CLARO
Durante 48 horas não consegui aceder ao site do «New Yorker» Mas agora já está bom. A presente edição é dedicada aos casamentos e descasamentos e vale a pena espreitar.
O que vou escrevendo, entre o Weekend do Jornal de Negócios e os Pensamentos Ociosos no SAPO. E mais umas coisas avulsas...
agosto 16, 2003
AINDA O APAGÃO
A net ajudou a que, apesar do apagão, a informação continuasse a circular. O Online Journalism reporta: No electricity, no problem. Many New Yorkers were able to stay connected and informed throughout Thursday's blackout with the aide of the Internet, reports Information Week. After Sept. 11 New York City government upgraded its Web site to serve as an information outlet in the event of future disasters. Mayor Michael Bloomberg's press conferences on the blackout could be watched by anyone with a battery-powered laptop. According to Information Week, residents of Detroit and Cleveland were not so lucky -- city-run Web sites in those cities were down during the crisis. But back in the Big Apple, several New York-based investment banks and the stock exchanges were online and posting information for employees and investors on their operating status. E pelo meio recomendo uma visita aqui para mais informações sobre o assunto.
A net ajudou a que, apesar do apagão, a informação continuasse a circular. O Online Journalism reporta: No electricity, no problem. Many New Yorkers were able to stay connected and informed throughout Thursday's blackout with the aide of the Internet, reports Information Week. After Sept. 11 New York City government upgraded its Web site to serve as an information outlet in the event of future disasters. Mayor Michael Bloomberg's press conferences on the blackout could be watched by anyone with a battery-powered laptop. According to Information Week, residents of Detroit and Cleveland were not so lucky -- city-run Web sites in those cities were down during the crisis. But back in the Big Apple, several New York-based investment banks and the stock exchanges were online and posting information for employees and investors on their operating status. E pelo meio recomendo uma visita aqui para mais informações sobre o assunto.
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AINDA O APAGÃO
A net ajudou a que, apesar do apagão, a informação continuasse a circular. O Online Journalism reporta: No electricity, no problem. Many New Yorkers were able to stay connected and informed throughout Thursday's blackout with the aide of the Internet, reports Information Week. After Sept. 11 New York City government upgraded its Web site to serve as an information outlet in the event of future disasters. Mayor Michael Bloomberg's press conferences on the blackout could be watched by anyone with a battery-powered laptop. According to Information Week, residents of Detroit and Cleveland were not so lucky -- city-run Web sites in those cities were down during the crisis. But back in the Big Apple, several New York-based investment banks and the stock exchanges were online and posting information for employees and investors on their operating status. E pelo meio recomendo uma visita aqui para mais informações sobre o assunto.
A net ajudou a que, apesar do apagão, a informação continuasse a circular. O Online Journalism reporta: No electricity, no problem. Many New Yorkers were able to stay connected and informed throughout Thursday's blackout with the aide of the Internet, reports Information Week. After Sept. 11 New York City government upgraded its Web site to serve as an information outlet in the event of future disasters. Mayor Michael Bloomberg's press conferences on the blackout could be watched by anyone with a battery-powered laptop. According to Information Week, residents of Detroit and Cleveland were not so lucky -- city-run Web sites in those cities were down during the crisis. But back in the Big Apple, several New York-based investment banks and the stock exchanges were online and posting information for employees and investors on their operating status. E pelo meio recomendo uma visita aqui para mais informações sobre o assunto.
SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO
A capa da edição desta semana da «Spectator» é sobre a degradação dos serviços secretos britânicos. O seu autor, Nigel West, afirma que os trabalhistas estão a utilizar os serviços de informação com fins políticos e, fazendo um paralelo com este tipo de comportamento baseado na velha tradição soviética, West afirma que desta forma o Reino Unido fica consideravelmente mais inseguro.
A capa da edição desta semana da «Spectator» é sobre a degradação dos serviços secretos britânicos. O seu autor, Nigel West, afirma que os trabalhistas estão a utilizar os serviços de informação com fins políticos e, fazendo um paralelo com este tipo de comportamento baseado na velha tradição soviética, West afirma que desta forma o Reino Unido fica consideravelmente mais inseguro.
