agosto 27, 2003

CANAL 2
Mais de dois milhões de mensagens publicadas por dia, repetidas notícias em exclusivo e um fanatismo militante são as características do mais popular site japonês, o «Channel 2». Descubram tudo sobre o assunto aqui.

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CANAL 2

Mais de dois milhões de mensagens publicadas por dia, repetidas notícias em exclusivo e um fanatismo militante são as características do mais popular site japonês, o «Channel 2». Descubram tudo sobre o assunto aqui.
CARICATURAS
Um dos bons serviços da Slate é a compilação de desenhos humorísticos de cariz políticos publicados um pouco por todo o lado à volta do mundo. Espreitem a secção sobre o candidato Arnold no Estado da California e divirtam-se um pouco.

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CARICATURAS

Um dos bons serviços da Slate é a compilação de desenhos humorísticos de cariz políticos publicados um pouco por todo o lado à volta do mundo. Espreitem a secção sobre o candidato Arnold no Estado da California e divirtam-se um pouco.

DISPUTA UNIVERSAL
A luta pela Vivendi Universal Entertainment está a ficar dura e reduzida a dois pretendentes:a NBC e Edgar Bronfman Jr. , estando a oferta já acima dos 13 mil milhões de dolares. Bronfman, o herdeiro da Seagram, tinha vendido a maioria do capital da Universal à Vivendi e permaneceu como administrador do grupo durante algum tempo. Agora quer voltar a comprar uma das maiores companhias de entretenimento do mundo. O USA Today conta a história toda.

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DISPUTA UNIVERSAL

A luta pela Vivendi Universal Entertainment está a ficar dura e reduzida a dois pretendentes:a NBC e Edgar Bronfman Jr. , estando a oferta já acima dos 13 mil milhões de dolares. Bronfman, o herdeiro da Seagram, tinha vendido a maioria do capital da Universal à Vivendi e permaneceu como administrador do grupo durante algum tempo. Agora quer voltar a comprar uma das maiores companhias de entretenimento do mundo. O USA Today conta a história toda.
A MÁQUINA PENSA, PORTANTO EXISTE
A busca pela inteligência artificial continua a dominar o interesse da comunidade científica. Há avanços na matéria, uma descoberta nova que pode alterar o relacionamento entre homens e máquinas. Mais informações na Wired.

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A MÁQUINA PENSA, PORTANTO EXISTE

A busca pela inteligência artificial continua a dominar o interesse da comunidade científica. Há avanços na matéria, uma descoberta nova que pode alterar o relacionamento entre homens e máquinas. Mais informações na Wired.
A SEGUNDA FASE DA REVOLUÇÃO DIGITAL
Todas as gerações têm direito a uma revolução nos media: para os nossos pais foi a rádio, para nós a televisão, para os nossos filhos é o digital - as palavras são de Greg Dyke, o homem forte da BBC, que acredita estarmos no limiar da segunda fase da revolução digital, onde os valores públicos deverão sobrepor-se aos privados.
O discurso foi proferido no Festival de Televisão de Edinburgh e merece ser lido com atenção por todos quantos se interessam por televisão e novos media. Sugiro que espreitem aqui.

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A SEGUNDA FASE DA REVOLUÇÃO DIGITAL

Todas as gerações têm direito a uma revolução nos media: para os nossos pais foi a rádio, para nós a televisão, para os nossos filhos é o digital - as palavras são de Greg Dyke, o homem forte da BBC, que acredita estarmos no limiar da segunda fase da revolução digital, onde os valores públicos deverão sobrepor-se aos privados.

O discurso foi proferido no Festival de Televisão de Edinburgh e merece ser lido com atenção por todos quantos se interessam por televisão e novos media. Sugiro que espreitem aqui.

agosto 26, 2003

FOTOJORNALISMO
Todos os que se interessam por fotografia podem ler uma interessante Confissão de Um Fotojornalista, onde se abordam questões como a maipulação técnica e quiímica das imagens e sua repercussão na ética da comunicação.

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FOTOJORNALISMO

Todos os que se interessam por fotografia podem ler uma interessante Confissão de Um Fotojornalista, onde se abordam questões como a maipulação técnica e quiímica das imagens e sua repercussão na ética da comunicação.

OS BLOGS CHEGAM À AOL
A American On Line acabou por ceder aos Blogs e desde segunda-feira entrou na onda, como se pode ler aqui: The service lets people publish their own daily musings and complement their text with photos and picture albums. Users can also arrange their journals by topics, such as sports, relationships or books.

AOL will offer the new feature as part of its proprietary online service, but users will be able to update their blogs through the AOL Web site, AOL Instant Messenger and their cell phones. AOL by Phone subscribers can also use telephones to record an MP3 file of their voice and insert the file into their journals.

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OS BLOGS CHEGAM À AOL

A American On Line acabou por ceder aos Blogs e desde segunda-feira entrou na onda, como se pode ler aqui: The service lets people publish their own daily musings and complement their text with photos and picture albums. Users can also arrange their journals by topics, such as sports, relationships or books.



AOL will offer the new feature as part of its proprietary online service, but users will be able to update their blogs through the AOL Web site, AOL Instant Messenger and their cell phones. AOL by Phone subscribers can also use telephones to record an MP3 file of their voice and insert the file into their journals.



CITAÇÕES
Porque é que eu faço tantas citações? - perguntam-me. E eu respondo: porque gosto de partilhar o que vou descobrindo, porque encontro quase sempre coisas interessantes, porque nunca fui do género de gostar de me ouvir acima de tudo o resto. Encaro-me como um intermediário de informação e tento praticar uma taxa justa, não carregando nas minhas coisas pessoais.

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CITAÇÕES

Porque é que eu faço tantas citações? - perguntam-me. E eu respondo: porque gosto de partilhar o que vou descobrindo, porque encontro quase sempre coisas interessantes, porque nunca fui do género de gostar de me ouvir acima de tudo o resto. Encaro-me como um intermediário de informação e tento praticar uma taxa justa, não carregando nas minhas coisas pessoais.
BURNING MAN
O que é o Burning Man? Um homem a arder? - The event -- part fire ceremony, part party, part indescribable surreality -- began in 1986 when co-founders Larry Harvey and Jerry James constructed an improvised wooden figure in honor of summer solstice, then burned it on San Francisco's Baker Beach. The yearly happening grew over time, migrating to Black Rock City, Nevada, in 1990, where it will return from Aug. 25 through Sept. 1.. Este é o excerto de um artigo da Wired sobre o assunto. E podem também visitar directamente o site do Homem a Arder - vale a pena garanto-vos.

