, segundo Marius Petipa, Jean Coralli e Jules Perrot, música de Adolphe Adam, cenário e figurinos de António Lagarto e desenho de luz de Cristina Piedade. No Teatro Camões, em Lisboa.

BACK TO BASICS – «Vivemos num tempo em que as coisas desnecessárias se transformaram nas nossas maiores necessidades» - Óscar Wilde.

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DEPUTADOS - Certamente por engano um jornal noticiava esta semana que os patrióticos deputados portugueses estão a adaptar a agenda do Parlamento aos horários dos jogos do Mundial. É obviamente um equívoco: a verdade é que os deputados adoptaram a agenda do Mundial em detrimento da agenda parlamentar. Confirma-se que até os senhores deputados colocam no futebol, na selecção e em Scolari os destinos do país. Quem achar isto estranho arrisca-se a ser chamado vende-pátrias.

LER – A edição deste mês da revista «Atlântico» tem um imperdível artigo de Maria Filomena Mónica sobre a Casa da Música do Porto no qual arrasa com observação metódica e humor cáustico os detalhes do «poliedro esdrúxulo». Mas a grande peça da revista é um notável artigo do historiador Rui Ramos sobre o 28 de Maio, provocatoriamente intitulado «O 25 de Abril de Salazar»: «Tal como o 25 de Abril de 1974 poderia ter acabado numa ditadura marxista, mas deu lugar à democracia em 1976, também o 28 de Maio de 1926 Poderia ter acabado numa república reformada, mas deu lugar ao Estado Novo. Por estranho que possa parecer, as semelhanças e as analogias não se ficam por aqui».

OUVIR – Sonny Rollins tem 75 anos e continua a ser um dos saxofonistas tenor mais marcantes do jazz. A sua capacidade de interpretação, o sentimento que consegue transmitir com o seu sopro, a intensidade com que toca, tudo contribui para que cada disco seja uma redescoberta. No dia 15 de Setembro de 2001, poucos dias depois dos atentados de Nova York, Rollins deu um concerto no auditório da Universidadce de Berklee, em Boston – esta é a mais prestigiada escola de música de jazz do mundo. Fortemente marcado pela conjuntura de choque em que decorreu, o concerto teve uma carga emotiva invulgar que felizmente se preservou na respectiva gravação, agora editada. Sonny Rollins foi acompanhado neste concerto por um quinteto que integrava Clifton Anderson no trombone, Stephen Scott no piano, Bob Crenshaw no baixo eléctrico, Perry Wilson na bateria e Kimati Dinizilu na percussão. É preciso dizer que em Nova York , Rollins vive a seis quarteirões do local onde ficava o World Trade Center e assistiu, na rua, a tudo o que se passou. Um dia depois foi evacuado do local e há imagens, da CNN, que o mostram a ser transportado, com o seu inseparável saxofone debaixo do braço. Sóbrio e intenso, o concerto tem momentos altos no tema que lha dá o nome, «Without a Song» (do clássico álbum «The Bridge»), no swing irresistível de «Global Warming» e no extraordinário «Why Was I Born». «Without A Song – The 9/11 Concert», CD Milestone Records, distribuído por Universal Music.

COMER – Durante muito tempo o Restaurante A Paz foi um prazer quase diário – fica na Ajuda, era-me próximo, um grupo de amigos juntava-se lá com frequência ao almoço. A qualidade era extraordinária e o serviço irrepreensível. Esta semana, após quase quatro anos de ausência, voltei lá e só me arrependi de o regresso ter demorado tanto tempo. A simpatia do Senhor António continua um cartão de visita, assim como tudo o resto. À hora de almoço a casa tem mais movimento, ao jantar é mais sossegada – e como serve até às dez e meia, é um bom local para um jantar tranquilo. De entrada puseram-nos na mesa uma saladinha de feijão e uns carapauzinhos de escabeche que estavam uma delícia. A seguir veio o que nos tinha lá levado nesse dia: uns filetes de garoupa, acompanhados de arroz de feijão, batata frita às rodelas finíssimas e uma salada mista. A coisa correu pelo melhor: os filetes, bem panados, secos de gordura, de peixe fresquíssimo, continuam entre os melhores que se podem provar em Lisboa. A rematar umas cerejas do Fundão, bem primaveris. Ficou a apetecer-me voltar lá com mais frequência. A Paz, Largo da Paz 22B (à Ajuda), telef. 213 631 915.

AGENDA – Hoje e amanhã às 21h00 e Domingo às 16h00, últimas oportunidades de ver o bailado Giselle, pela Companhia Nacional de Bailado, com coreografia de Georges Garcia, segundo Marius Petipa, Jean Coralli e Jules Perrot, música de Adolphe Adam, cenário e figurinos de António Lagarto e desenho de luz de Cristina Piedade. No Teatro Camões, em Lisboa.