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SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO
A capa da edição desta semana da «Spectator» é sobre a degradação dos serviços secretos britânicos. O seu autor, Nigel West, afirma que os trabalhistas estão a utilizar os serviços de informação com fins políticos e, fazendo um paralelo com este tipo de comportamento baseado na velha tradição soviética, West afirma que desta forma o Reino Unido fica consideravelmente mais inseguro.
A capa da edição desta semana da «Spectator» é sobre a degradação dos serviços secretos britânicos. O seu autor, Nigel West, afirma que os trabalhistas estão a utilizar os serviços de informação com fins políticos e, fazendo um paralelo com este tipo de comportamento baseado na velha tradição soviética, West afirma que desta forma o Reino Unido fica consideravelmente mais inseguro.
APAGÃO
Em solidariedade com o apagão nova-iorquino resolvi desligar o computador 24 horas.
Não, não insandeci, mas como li tantas evocações de apagões antigos, acabei por enjoar. Confesso que não me senti muito receptivo a notícias sobre este apagão. Não me impressionou muito tão pouco. Houve uma falha de energia, grandota é certo. Imaginei-me noutras coisas: se fosse por cá? Lembram-se da cegonha que pôs meio país às escuras? O Dr. Ferro, se o apagão americano atacasse em Portugal, havia de pedir a cabeça do Primeiro Ministro, da nova administração da EDP e de 2/3 dos Ministros. O Dr. Carvalhas havia de sair das suas praias de Tavira a dizer que assim se provava como a política reaccionária do Governo era perigosa para a independência energética do país, o Dr. Monteiro queixar-se-ìa das ofensivas do capital estrangeiro sobre a EDP e da falta de uma estratégia energética de Bruxelas, o que, já se sabe, trama supinamente os estados membros. As televisões haviam de ser inundadas por especialistas de porra nenhuma a perorarem sobre o assunto. Ou seja, transformar-se-ia um incidente num facto politicamente relevante. Percebem porque é que eu digo que muito do que se faz por aí é desinformação e manipulação? Repararam como os media americanos trataram do assunto? Como Mayor reagiu?
Em solidariedade com o apagão nova-iorquino resolvi desligar o computador 24 horas.
Não, não insandeci, mas como li tantas evocações de apagões antigos, acabei por enjoar. Confesso que não me senti muito receptivo a notícias sobre este apagão. Não me impressionou muito tão pouco. Houve uma falha de energia, grandota é certo. Imaginei-me noutras coisas: se fosse por cá? Lembram-se da cegonha que pôs meio país às escuras? O Dr. Ferro, se o apagão americano atacasse em Portugal, havia de pedir a cabeça do Primeiro Ministro, da nova administração da EDP e de 2/3 dos Ministros. O Dr. Carvalhas havia de sair das suas praias de Tavira a dizer que assim se provava como a política reaccionária do Governo era perigosa para a independência energética do país, o Dr. Monteiro queixar-se-ìa das ofensivas do capital estrangeiro sobre a EDP e da falta de uma estratégia energética de Bruxelas, o que, já se sabe, trama supinamente os estados membros. As televisões haviam de ser inundadas por especialistas de porra nenhuma a perorarem sobre o assunto. Ou seja, transformar-se-ia um incidente num facto politicamente relevante. Percebem porque é que eu digo que muito do que se faz por aí é desinformação e manipulação? Repararam como os media americanos trataram do assunto? Como Mayor reagiu?
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APAGÃO
Em solidariedade com o apagão nova-iorquino resolvi desligar o computador 24 horas.