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BURNING MAN

O que é o Burning Man? Um homem a arder? - The event -- part fire ceremony, part party, part indescribable surreality -- began in 1986 when co-founders Larry Harvey and Jerry James constructed an improvised wooden figure in honor of summer solstice, then burned it on San Francisco's Baker Beach. The yearly happening grew over time, migrating to Black Rock City, Nevada, in 1990, where it will return from Aug. 25 through Sept. 1.. Este é o excerto de um artigo da Wired sobre o assunto. E podem também visitar directamente o site do Homem a Arder - vale a pena garanto-vos.
UM BOM RESUMO
Uma maneira rápida de saber o que se passa à nossa volta é consultar o serviço de síntese de revistas disponibilizado pela Slate, uma das mais antigas publicações da Internet, uma revista virtual da Microsoft, que além disso tem muito boa coisa para ler. Vejam também a secção
Travel & Food.

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UM BOM RESUMO

Uma maneira rápida de saber o que se passa à nossa volta é consultar o serviço de síntese de revistas disponibilizado pela Slate, uma das mais antigas publicações da Internet, uma revista virtual da Microsoft, que além disso tem muito boa coisa para ler. Vejam também a secção

Travel & Food.

agosto 25, 2003

COSTA NOVA
Gosto da Costa Nova, ali nas cercanias de Aveiro. Ontem passei lá o dia, naquela língua de terra com a ria de um lado e o oceano do outro. Ao almoço a minha amiga Ana serviu-nos o melhor petisco que imaginar se pode: caldeirada de enguias, uma perfeita delícia, com os bichinhos a nadar num abundante molho amarelo, saborosíssimo, onde andam umas batatas de boa consistência a ganhar paladar. Pelo meio da tarde houve sesta e antes de se ganhar alguma boa disposição com o empate do FCP face ao Estrela da Amadora, tive tempo de beber uma cerveja a contemplar um dos mais bonitos pôr do sol que conheço. Espreita-se para trás da casa e vê-se o Sol a cair no oceano, naquela luz de fim de tarde; viramo-nos para a ria e vemos o lado de lá banhado pela mesma luz, reflectida na água e nos bancos de areia. Tem que se viver aquela luz, naquele sítio, para se perceber o que é.
A Costa Nova é um dos paraísos portugueses, mas nos últimos anos a especulação imobiliária e as sempre suspeitas tentações imobiliárias de alguns autarcas arrasam com o que existe. Na ponta da Costa Nova deixaram construir um condomínio quase sem espaço até à estrada, demasiado movimentada, ainda por cima; e do outro lado, na Barra, preparam um complexo imobiliário de excessiva dimensão, durante anos empatado pelo Ministério do Ambiente e agora, sem se saber bem porquê, subitamente autorizado. É isto que chateia.

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COSTA NOVA

Gosto da Costa Nova, ali nas cercanias de Aveiro. Ontem passei lá o dia, naquela língua de terra com a ria de um lado e o oceano do outro. Ao almoço a minha amiga Ana serviu-nos o melhor petisco que imaginar se pode: caldeirada de enguias, uma perfeita delícia, com os bichinhos a nadar num abundante molho amarelo, saborosíssimo, onde andam umas batatas de boa consistência a ganhar paladar. Pelo meio da tarde houve sesta e antes de se ganhar alguma boa disposição com o empate do FCP face ao Estrela da Amadora, tive tempo de beber uma cerveja a contemplar um dos mais bonitos pôr do sol que conheço. Espreita-se para trás da casa e vê-se o Sol a cair no oceano, naquela luz de fim de tarde; viramo-nos para a ria e vemos o lado de lá banhado pela mesma luz, reflectida na água e nos bancos de areia. Tem que se viver aquela luz, naquele sítio, para se perceber o que é.

A Costa Nova é um dos paraísos portugueses, mas nos últimos anos a especulação imobiliária e as sempre suspeitas tentações imobiliárias de alguns autarcas arrasam com o que existe. Na ponta da Costa Nova deixaram construir um condomínio quase sem espaço até à estrada, demasiado movimentada, ainda por cima; e do outro lado, na Barra, preparam um complexo imobiliário de excessiva dimensão, durante anos empatado pelo Ministério do Ambiente e agora, sem se saber bem porquê, subitamente autorizado. É isto que chateia.
SENTIR
Hoje vou sentir o que é rever.
INDICAÇÕES ÚTEIS
A «Wired» fez um guia dos melhores aparelhos, de PDA's a Laptops, passando por auscultadores bluetooth. Basta clicar aqui para saber tudo.

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SENTIR

Hoje vou sentir o que é rever.

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INDICAÇÕES ÚTEIS

A «Wired» fez um guia dos melhores aparelhos, de PDA's a Laptops, passando por auscultadores bluetooth. Basta clicar aqui para saber tudo.
COMO FAZER AS COISAS
O grande Art Buchwald ensina como se criam algumas notícias: Do you think the Pentagon wants to destabilize Iran by force?"

"The United States has a lot of troops over there and they don't want to send them home if there is going to be another war next door."

"So what are you going to do?"

"Hang tough, leak stuff to the press that will reveal what the Pentagon is doing, publicly announce that Iran is also our problem, and see that Powell gets as much time on television as Rumsfeld. If we don't, Defense will turn the State Department building into a hangar for B-52s."

"I will quote what you have just told me and you can deny you said it."

"Good boy."
Para ler o texto integral nada como o Wasington Post.

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COMO FAZER AS COISAS

O grande Art Buchwald ensina como se criam algumas notícias: Do you think the Pentagon wants to destabilize Iran by force?"



"The United States has a lot of troops over there and they don't want to send them home if there is going to be another war next door."



"So what are you going to do?"



"Hang tough, leak stuff to the press that will reveal what the Pentagon is doing, publicly announce that Iran is also our problem, and see that Powell gets as much time on television as Rumsfeld. If we don't, Defense will turn the State Department building into a hangar for B-52s."



"I will quote what you have just told me and you can deny you said it."



"Good boy."
Para ler o texto integral nada como o Wasington Post.

agosto 24, 2003

UM EXCERTO
Fica aqui a minha homenagem ao Guerra e Pas com a citação de um texto imperdível, um post do passado dia 18 intitulado Portugal de Futuro ou Há um Professor Bambo em todos nós
. Aqui vai, espero que vos dê tanto gôzo como me deu a mim:
Para daqui a 50 anos, prevejo para o nosso país que:


- Será admitido que as cedilhas sejam usadas nos “cês” que precedem “es” ou “is”.
- Margarida Rebelo Pinto será estudada nas universidades e aclamada como a libertadora da Literatura Portuguesa. A expressão “25 de abril” será usada associada aos seus primeiros livros.
- Terá havido um terramoto em Lisboa. Daí surgiram novos bairros: Nova Lapa, Novo Bairro (antigo bairro alto) e foram instaladas praias artificiais naquela quera a zona das docas há 50 anos.
- Viver em Lisboa é hoje um ‘must’, depois de uma reconstrução que se arrastou por 15 anos e que só terminou há menos de dez.
- Vários prédios são implodidos no antigo concelho de Sintra, hoje AML II (Área Metropolitana de Lisboa II). A ideia é construir um bosque artificial, respeitando a paisagem da zona de Sintra do passado
- Pedro Worscoski é o primeiro ministro português com ascedência ucraniana. Terá a pasta das comunidades.
- A rádio ‘como era antigamente’, sem que se pudessem escolher as músicas, mas sim seleccionada por animadores humanos, é o novo projecto do maior grupo de media português.
- A cidade do Porto inaugura o seu segundo Zoológico
- Lisboa inaugura a sua sexta travessia sobre o Tejo – a Ponte Milénio - , desta vez ligando mais uma vez a Trafaria a Algés, a apenas um quilómetro da Ponte Mário Soares.
- O Petróleo da Zona de Leiria vai deixar de ser explorado. As jazidas descobertas há 30 anos não são rentáveis, especialmente depois do declínio no uso de combustíveis fósseis.
- Mais de um sexto dos portugueses têm avós ou pais nascidos noutros países.
- O Estádio Pinto da Costa, no Porto, vai ser demolido e dará lugar a um novo, completamente automatizado.
- Há planos para a abertura de uma academia do fado, uma música célebre e popular no século passado e inícios deste século.
- Na Madeira será inaugurada finalmente a estátua a Alberto João Jardim. Ficará no Funchal, na Praça Vicente Jorge Silva.
- Benfica e Sporting disputam o campeonato. O FC Porto, há 18 anos sem ganhar, admite que ainda não será este ano.

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UM EXCERTO

Fica aqui a minha homenagem ao Guerra e Pas com a citação de um texto imperdível, um post do passado dia 18 intitulado Portugal de Futuro ou Há um Professor Bambo em todos nós

. Aqui vai, espero que vos dê tanto gôzo como me deu a mim:

Para daqui a 50 anos, prevejo para o nosso país que:





- Será admitido que as cedilhas sejam usadas nos “cês” que precedem “es” ou “is”.

- Margarida Rebelo Pinto será estudada nas universidades e aclamada como a libertadora da Literatura Portuguesa. A expressão “25 de abril” será usada associada aos seus primeiros livros.

- Terá havido um terramoto em Lisboa. Daí surgiram novos bairros: Nova Lapa, Novo Bairro (antigo bairro alto) e foram instaladas praias artificiais naquela quera a zona das docas há 50 anos.

- Viver em Lisboa é hoje um ‘must’, depois de uma reconstrução que se arrastou por 15 anos e que só terminou há menos de dez.

- Vários prédios são implodidos no antigo concelho de Sintra, hoje AML II (Área Metropolitana de Lisboa II). A ideia é construir um bosque artificial, respeitando a paisagem da zona de Sintra do passado

- Pedro Worscoski é o primeiro ministro português com ascedência ucraniana. Terá a pasta das comunidades.

- A rádio ‘como era antigamente’, sem que se pudessem escolher as músicas, mas sim seleccionada por animadores humanos, é o novo projecto do maior grupo de media português.

- A cidade do Porto inaugura o seu segundo Zoológico

- Lisboa inaugura a sua sexta travessia sobre o Tejo – a Ponte Milénio - , desta vez ligando mais uma vez a Trafaria a Algés, a apenas um quilómetro da Ponte Mário Soares.

- O Petróleo da Zona de Leiria vai deixar de ser explorado. As jazidas descobertas há 30 anos não são rentáveis, especialmente depois do declínio no uso de combustíveis fósseis.

- Mais de um sexto dos portugueses têm avós ou pais nascidos noutros países.

- O Estádio Pinto da Costa, no Porto, vai ser demolido e dará lugar a um novo, completamente automatizado.

- Há planos para a abertura de uma academia do fado, uma música célebre e popular no século passado e inícios deste século.

- Na Madeira será inaugurada finalmente a estátua a Alberto João Jardim. Ficará no Funchal, na Praça Vicente Jorge Silva.

- Benfica e Sporting disputam o campeonato. O FC Porto, há 18 anos sem ganhar, admite que ainda não será este ano.



GUERRA E PÁS (ASSIM MESMO)
Hoje sugiro-vos que não percam tempo comigo. Que não leiam o que aqui está. Que vão direitos ao Guerra e Pas. Este Blog, o melhor que alguma vez se escreveu sobre comunicação em Portugal, acabou na sexta-feira passada. Antes de terminar fez uma série de três posts, Porque é que os nossos telejornais são tão compridos? que é o melhor retrato alguma vez escrito sobre a inside story das estações de televisão portuguesas nos últimos cinco anos. Copiem-nos, imprimam-nos, dêem-nos a ler aos vossos amigos, façam-nos circular. Quem foi responsável por este blog sabe bem o que se passava. Não sei quem é, mas daqui lhe rendo a minha homenagem. Hei-de lê-lo e relê-lo.

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GUERRA E PÁS (ASSIM MESMO)

Hoje sugiro-vos que não percam tempo comigo. Que não leiam o que aqui está. Que vão direitos ao Guerra e Pas. Este Blog, o melhor que alguma vez se escreveu sobre comunicação em Portugal, acabou na sexta-feira passada. Antes de terminar fez uma série de três posts, Porque é que os nossos telejornais são tão compridos? que é o melhor retrato alguma vez escrito sobre a inside story das estações de televisão portuguesas nos últimos cinco anos. Copiem-nos, imprimam-nos, dêem-nos a ler aos vossos amigos, façam-nos circular. Quem foi responsável por este blog sabe bem o que se passava. Não sei quem é, mas daqui lhe rendo a minha homenagem. Hei-de lê-lo e relê-lo.

agosto 23, 2003

VER O OUTRO LADO
Uma das coisas que me habituei nos últimos dias é a ler o Haaretz, um diário israelita onde o mundo, e em particular o médio oriente, é relatado de forma diferente do que é costume, um infeliz lema que se tornou num clássico da última metade do século xx: «os árabes são bons, os judeus são maus». O jornal mostra o outro lado das coisas, que muitas vezes é deliberadamente escondido, para que se fique eternamente a cantar a canção do desgraçadinho. Descobri o «Haaretz» graças ao Aviz, que felizmente existe e me ajuda a perceber que vale a pena tentar. Cada vez mais me sinto próximo daquilo que o Francisco lá escreve.