BACK TO BASICS – «Vivemos num tempo em que as coisas desnecessárias se transformaram nas nossas maiores necessidades» - Óscar Wilde.
A MINISTRA DESAPARECIDA


Olho à volta à procura da Ministra da Cultura e não a vejo. Se calhar, penso para os meus botões, neste Governo PS de centro-direita, vingou a tese de que o Ministério da Cultura é uma bizarria, uma extravagância, e está a ser descontinuado de forma discreta, longe dos olhares da ribalta.

Digitando «Ministra da Cultura» no Google e escolhendo a opção páginas de Portugal, que conclusão se tira? – Que a Ministra passou a ser apenas corta-fitas. O primeiro ecrã que aparece vem recheado de referências à Feira do Livro, ao Museu do Pão e a outros momentos semelhantes. Verifico, com curiosidade, que é muito referida na imprensa regional e percebo que tem andando no interior a fazer algumas promessas.

O segundo ecrã recorda-me os saneamentos que promoveu, para colocar nos postos chave do Ministério gente da sua confiança, desde a Biblioteca Nacional até ao Teatro Nacional D. Maria; recorda-me as polémicas em que se envolveu com Rui Rio, o episódio da colecção Berardo ou a interminável história da Casa da Música (a propósito: já leram o artigo de Maria Filomena Mónica sobre o tema na revista «Atlântico» deste mês?).

Junto dois mais dois e penso que, depois das complicações que arranjou ao Primeiro-Ministro, alguma voz sábia a mandou passear pelo interior, visitando monumentos e desenvolvendo como área chave do seu Ministério a etnografia.

Anteontem fui ao site do Ministério da Cultura à procura de confirmação para esta tese, e constato que na página de entrada, o Dia Internacional dos Museus, do passado dia 18 de Maio, era ainda o tema em destaque; o último comunicado de imprensa que lá encontro tinha um mês e era sobre a feira do Livro de Turim, do passado dia 2 de Maio – na realidade existem seis comunicados de imprensa desde o dia 1 de Janeiro, uma actividade verdadeiramente imparável.

Dir-me-ão: a Ministra é uma discreta formiguinha trabalhadeira, lá na sombra está tudo em efervescência. Eu, por acaso, gostava de saber o que se passa, quais os planos para aumentar a nossa relação cultural com outros países de língua portuguesa, se uma prometida Film Commission sempre avança, se a Lei do Mecenato está a ser tornada mais atractiva, qual a estratégia de promoção da cultura portuguesa no exterior que está a ser preparada. Em vez disso, vejo notícias do interior. É como se o Ministério da Cultura tivesse entrado em fase de comissão liquidatária.

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A MINISTRA DESAPARECIDA


Olho à volta à procura da Ministra da Cultura e não a vejo. Se calhar, penso para os meus botões, neste Governo PS de centro-direita, vingou a tese de que o Ministério da Cultura é uma bizarria, uma extravagância, e está a ser descontinuado de forma discreta, longe dos olhares da ribalta.

Digitando «Ministra da Cultura» no Google e escolhendo a opção páginas de Portugal, que conclusão se tira? – Que a Ministra passou a ser apenas corta-fitas. O primeiro ecrã que aparece vem recheado de referências à Feira do Livro, ao Museu do Pão e a outros momentos semelhantes. Verifico, com curiosidade, que é muito referida na imprensa regional e percebo que tem andando no interior a fazer algumas promessas.

O segundo ecrã recorda-me os saneamentos que promoveu, para colocar nos postos chave do Ministério gente da sua confiança, desde a Biblioteca Nacional até ao Teatro Nacional D. Maria; recorda-me as polémicas em que se envolveu com Rui Rio, o episódio da colecção Berardo ou a interminável história da Casa da Música (a propósito: já leram o artigo de Maria Filomena Mónica sobre o tema na revista «Atlântico» deste mês?).

Junto dois mais dois e penso que, depois das complicações que arranjou ao Primeiro-Ministro, alguma voz sábia a mandou passear pelo interior, visitando monumentos e desenvolvendo como área chave do seu Ministério a etnografia.

Anteontem fui ao site do Ministério da Cultura à procura de confirmação para esta tese, e constato que na página de entrada, o Dia Internacional dos Museus, do passado dia 18 de Maio, era ainda o tema em destaque; o último comunicado de imprensa que lá encontro tinha um mês e era sobre a feira do Livro de Turim, do passado dia 2 de Maio – na realidade existem seis comunicados de imprensa desde o dia 1 de Janeiro, uma actividade verdadeiramente imparável.