Não, não insandeci, mas como li tantas evocações de apagões antigos, acabei por enjoar. Confesso que não me senti muito receptivo a notícias sobre este apagão. Não me impressionou muito tão pouco. Houve uma falha de energia, grandota é certo. Imaginei-me noutras coisas: se fosse por cá? Lembram-se da cegonha que pôs meio país às escuras? O Dr. Ferro, se o apagão americano atacasse em Portugal, havia de pedir a cabeça do Primeiro Ministro, da nova administração da EDP e de 2/3 dos Ministros. O Dr. Carvalhas havia de sair das suas praias de Tavira a dizer que assim se provava como a política reaccionária do Governo era perigosa para a independência energética do país, o Dr. Monteiro queixar-se-ìa das ofensivas do capital estrangeiro sobre a EDP e da falta de uma estratégia energética de Bruxelas, o que, já se sabe, trama supinamente os estados membros. As televisões haviam de ser inundadas por especialistas de porra nenhuma a perorarem sobre o assunto. Ou seja, transformar-se-ia um incidente num facto politicamente relevante. Percebem porque é que eu digo que muito do que se faz por aí é desinformação e manipulação? Repararam como os media americanos trataram do assunto? Como Mayor reagiu?
Em solidariedade com o apagão nova-iorquino resolvi desligar o computador 24 horas.
Não, não insandeci, mas como li tantas evocações de apagões antigos, acabei por enjoar. Confesso que não me senti muito receptivo a notícias sobre este apagão. Não me impressionou muito tão pouco. Houve uma falha de energia, grandota é certo. Imaginei-me noutras coisas: se fosse por cá? Lembram-se da cegonha que pôs meio país às escuras? O Dr. Ferro, se o apagão americano atacasse em Portugal, havia de pedir a cabeça do Primeiro Ministro, da nova administração da EDP e de 2/3 dos Ministros. O Dr. Carvalhas havia de sair das suas praias de Tavira a dizer que assim se provava como a política reaccionária do Governo era perigosa para a independência energética do país, o Dr. Monteiro queixar-se-ìa das ofensivas do capital estrangeiro sobre a EDP e da falta de uma estratégia energética de Bruxelas, o que, já se sabe, trama supinamente os estados membros. As televisões haviam de ser inundadas por especialistas de porra nenhuma a perorarem sobre o assunto. Ou seja, transformar-se-ia um incidente num facto politicamente relevante. Percebem porque é que eu digo que muito do que se faz por aí é desinformação e manipulação? Repararam como os media americanos trataram do assunto? Como Mayor reagiu?
agosto 14, 2003
UM AMIGO
Morreu o Zé Matos Cristovão. Jornalista e homem de mil ofícios era amigo do seu amigo. Amigo como poucos. Bem disposto e sempre saudavelmente excessivo abraçava ideias e desafios como abraçava aqueles de quem gostava. Nos últimos anos pôs mãos a fazer aquilo que sempre tinha querido: um restaurante, um bar, uma mesa para os amigos. Há pouco tempo tinha conseguido concretizar mais alguns sonhos. Da última vez que falei com ele estava mesmo contente. Ainda bem que estava assim quando foi ali dar esta volta. Um abraço Zé.
Morreu o Zé Matos Cristovão. Jornalista e homem de mil ofícios era amigo do seu amigo. Amigo como poucos. Bem disposto e sempre saudavelmente excessivo abraçava ideias e desafios como abraçava aqueles de quem gostava. Nos últimos anos pôs mãos a fazer aquilo que sempre tinha querido: um restaurante, um bar, uma mesa para os amigos. Há pouco tempo tinha conseguido concretizar mais alguns sonhos. Da última vez que falei com ele estava mesmo contente. Ainda bem que estava assim quando foi ali dar esta volta. Um abraço Zé.
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UM AMIGO
Morreu o Zé Matos Cristovão. Jornalista e homem de mil ofícios era amigo do seu amigo. Amigo como poucos. Bem disposto e sempre saudavelmente excessivo abraçava ideias e desafios como abraçava aqueles de quem gostava. Nos últimos anos pôs mãos a fazer aquilo que sempre tinha querido: um restaurante, um bar, uma mesa para os amigos. Há pouco tempo tinha conseguido concretizar mais alguns sonhos. Da última vez que falei com ele estava mesmo contente. Ainda bem que estava assim quando foi ali dar esta volta. Um abraço Zé.