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VER O OUTRO LADO

Uma das coisas que me habituei nos últimos dias é a ler o Haaretz, um diário israelita onde o mundo, e em particular o médio oriente, é relatado de forma diferente do que é costume, um infeliz lema que se tornou num clássico da última metade do século xx: «os árabes são bons, os judeus são maus». O jornal mostra o outro lado das coisas, que muitas vezes é deliberadamente escondido, para que se fique eternamente a cantar a canção do desgraçadinho. Descobri o «Haaretz» graças ao Aviz, que felizmente existe e me ajuda a perceber que vale a pena tentar. Cada vez mais me sinto próximo daquilo que o Francisco lá escreve.
VENCER O DOGMA
Olho para o que escrevi nos últimos dias e são quase só citações. Em parte é normal porque sou um leitor compulsivo de revistas e de sites de revistas e, portanto, isso há-de reflectir-se de alguma forma. Mas por outro lado isso significa que deixei de contar o que se passa à minha volta, sem ser pela interposta pessoa da citação.
Na fase de arranque de projectos há sempre uma altura assim - que é a que me dá mais gozo- quando deixo de conseguir perceber o que se passa comigo. Existe um momento em que está tudo caótico, as coisas a fazer são notoriamente mais do que aquilo que o bom senso e o tempo que existe permitem. As equipas ainda não estão completas, as ideias continuam razoavelmente desarrumadas e o caos anuncia-se. Quando chego ao escritório de manhã e ligo o computador, abro um ficheiro de powerpoint que me habituei a utilizar como um lembrete permanente e que é uma espécie de lista de tarefas distribuídas por pessoas, entidades e áreas específicas de actuação. Vejo-o a crescer e a adicionar novas páginas ao longo da semana. É quase como entrar num quarto e virar do avesso um balde grande de lego cheio daquelas peças mais pequeninas: todos os dias de manhã é isso que acontece e lá me ponho a juntá-las até que fique montada alguma coisa com nexo.
Ontem mesmo percebi que para ter a trabalhar com a minha equipa uma pessoa que acredita no projecto, que os meus colaboradores querem, cuja saída é aceite pelo departamento onde está, cuja existência abstracta está prevista em todos os planos de organização, é preciso fazer um circuito burocrático que só existe para dar trabalho não produtivo a gigantescos departamentos administrativos, que tentam encravar, atrasar, dificultar, conservar o status quo, evitar a mudança - quanto mais não seja a fazer perder tempo e energias às equipas envolvidas em novos projectos.
Durante uns dias desta semana suspeitei que o balde de lego devia ter molas porque tinha uma tendência repetida para se virar e espalhar tudo de novo. Felizmente chego a este sábado com a sensação que ontem ficaram feitas algumas coisas, que as peças se começam a encaixar mesmo e que algumas ideias começam a concretizar-se. E, para mim, ver como algumas ideias que pareciam loucas se conseguem começar a realizar mesmo é a prova de que vale sempre a pena apostar nas ideias, sair dos limites de pensamento em que muitas vezes nos deixamos condicionar e acreditar que o velho dogma português «é assim porque sim, isso não se pode fazer porque não» foi mais uma vez vencido.

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VENCER O DOGMA

Olho para o que escrevi nos últimos dias e são quase só citações. Em parte é normal porque sou um leitor compulsivo de revistas e de sites de revistas e, portanto, isso há-de reflectir-se de alguma forma. Mas por outro lado isso significa que deixei de contar o que se passa à minha volta, sem ser pela interposta pessoa da citação.

Na fase de arranque de projectos há sempre uma altura assim - que é a que me dá mais gozo- quando deixo de conseguir perceber o que se passa comigo. Existe um momento em que está tudo caótico, as coisas a fazer são notoriamente mais do que aquilo que o bom senso e o tempo que existe permitem. As equipas ainda não estão completas, as ideias continuam razoavelmente desarrumadas e o caos anuncia-se. Quando chego ao escritório de manhã e ligo o computador, abro um ficheiro de powerpoint que me habituei a utilizar como um lembrete permanente e que é uma espécie de lista de tarefas distribuídas por pessoas, entidades e áreas específicas de actuação. Vejo-o a crescer e a adicionar novas páginas ao longo da semana. É quase como entrar num quarto e virar do avesso um balde grande de lego cheio daquelas peças mais pequeninas: todos os dias de manhã é isso que acontece e lá me ponho a juntá-las até que fique montada alguma coisa com nexo.

Ontem mesmo percebi que para ter a trabalhar com a minha equipa uma pessoa que acredita no projecto, que os meus colaboradores querem, cuja saída é aceite pelo departamento onde está, cuja existência abstracta está prevista em todos os planos de organização, é preciso fazer um circuito burocrático que só existe para dar trabalho não produtivo a gigantescos departamentos administrativos, que tentam encravar, atrasar, dificultar, conservar o status quo, evitar a mudança - quanto mais não seja a fazer perder tempo e energias às equipas envolvidas em novos projectos.

Durante uns dias desta semana suspeitei que o balde de lego devia ter molas porque tinha uma tendência repetida para se virar e espalhar tudo de novo. Felizmente chego a este sábado com a sensação que ontem ficaram feitas algumas coisas, que as peças se começam a encaixar mesmo e que algumas ideias começam a concretizar-se. E, para mim, ver como algumas ideias que pareciam loucas se conseguem começar a realizar mesmo é a prova de que vale sempre a pena apostar nas ideias, sair dos limites de pensamento em que muitas vezes nos deixamos condicionar e acreditar que o velho dogma português «é assim porque sim, isso não se pode fazer porque não» foi mais uma vez vencido.

agosto 22, 2003

ESCRITA IMPRESSA
Hoje, porque é sexta, a Esquina aparece na sua edição impressa, no «Jornal de Negócios». Excertos: É certo que esta semana estamos todos com os olhos postos em Bagdad, à procura de perceber como se pode sair da situação que se criou. Este Verão, em Bagdad, é escaldante e, quando há poucos dias atrás li um artigo sobre o quotidiano estival dessa cidade em guerra, senti que íamos ainda assistir a muito horror. Veio súbito, com o atentado contra a sede da ONU. Para contraste, a encabeçar o artigo uma fotografia, magnífica, de um soldado americano a mergulhar na piscina do palácio do filho de Saddam, Uday Hussein, descrita mais à frente como o único local de Bagdad onde é possível iludir o calor.
O artigo de que falo chama-se «Iraq’s Bloody Summer» e é uma longa reportagem de Jon Lee Anderson para a revista «The New Yorker», na sua edição de 11 de Agosto. É sem dúvida um dos melhores trabalhos de reportagem que tenho tido ocasião de ler. É o relato de um ocidental que se sente um alvo nas ruas de uma cidade, de um jornalista que sente como há uma resistência que se organiza, que relata conversas, como estas a propósito de atentados, tida com um Iman:«Que pensa desse género de acções?»- pergunta Anderson; e responde o Iman: «Esse é o sentir do povo».
É redutora certamente a conversa, muito mais este excerto, mas o que a reportagem de Anderson tem é conseguir tirar-nos do imediatismo noticioso, é distanciar-se dos factos isolados. Ao longo de 12 páginas Anderson traça um relato impressionista da cidade e da situação. Valia bem a pena que alguém publicasse por cá este texto.