Dir-me-ão: a Ministra é uma discreta formiguinha trabalhadeira, lá na sombra está tudo em efervescência. Eu, por acaso, gostava de saber o que se passa, quais os planos para aumentar a nossa relação cultural com outros países de língua portuguesa, se uma prometida Film Commission sempre avança, se a Lei do Mecenato está a ser tornada mais atractiva, qual a estratégia de promoção da cultura portuguesa no exterior que está a ser preparada. Em vez disso, vejo notícias do interior. É como se o Ministério da Cultura tivesse entrado em fase de comissão liquidatária.

junho 01, 2006

PESADELO
Vai começar o tempo em que os que não ligam ao futebol vão ser descriminados: não vão ter tema de conversa, vão sentir-se excluídos, levam bombardeamentos por tudo quanto é lado. Pior ainda, se não mostratem um resto de emoção que seja pela equipa portuguesa serão apelidados de traidores, excomungados da sociedade e acusados de contribuírem para o descrédito, o desprestígio e a desmoralização do país.

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PESADELO
Vai começar o tempo em que os que não ligam ao futebol vão ser descriminados: não vão ter tema de conversa, vão sentir-se excluídos, levam bombardeamentos por tudo quanto é lado. Pior ainda, se não mostratem um resto de emoção que seja pela equipa portuguesa serão apelidados de traidores, excomungados da sociedade e acusados de contribuírem para o descrédito, o desprestígio e a desmoralização do país.
O PIOR SPOT DE SEMPRE
O pior spot de rádio de que tenho memória é uma coisa que anda a passar por estes dias, propagandeando o relógio da selecção e protagonizando Scolari, com o patrocínio da Federação Portuguesa de Futebol.
MODA TUGA
A moda tuga da época é passear na rua com um auscultador bluetooth encaixado no pavilhão auricular, mesmo que não esteja ligado a coisa alguma. É assim uma espécie de brinco pós-moderno.

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O PIOR SPOT DE SEMPRE
O pior spot de rádio de que tenho memória é uma coisa que anda a passar por estes dias, propagandeando o relógio da selecção e protagonizando Scolari, com o patrocínio da Federação Portuguesa de Futebol.

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MODA TUGA
A moda tuga da época é passear na rua com um auscultador bluetooth encaixado no pavilhão auricular, mesmo que não esteja ligado a coisa alguma. É assim uma espécie de brinco pós-moderno.
RADAR
A Radar é a rádio que ouço mais hoje em dia. Mas infelizmente começa a ter um poucode conversa desnecessária a mais e música a menos. A pior coisa que pode acontecer a uma rádio é ter animadores de antena que se gostam mais de ouvir a esles próprios que às músicas que escolhem.

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RADAR
A Radar é a rádio que ouço mais hoje em dia. Mas infelizmente começa a ter um poucode conversa desnecessária a mais e música a menos. A pior coisa que pode acontecer a uma rádio é ter animadores de antena que se gostam mais de ouvir a esles próprios que às músicas que escolhem.
UFFFFF...
Lá voltou o blogger a funcionar. Um dia sem blogger passa se pior.

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UFFFFF...
Lá voltou o blogger a funcionar. Um dia sem blogger passa se pior.

maio 29, 2006

TIMOR, PELA CNN
Para não ficarmos condicionados pelo lado sentimental, vale a pena ler o que fontes menos envolvidas dizem sobre o que se está a passar.Este é o despacho de hoje da CNN. Excertos:
What began in recent months as a schism within the armed forces spilled over during the past week to the general population, which is divided on geographical lines of east and west, or those perceived to have been pro-Indonesian against those who wanted independence, AP reported.

Rival gangs torched homes and battled with machetes for a third day on Sunday. Fire across the city filled the sky with smoke overnight and into Monday, and the streets were strewn with smoldering debris while Black Hawk helicopters roared overhead.

Australian troops rumbled toward the sound of gunfire in armored personnel carriers, but seemed to only briefly scatter combatants.

Fighting erupted last week when renegade soldiers attacked unarmed police who were being escorted to safety by U.N. staff, leaving nine dead.

Dili's Becora hospital said the toll had risen to 20 by Sunday.

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TIMOR, PELA CNN
Para não ficarmos condicionados pelo lado sentimental, vale a pena ler o que fontes menos envolvidas dizem sobre o que se está a passar.Este é o despacho de hoje da CNN. Excertos:
What began in recent months as a schism within the armed forces spilled over during the past week to the general population, which is divided on geographical lines of east and west, or those perceived to have been pro-Indonesian against those who wanted independence, AP reported.

Rival gangs torched homes and battled with machetes for a third day on Sunday. Fire across the city filled the sky with smoke overnight and into Monday, and the streets were strewn with smoldering debris while Black Hawk helicopters roared overhead.

Australian troops rumbled toward the sound of gunfire in armored personnel carriers, but seemed to only briefly scatter combatants.

Fighting erupted last week when renegade soldiers attacked unarmed police who were being escorted to safety by U.N. staff, leaving nine dead.

Dili's Becora hospital said the toll had risen to 20 by Sunday.