Morreu o Zé Matos Cristovão. Jornalista e homem de mil ofícios era amigo do seu amigo. Amigo como poucos. Bem disposto e sempre saudavelmente excessivo abraçava ideias e desafios como abraçava aqueles de quem gostava. Nos últimos anos pôs mãos a fazer aquilo que sempre tinha querido: um restaurante, um bar, uma mesa para os amigos. Há pouco tempo tinha conseguido concretizar mais alguns sonhos. Da última vez que falei com ele estava mesmo contente. Ainda bem que estava assim quando foi ali dar esta volta. Um abraço Zé.
POESIA DE SAUDADE
Dá paz ao ardor
De quem te deseja.
Contenta o amor
E faz dom de ti,
amos, sorri,
Quando a boca beija.
Me disse na hora:
«Pecar me refreia.»
Respondi-lhe:
«Ora! Não é coisa feia.»
Estas palavras são de Al - Mu'tamid, que viveu entre 1040 e 1091, durante o domínio Árabe. Poeta e guerreiro, foi Rei de Sevilha e a sua «Evocação de Silves» é irresistível:
Saúda, por mim, Abg Bakr,
Os queridos lugares de Silves
E diz-me se deles a saudade
É tão grande quanto a minha.
Saúda o palácio dos Balcões
Da parte de quem nunca os esqueceu.
Morada de leões e de gazelas
Salas e sombras onde eu
Doce refúgio encontrava
Entre ancas opulentas
E tão estreitas cinturas!
Mulheres níveas e morenas
Atravessavam-me a alma
Como brancas espadas
E lanças escuras.
Ai quantas noites fiquei,
Lá no remanso do rio,
Nos jogos do amor
Com a da pulseira curva
Igual aos meandros da água
Enquanto o tempo passava..
E me servia de vinho:
O vinho do seu olhar
Às vezes o do seu copo
E outras vezes o da boca.
Tangia cordas de alaúde
E eis que eu estremecia
Como se estivesse ouvindo
Tendões de colos cortados.
Mas retirava o seu manto
Grácil detalhe mostrando:
Era ramo de salgueiro
Que abria o seu botão
Para ostentar a flor.
Dá paz ao ardor
De quem te deseja.
Contenta o amor
E faz dom de ti,
amos, sorri,
Quando a boca beija.
Me disse na hora:
«Pecar me refreia.»
Respondi-lhe:
«Ora! Não é coisa feia.»
Estas palavras são de Al - Mu'tamid, que viveu entre 1040 e 1091, durante o domínio Árabe. Poeta e guerreiro, foi Rei de Sevilha e a sua «Evocação de Silves» é irresistível:
Saúda, por mim, Abg Bakr,
Os queridos lugares de Silves
E diz-me se deles a saudade
É tão grande quanto a minha.
Saúda o palácio dos Balcões
Da parte de quem nunca os esqueceu.
Morada de leões e de gazelas
Salas e sombras onde eu
Doce refúgio encontrava
Entre ancas opulentas
E tão estreitas cinturas!
Mulheres níveas e morenas
Atravessavam-me a alma
Como brancas espadas
E lanças escuras.
Ai quantas noites fiquei,
Lá no remanso do rio,
Nos jogos do amor
Com a da pulseira curva
Igual aos meandros da água
Enquanto o tempo passava..
E me servia de vinho:
O vinho do seu olhar
Às vezes o do seu copo
E outras vezes o da boca.
Tangia cordas de alaúde
E eis que eu estremecia
Como se estivesse ouvindo
Tendões de colos cortados.
Mas retirava o seu manto
Grácil detalhe mostrando:
Era ramo de salgueiro
Que abria o seu botão
Para ostentar a flor.
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POESIA DE SAUDADE
Dá paz ao ardor
De quem te deseja.
Contenta o amor
E faz dom de ti,
amos, sorri,
Quando a boca beija.
Me disse na hora:
«Pecar me refreia.»
Respondi-lhe:
«Ora! Não é coisa feia.»
Estas palavras são de Al - Mu'tamid, que viveu entre 1040 e 1091, durante o domínio Árabe. Poeta e guerreiro, foi Rei de Sevilha e a sua «Evocação de Silves» é irresistível:
Saúda, por mim, Abg Bakr,
Os queridos lugares de Silves
E diz-me se deles a saudade
É tão grande quanto a minha.