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ESCRITA IMPRESSA

Hoje, porque é sexta, a Esquina aparece na sua edição impressa, no «Jornal de Negócios». Excertos: É certo que esta semana estamos todos com os olhos postos em Bagdad, à procura de perceber como se pode sair da situação que se criou. Este Verão, em Bagdad, é escaldante e, quando há poucos dias atrás li um artigo sobre o quotidiano estival dessa cidade em guerra, senti que íamos ainda assistir a muito horror. Veio súbito, com o atentado contra a sede da ONU. Para contraste, a encabeçar o artigo uma fotografia, magnífica, de um soldado americano a mergulhar na piscina do palácio do filho de Saddam, Uday Hussein, descrita mais à frente como o único local de Bagdad onde é possível iludir o calor.

O artigo de que falo chama-se «Iraq’s Bloody Summer» e é uma longa reportagem de Jon Lee Anderson para a revista «The New Yorker», na sua edição de 11 de Agosto. É sem dúvida um dos melhores trabalhos de reportagem que tenho tido ocasião de ler. É o relato de um ocidental que se sente um alvo nas ruas de uma cidade, de um jornalista que sente como há uma resistência que se organiza, que relata conversas, como estas a propósito de atentados, tida com um Iman:«Que pensa desse género de acções?»- pergunta Anderson; e responde o Iman: «Esse é o sentir do povo».

É redutora certamente a conversa, muito mais este excerto, mas o que a reportagem de Anderson tem é conseguir tirar-nos do imediatismo noticioso, é distanciar-se dos factos isolados. Ao longo de 12 páginas Anderson traça um relato impressionista da cidade e da situação. Valia bem a pena que alguém publicasse por cá este texto.

agosto 21, 2003

O APAGÃO NOS MEDIA
O site Poynteronline tem um belo artigo sobre a cobertura do apagão nos Estados Unidos. Vale a pena ler. Excertos:Of course, at one point, I was wondering who, exactly, was watching, seeing as no one had power. We considered simulcasting on radio, but didn't get much initial interest from stations and didn't pursue it too vigorously.
. Podem ler mais aqui.

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O APAGÃO NOS MEDIA

O site Poynteronline tem um belo artigo sobre a cobertura do apagão nos Estados Unidos. Vale a pena ler. Excertos:Of course, at one point, I was wondering who, exactly, was watching, seeing as no one had power. We considered simulcasting on radio, but didn't get much initial interest from stations and didn't pursue it too vigorously.

. Podem ler mais aqui.
JOGOS DE LETRAS
Art Buchwald é um dos melhores colunistas da imprensa americana e a sua forma de escrita é verdadeiramente exemplar. Ao visitar algumas das suas colunas recentes, dei com esta, intitulada «Starts With S, Ends with EX» que é verdadeiramente brilhante. Foi publicada dia 14 de Agosto no
Washington Post. Excerto:I was looking at the magazine stand and I noticed almost every magazine had the word "SEX" on the cover. It wasn't just Playboy and Penthouse -- every periodical from Cosmopolitan to House & Garden was using it so that I'd buy their magazine.
When I got home I turned on the television and darned if "Sex and the City" wasn't on the air. "That does it," I said to myself. "It is time to research the word."

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JOGOS DE LETRAS

Art Buchwald é um dos melhores colunistas da imprensa americana e a sua forma de escrita é verdadeiramente exemplar. Ao visitar algumas das suas colunas recentes, dei com esta, intitulada «Starts With S, Ends with EX» que é verdadeiramente brilhante. Foi publicada dia 14 de Agosto no

Washington Post. Excerto:I was looking at the magazine stand and I noticed almost every magazine had the word "SEX" on the cover. It wasn't just Playboy and Penthouse -- every periodical from Cosmopolitan to House & Garden was using it so that I'd buy their magazine.

When I got home I turned on the television and darned if "Sex and the City" wasn't on the air. "That does it," I said to myself. "It is time to research the word."



O HOMEM E A ARTE
Como nasceu a arte a partir do ser humano? A pergunta aflige muita gente. Num excelente artigo do Japan Times traça-se um paralelo entre a arte pré-histórica e nós próprios. Excerto: Picasso, on visiting Lascaux, reportedly remarked that "we have discovered nothing new in art in 17,000 years." As White comments in his book, "all of the major representational techniques were known at least by the Magdalenian [Period, beginning about 18,000 years ago]; oil- and water-based polychrome painting, engraving, bas-relief sculpture, sculpture in the round, charcoal and manganese crayon drawing, molded clay, fired ceramic figurines, shading, perspective drawing, false relief, brush painting, stamping and stenciling." The Grotte Chauvet even contains the image of a bison colored by dots of paint applied by hand, a technique that White describes as "pointillism -- 300 centuries before Seurat."

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O HOMEM E A ARTE

Como nasceu a arte a partir do ser humano? A pergunta aflige muita gente. Num excelente artigo do Japan Times traça-se um paralelo entre a arte pré-histórica e nós próprios. Excerto: Picasso, on visiting Lascaux, reportedly remarked that "we have discovered nothing new in art in 17,000 years." As White comments in his book, "all of the major representational techniques were known at least by the Magdalenian [Period, beginning about 18,000 years ago]; oil- and water-based polychrome painting, engraving, bas-relief sculpture, sculpture in the round, charcoal and manganese crayon drawing, molded clay, fired ceramic figurines, shading, perspective drawing, false relief, brush painting, stamping and stenciling." The Grotte Chauvet even contains the image of a bison colored by dots of paint applied by hand, a technique that White describes as "pointillism -- 300 centuries before Seurat."



GOVERNO ELECTRÓNICO
Dias 7 e 8 de Outubro, em Duesseldorf, Alemanha, vai decorrer a eGo2003, exclusivamente dedicada a mostrar as evoluções registadas na área do governo electrónico, com especial incidência nos municípios e num melhor realcionamento e harmonização entre os estados membros da União Europeia. Mais informações aqui.

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GOVERNO ELECTRÓNICO

Dias 7 e 8 de Outubro, em Duesseldorf, Alemanha, vai decorrer a eGo2003, exclusivamente dedicada a mostrar as evoluções registadas na área do governo electrónico, com especial incidência nos municípios e num melhor realcionamento e harmonização entre os estados membros da União Europeia. Mais informações aqui.

agosto 20, 2003

agosto 19, 2003

O CIRCO DO SOL
A mais recente produção do célebre «Cirque Du Soleil» chama-se «Varekay» e a «The Economist» relata-a assim: Cirque de Soleil, a unique blend of theatre, circus acts and sparkle, returns to Chicago with its latest extravaganza: “Varekai”. Expect a kaleidoscope of audacious costumes and colourful acts, including stupendous acrobatics, a triple trapeze and unconventional clowning. The troupe’s original take on the circus—ground zero of populist entertainment—has garnered a following large enough to fill the cavernous United Center, home of the Chicago Bulls basketball team.