Saúda o palácio dos Balcões
Da parte de quem nunca os esqueceu.
Morada de leões e de gazelas
Salas e sombras onde eu
Doce refúgio encontrava
Entre ancas opulentas
E tão estreitas cinturas!
Mulheres níveas e morenas
Atravessavam-me a alma
Como brancas espadas
E lanças escuras.
Ai quantas noites fiquei,
Lá no remanso do rio,
Nos jogos do amor
Com a da pulseira curva
Igual aos meandros da água
Enquanto o tempo passava..
E me servia de vinho:
O vinho do seu olhar
Às vezes o do seu copo
E outras vezes o da boca.
Tangia cordas de alaúde
E eis que eu estremecia
Como se estivesse ouvindo
Tendões de colos cortados.
Mas retirava o seu manto
Grácil detalhe mostrando:
Era ramo de salgueiro
Que abria o seu botão
Para ostentar a flor.
Dá paz ao ardor
De quem te deseja.
Contenta o amor
E faz dom de ti,
amos, sorri,
Quando a boca beija.
Me disse na hora:
«Pecar me refreia.»
Respondi-lhe:
«Ora! Não é coisa feia.»
Estas palavras são de Al - Mu'tamid, que viveu entre 1040 e 1091, durante o domínio Árabe. Poeta e guerreiro, foi Rei de Sevilha e a sua «Evocação de Silves» é irresistível:
Saúda, por mim, Abg Bakr,
Os queridos lugares de Silves
E diz-me se deles a saudade
É tão grande quanto a minha.
Saúda o palácio dos Balcões
Da parte de quem nunca os esqueceu.
Morada de leões e de gazelas
Salas e sombras onde eu
Doce refúgio encontrava
Entre ancas opulentas
E tão estreitas cinturas!
Mulheres níveas e morenas
Atravessavam-me a alma
Como brancas espadas
E lanças escuras.
Ai quantas noites fiquei,
Lá no remanso do rio,
Nos jogos do amor
Com a da pulseira curva
Igual aos meandros da água
Enquanto o tempo passava..
E me servia de vinho:
O vinho do seu olhar
Às vezes o do seu copo
E outras vezes o da boca.
Tangia cordas de alaúde
E eis que eu estremecia
Como se estivesse ouvindo
Tendões de colos cortados.
Mas retirava o seu manto
Grácil detalhe mostrando:
Era ramo de salgueiro
Que abria o seu botão
Para ostentar a flor.
RECOMENDAÇÕES
Fim de semana alongado, deve ser bom para aproveitar os últimos momentos de tranquilidade em Lisboa, antes de ser invadida pelo regresso das Férias. Vou a Alfama passear nas ruas sem trânsito, a ver se consigo comer uns petiscos na «Parreirinha» e se tenho a sorte de Argentina Santos lá estar a cantar. E vou reler as «Fábulas» de La Fontaine, numa bela edição da Ambar, quer-me parecer que ainda me vão ser muito úteis nos próximos tempos.
(extraído da versão impressa d'A Esquina, na edição de hoje do «Jornal de Negócios»)
Fim de semana alongado, deve ser bom para aproveitar os últimos momentos de tranquilidade em Lisboa, antes de ser invadida pelo regresso das Férias. Vou a Alfama passear nas ruas sem trânsito, a ver se consigo comer uns petiscos na «Parreirinha» e se tenho a sorte de Argentina Santos lá estar a cantar. E vou reler as «Fábulas» de La Fontaine, numa bela edição da Ambar, quer-me parecer que ainda me vão ser muito úteis nos próximos tempos.
(extraído da versão impressa d'A Esquina, na edição de hoje do «Jornal de Negócios»)
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RECOMENDAÇÕES
Fim de semana alongado, deve ser bom para aproveitar os últimos momentos de tranquilidade em Lisboa, antes de ser invadida pelo regresso das Férias. Vou a Alfama passear nas ruas sem trânsito, a ver se consigo comer uns petiscos na «Parreirinha» e se tenho a sorte de Argentina Santos lá estar a cantar. E vou reler as «Fábulas» de La Fontaine, numa bela edição da Ambar, quer-me parecer que ainda me vão ser muito úteis nos próximos tempos.