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O CIRCO DO SOL

A mais recente produção do célebre «Cirque Du Soleil» chama-se «Varekay» e a «The Economist» relata-a assim: Cirque de Soleil, a unique blend of theatre, circus acts and sparkle, returns to Chicago with its latest extravaganza: “Varekai”. Expect a kaleidoscope of audacious costumes and colourful acts, including stupendous acrobatics, a triple trapeze and unconventional clowning. The troupe’s original take on the circus—ground zero of populist entertainment—has garnered a following large enough to fill the cavernous United Center, home of the Chicago Bulls basketball team.
A SEMANA
Mr Charles Taylor resigned as President of Liberia and flew to Nigeria; ‘History will be kind to me,’ he said. ‘I have accepted this role as the sacrificial lamb.’ Mr Taylor had won elections in 1997 with the unusual slogan ‘You killed my ma, you killed my pa. I’ll vote for you.’ A lorry bomb killed 12 and wounded 50 at the Jordanian embassy in Baghdad. Men rioted in the streets of Basra, southern Iraq, in temperatures of 122?F (50?C); they demanded electricity supplies. Zimbabwe laboured under gross inflation, with banks running out of banknotes and the 30 per cent of the workforce who are employed being left without wages. Hezbollah shelled a northern Israeli town from southern Lebanon, killing a 16-year-old boy. Mr Nick Warner, head of the Australian intervention force in the Solomon Islands, held talks with Mr Harold Keke, a gang leader, who admitted that six Anglican missionaries his men had taken hostage four months ago had been killed. In Brazil 84 men escaped from Silvio Porto prison through a 50-yard tunnel. The suicide rate in Russia reached 38.4 per 100,000 last year, with more than one in a thousand men between the ages of 45 and 57 killing themselves; only Lithuania is more suicidal. Lady Mosley, the widow of Sir Oswald Mosley, died in Paris, aged 93. In early opinion polls Arnold Schwarzenegger was the leading candidate for the governorship of California, for which elections will be held on 7 October. - excerto de «Portrait Of The Week», publicado pela revista Spectator

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A SEMANA

Mr Charles Taylor resigned as President of Liberia and flew to Nigeria; ‘History will be kind to me,’ he said. ‘I have accepted this role as the sacrificial lamb.’ Mr Taylor had won elections in 1997 with the unusual slogan ‘You killed my ma, you killed my pa. I’ll vote for you.’ A lorry bomb killed 12 and wounded 50 at the Jordanian embassy in Baghdad. Men rioted in the streets of Basra, southern Iraq, in temperatures of 122?F (50?C); they demanded electricity supplies. Zimbabwe laboured under gross inflation, with banks running out of banknotes and the 30 per cent of the workforce who are employed being left without wages. Hezbollah shelled a northern Israeli town from southern Lebanon, killing a 16-year-old boy. Mr Nick Warner, head of the Australian intervention force in the Solomon Islands, held talks with Mr Harold Keke, a gang leader, who admitted that six Anglican missionaries his men had taken hostage four months ago had been killed. In Brazil 84 men escaped from Silvio Porto prison through a 50-yard tunnel. The suicide rate in Russia reached 38.4 per 100,000 last year, with more than one in a thousand men between the ages of 45 and 57 killing themselves; only Lithuania is more suicidal. Lady Mosley, the widow of Sir Oswald Mosley, died in Paris, aged 93. In early opinion polls Arnold Schwarzenegger was the leading candidate for the governorship of California, for which elections will be held on 7 October. - excerto de «Portrait Of The Week», publicado pela revista Spectator
OS GRANDES DOS MEDIA
Quais são as maiores empresas de Media do mundo? A estrela do firmamento nos Estados Unidos reside nas companhias de TV por cabo, o negócio está a crescer apesar da recessão e as companhias de televisão de língua espanhola são as que registam melhores evoluções no mercado americnao. Podem ler mais.

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OS GRANDES DOS MEDIA

Quais são as maiores empresas de Media do mundo? A estrela do firmamento nos Estados Unidos reside nas companhias de TV por cabo, o negócio está a crescer apesar da recessão e as companhias de televisão de língua espanhola são as que registam melhores evoluções no mercado americnao. Podem ler mais.
O PANTEÃO DO JORNALISMO
O debate é interessante: Journalism — unlike literature, theater, art, music, film, or situation comedy — has never had much of a canon, a reasonably well-accepted collection of great works. This is lamentable. It leaves us, as we read the latest dispatch from Washington or a war zone, without models that might help us understand what such a dispatch might be. It allows us to mistake an interesting feature in the Times this week or some particularly persuasive piece of reporting in the current New Yorker for the best that journalism has to offer. Para ler mais sobre o assunto basta ir aqui.

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O PANTEÃO DO JORNALISMO

O debate é interessante: Journalism — unlike literature, theater, art, music, film, or situation comedy — has never had much of a canon, a reasonably well-accepted collection of great works. This is lamentable. It leaves us, as we read the latest dispatch from Washington or a war zone, without models that might help us understand what such a dispatch might be. It allows us to mistake an interesting feature in the Times this week or some particularly persuasive piece of reporting in the current New Yorker for the best that journalism has to offer. Para ler mais sobre o assunto basta ir aqui.

agosto 18, 2003

A MESMA CANÇÃO

A ave canta o mesmo canto
sem errar na melodia,
o mesmo que há tempo tanto
a gente ouvia.

Que maravilha é notar
como tão extrema canção
tem durado sem mudar
de fabordão.

Mas outra ave canta agora -
ah sim, a outra é já pó,
como os que ouviam outrora
comigo só.

(Poema de Thomas Hardy, traduzido por Jorge de Sena e extraído do Poesia Universal em Português.)

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A MESMA CANÇÃO



A ave canta o mesmo canto

sem errar na melodia,

o mesmo que há tempo tanto

a gente ouvia.



Que maravilha é notar

como tão extrema canção

tem durado sem mudar

de fabordão.



Mas outra ave canta agora -

ah sim, a outra é já pó,

como os que ouviam outrora

comigo só.



(Poema de Thomas Hardy, traduzido por Jorge de Sena e extraído do Poesia Universal em Português.)
PODE?
Pode a saudade ser poesia?
Pode a poesia ser saudade?

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PODE?

Pode a saudade ser poesia?

Pode a poesia ser saudade?
COLTRANE PELO PRÓPRIO
A descoberta do fim de semana foi um texto de Coltrane a falar de si próprio, originalmente publicado na «Down Beat» de 29 de Setembro de 1960. Não resisto a um excerto: As far as musical influences, aside from saxophonists, are concerned, I think I was first awakened to musical exploration by Dizzy Gillespie and Bird. It was through their work that I began to learn about musical structures and the more theoretical aspects of music. O texto integral pode ser lido aqui.

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COLTRANE PELO PRÓPRIO

A descoberta do fim de semana foi um texto de Coltrane a falar de si próprio, originalmente publicado na «Down Beat» de 29 de Setembro de 1960. Não resisto a um excerto: As far as musical influences, aside from saxophonists, are concerned, I think I was first awakened to musical exploration by Dizzy Gillespie and Bird. It was through their work that I began to learn about musical structures and the more theoretical aspects of music. O texto integral pode ser lido aqui.
FACTOS E RIGÔR
No site da Columbia Journalism Review vem este interessante artigo sobre a correcção dos factos e informações citados em notícias e a sua importância - ás vezes relativa, outras vezes ignorada.

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FACTOS E RIGÔR

No site da Columbia Journalism Review vem este interessante artigo sobre a correcção dos factos e informações citados em notícias e a sua importância - ás vezes relativa, outras vezes ignorada.

SOBRE ÁRVORES E MEDIA
Imprescindível ler o guerra e pas. Hoje fala da polémica em torno das árvores a propósito do túnel das Amoreiras e faz uma curiosa e lúcida análise da constituição dos grupos de media em Portugal pré 11 de Setembro.

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SOBRE ÁRVORES E MEDIA

Imprescindível ler o guerra e pas. Hoje fala da polémica em torno das árvores a propósito do túnel das Amoreiras e faz uma curiosa e lúcida análise da constituição dos grupos de media em Portugal pré 11 de Setembro.
DOS BLOGS
Nem todos os umbigos são bonitos, nem todos valem a pena - o umbigo é aliás um momento muito especial do corpo. Mas este é garantidamente um que vale a pena descobrir. Em matéria de olhar cortante sobre os nossos media não conheço melhor.

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DOS BLOGS

Nem todos os umbigos são bonitos, nem todos valem a pena - o umbigo é aliás um momento muito especial do corpo. Mas este é garantidamente um que vale a pena descobrir. Em matéria de olhar cortante sobre os nossos media não conheço melhor.

agosto 17, 2003

NEGÓCIO
A Wired revela que o apagão deu origem a um negócio em grande: geradores electricos, sistemas de segurança de energia para servidores e computadores e por aí fora. Vale a pena ler.

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NEGÓCIO

A Wired revela que o apagão deu origem a um negócio em grande: geradores electricos, sistemas de segurança de energia para servidores e computadores e por aí fora. Vale a pena ler.

agosto 16, 2003

CLARO
Durante 48 horas não consegui aceder ao site do «New Yorker» Mas agora já está bom. A presente edição é dedicada aos casamentos e descasamentos e vale a pena espreitar.

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CLARO

Durante 48 horas não consegui aceder ao site do «New Yorker» Mas agora já está bom. A presente edição é dedicada aos casamentos e descasamentos e vale a pena espreitar.
AINDA O APAGÃO
A net ajudou a que, apesar do apagão, a informação continuasse a circular. O Online Journalism reporta: No electricity, no problem. Many New Yorkers were able to stay connected and informed throughout Thursday's blackout with the aide of the Internet, reports Information Week. After Sept. 11 New York City government upgraded its Web site to serve as an information outlet in the event of future disasters. Mayor Michael Bloomberg's press conferences on the blackout could be watched by anyone with a battery-powered laptop. According to Information Week, residents of Detroit and Cleveland were not so lucky -- city-run Web sites in those cities were down during the crisis. But back in the Big Apple, several New York-based investment banks and the stock exchanges were online and posting information for employees and investors on their operating status. E pelo meio recomendo uma visita aqui para mais informações sobre o assunto.

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AINDA O APAGÃO

A net ajudou a que, apesar do apagão, a informação continuasse a circular. O Online Journalism reporta: No electricity, no problem. Many New Yorkers were able to stay connected and informed throughout Thursday's blackout with the aide of the Internet, reports Information Week. After Sept. 11 New York City government upgraded its Web site to serve as an information outlet in the event of future disasters. Mayor Michael Bloomberg's press conferences on the blackout could be watched by anyone with a battery-powered laptop. According to Information Week, residents of Detroit and Cleveland were not so lucky -- city-run Web sites in those cities were down during the crisis. But back in the Big Apple, several New York-based investment banks and the stock exchanges were online and posting information for employees and investors on their operating status. E pelo meio recomendo uma visita aqui para mais informações sobre o assunto.
SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO
A capa da edição desta semana da «Spectator» é sobre a degradação dos serviços secretos britânicos. O seu autor, Nigel West, afirma que os trabalhistas estão a utilizar os serviços de informação com fins políticos e, fazendo um paralelo com este tipo de comportamento baseado na velha tradição soviética, West afirma que desta forma o Reino Unido fica consideravelmente mais inseguro.




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SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO

A capa da edição desta semana da «Spectator» é sobre a degradação dos serviços secretos britânicos. O seu autor, Nigel West, afirma que os trabalhistas estão a utilizar os serviços de informação com fins políticos e, fazendo um paralelo com este tipo de comportamento baseado na velha tradição soviética, West afirma que desta forma o Reino Unido fica consideravelmente mais inseguro.









APAGÃO
Em solidariedade com o apagão nova-iorquino resolvi desligar o computador 24 horas.
Não, não insandeci, mas como li tantas evocações de apagões antigos, acabei por enjoar. Confesso que não me senti muito receptivo a notícias sobre este apagão. Não me impressionou muito tão pouco. Houve uma falha de energia, grandota é certo. Imaginei-me noutras coisas: se fosse por cá? Lembram-se da cegonha que pôs meio país às escuras? O Dr. Ferro, se o apagão americano atacasse em Portugal, havia de pedir a cabeça do Primeiro Ministro, da nova administração da EDP e de 2/3 dos Ministros. O Dr. Carvalhas havia de sair das suas praias de Tavira a dizer que assim se provava como a política reaccionária do Governo era perigosa para a independência energética do país, o Dr. Monteiro queixar-se-ìa das ofensivas do capital estrangeiro sobre a EDP e da falta de uma estratégia energética de Bruxelas, o que, já se sabe, trama supinamente os estados membros. As televisões haviam de ser inundadas por especialistas de porra nenhuma a perorarem sobre o assunto. Ou seja, transformar-se-ia um incidente num facto politicamente relevante. Percebem porque é que eu digo que muito do que se faz por aí é desinformação e manipulação? Repararam como os media americanos trataram do assunto? Como Mayor reagiu?

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APAGÃO

Em solidariedade com o apagão nova-iorquino resolvi desligar o computador 24 horas.