(extraído da versão impressa d'A Esquina, na edição de hoje do «Jornal de Negócios»)
Fim de semana alongado, deve ser bom para aproveitar os últimos momentos de tranquilidade em Lisboa, antes de ser invadida pelo regresso das Férias. Vou a Alfama passear nas ruas sem trânsito, a ver se consigo comer uns petiscos na «Parreirinha» e se tenho a sorte de Argentina Santos lá estar a cantar. E vou reler as «Fábulas» de La Fontaine, numa bela edição da Ambar, quer-me parecer que ainda me vão ser muito úteis nos próximos tempos.
(extraído da versão impressa d'A Esquina, na edição de hoje do «Jornal de Negócios»)
agosto 13, 2003
UM MODELO
O Observatório da Imprensa brasileiro é um modelo de constante acompanhamento do que se passa nos media em geral, com informações, artigos históricos, análises e, claro, logo à cabeça, nestes dias, uma avaliação do que poderá ser o futuro do império Globo depois da morte de Roberto Marinho, acompanhada de uma lúcida biografia do jornalista.
O Observatório da Imprensa brasileiro é um modelo de constante acompanhamento do que se passa nos media em geral, com informações, artigos históricos, análises e, claro, logo à cabeça, nestes dias, uma avaliação do que poderá ser o futuro do império Globo depois da morte de Roberto Marinho, acompanhada de uma lúcida biografia do jornalista.
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UM MODELO
O Observatório da Imprensa brasileiro é um modelo de constante acompanhamento do que se passa nos media em geral, com informações, artigos históricos, análises e, claro, logo à cabeça, nestes dias, uma avaliação do que poderá ser o futuro do império Globo depois da morte de Roberto Marinho, acompanhada de uma lúcida biografia do jornalista.
O Observatório da Imprensa brasileiro é um modelo de constante acompanhamento do que se passa nos media em geral, com informações, artigos históricos, análises e, claro, logo à cabeça, nestes dias, uma avaliação do que poderá ser o futuro do império Globo depois da morte de Roberto Marinho, acompanhada de uma lúcida biografia do jornalista.
OBSERVAR
A propósito da morte de Marie Trintignant o
Observatório da Imprensa brasileiro publica uma análise muito interessante do comportamento dos media franceses face à situação. Faz falta por cá reflectir sobre a forma como os media acompanham os assuntos - é certo que nalguns blogs se tem falado disso, mas devia haver uma reflexão mais sistematizada, pública e aberta sobre o assunto. Ajudava-nos a todos: a quem trabalha no sector e a quem o consome.
A propósito da morte de Marie Trintignant o
Observatório da Imprensa brasileiro publica uma análise muito interessante do comportamento dos media franceses face à situação. Faz falta por cá reflectir sobre a forma como os media acompanham os assuntos - é certo que nalguns blogs se tem falado disso, mas devia haver uma reflexão mais sistematizada, pública e aberta sobre o assunto. Ajudava-nos a todos: a quem trabalha no sector e a quem o consome.
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OBSERVAR
A propósito da morte de Marie Trintignant o
Observatório da Imprensa brasileiro publica uma análise muito interessante do comportamento dos media franceses face à situação. Faz falta por cá reflectir sobre a forma como os media acompanham os assuntos - é certo que nalguns blogs se tem falado disso, mas devia haver uma reflexão mais sistematizada, pública e aberta sobre o assunto. Ajudava-nos a todos: a quem trabalha no sector e a quem o consome.
A propósito da morte de Marie Trintignant o
Observatório da Imprensa brasileiro publica uma análise muito interessante do comportamento dos media franceses face à situação. Faz falta por cá reflectir sobre a forma como os media acompanham os assuntos - é certo que nalguns blogs se tem falado disso, mas devia haver uma reflexão mais sistematizada, pública e aberta sobre o assunto. Ajudava-nos a todos: a quem trabalha no sector e a quem o consome.
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