Não, não insandeci, mas como li tantas evocações de apagões antigos, acabei por enjoar. Confesso que não me senti muito receptivo a notícias sobre este apagão. Não me impressionou muito tão pouco. Houve uma falha de energia, grandota é certo. Imaginei-me noutras coisas: se fosse por cá? Lembram-se da cegonha que pôs meio país às escuras? O Dr. Ferro, se o apagão americano atacasse em Portugal, havia de pedir a cabeça do Primeiro Ministro, da nova administração da EDP e de 2/3 dos Ministros. O Dr. Carvalhas havia de sair das suas praias de Tavira a dizer que assim se provava como a política reaccionária do Governo era perigosa para a independência energética do país, o Dr. Monteiro queixar-se-ìa das ofensivas do capital estrangeiro sobre a EDP e da falta de uma estratégia energética de Bruxelas, o que, já se sabe, trama supinamente os estados membros. As televisões haviam de ser inundadas por especialistas de porra nenhuma a perorarem sobre o assunto. Ou seja, transformar-se-ia um incidente num facto politicamente relevante. Percebem porque é que eu digo que muito do que se faz por aí é desinformação e manipulação? Repararam como os media americanos trataram do assunto? Como Mayor reagiu?

agosto 14, 2003

UM AMIGO
Morreu o Zé Matos Cristovão. Jornalista e homem de mil ofícios era amigo do seu amigo. Amigo como poucos. Bem disposto e sempre saudavelmente excessivo abraçava ideias e desafios como abraçava aqueles de quem gostava. Nos últimos anos pôs mãos a fazer aquilo que sempre tinha querido: um restaurante, um bar, uma mesa para os amigos. Há pouco tempo tinha conseguido concretizar mais alguns sonhos. Da última vez que falei com ele estava mesmo contente. Ainda bem que estava assim quando foi ali dar esta volta. Um abraço Zé.

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UM AMIGO

Morreu o Zé Matos Cristovão. Jornalista e homem de mil ofícios era amigo do seu amigo. Amigo como poucos. Bem disposto e sempre saudavelmente excessivo abraçava ideias e desafios como abraçava aqueles de quem gostava. Nos últimos anos pôs mãos a fazer aquilo que sempre tinha querido: um restaurante, um bar, uma mesa para os amigos. Há pouco tempo tinha conseguido concretizar mais alguns sonhos. Da última vez que falei com ele estava mesmo contente. Ainda bem que estava assim quando foi ali dar esta volta. Um abraço Zé.
POESIA DE SAUDADE

Dá paz ao ardor
De quem te deseja.
Contenta o amor
E faz dom de ti,
amos, sorri,
Quando a boca beija.
Me disse na hora:
«Pecar me refreia.»
Respondi-lhe:
«Ora! Não é coisa feia.»

Estas palavras são de Al - Mu'tamid, que viveu entre 1040 e 1091, durante o domínio Árabe. Poeta e guerreiro, foi Rei de Sevilha e a sua «Evocação de Silves» é irresistível:
Saúda, por mim, Abg Bakr,
Os queridos lugares de Silves
E diz-me se deles a saudade
É tão grande quanto a minha.
Saúda o palácio dos Balcões
Da parte de quem nunca os esqueceu.
Morada de leões e de gazelas
Salas e sombras onde eu
Doce refúgio encontrava
Entre ancas opulentas
E tão estreitas cinturas!
Mulheres níveas e morenas
Atravessavam-me a alma
Como brancas espadas
E lanças escuras.
Ai quantas noites fiquei,
Lá no remanso do rio,
Nos jogos do amor
Com a da pulseira curva
Igual aos meandros da água
Enquanto o tempo passava..
E me servia de vinho:
O vinho do seu olhar
Às vezes o do seu copo
E outras vezes o da boca.
Tangia cordas de alaúde
E eis que eu estremecia
Como se estivesse ouvindo
Tendões de colos cortados.
Mas retirava o seu manto
Grácil detalhe mostrando:
Era ramo de salgueiro
Que abria o seu botão
Para ostentar a flor.


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POESIA DE SAUDADE



Dá paz ao ardor

De quem te deseja.

Contenta o amor

E faz dom de ti,

amos, sorri,

Quando a boca beija.

Me disse na hora:

«Pecar me refreia.»

Respondi-lhe:

«Ora! Não é coisa feia.»



Estas palavras são de Al - Mu'tamid, que viveu entre 1040 e 1091, durante o domínio Árabe. Poeta e guerreiro, foi Rei de Sevilha e a sua «Evocação de Silves» é irresistível:

Saúda, por mim, Abg Bakr,

Os queridos lugares de Silves

E diz-me se deles a saudade

É tão grande quanto a minha.

Saúda o palácio dos Balcões

Da parte de quem nunca os esqueceu.

Morada de leões e de gazelas

Salas e sombras onde eu

Doce refúgio encontrava

Entre ancas opulentas

E tão estreitas cinturas!

Mulheres níveas e morenas

Atravessavam-me a alma

Como brancas espadas

E lanças escuras.

Ai quantas noites fiquei,

Lá no remanso do rio,

Nos jogos do amor

Com a da pulseira curva

Igual aos meandros da água

Enquanto o tempo passava..

E me servia de vinho:

O vinho do seu olhar

Às vezes o do seu copo

E outras vezes o da boca.

Tangia cordas de alaúde

E eis que eu estremecia

Como se estivesse ouvindo

Tendões de colos cortados.

Mas retirava o seu manto

Grácil detalhe mostrando:

Era ramo de salgueiro

Que abria o seu botão

Para ostentar a flor.





RECOMENDAÇÕES
Fim de semana alongado, deve ser bom para aproveitar os últimos momentos de tranquilidade em Lisboa, antes de ser invadida pelo regresso das Férias. Vou a Alfama passear nas ruas sem trânsito, a ver se consigo comer uns petiscos na «Parreirinha» e se tenho a sorte de Argentina Santos lá estar a cantar. E vou reler as «Fábulas» de La Fontaine, numa bela edição da Ambar, quer-me parecer que ainda me vão ser muito úteis nos próximos tempos.
(extraído da versão impressa d'A Esquina, na edição de hoje do «Jornal de Negócios»)

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RECOMENDAÇÕES

Fim de semana alongado, deve ser bom para aproveitar os últimos momentos de tranquilidade em Lisboa, antes de ser invadida pelo regresso das Férias. Vou a Alfama passear nas ruas sem trânsito, a ver se consigo comer uns petiscos na «Parreirinha» e se tenho a sorte de Argentina Santos lá estar a cantar. E vou reler as «Fábulas» de La Fontaine, numa bela edição da Ambar, quer-me parecer que ainda me vão ser muito úteis nos próximos tempos.

(extraído da versão impressa d'A Esquina, na edição de hoje do «Jornal de Negócios»)

DECLARAÇÃO
Vi-te, em ti.

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DECLARAÇÃO

Vi-te, em ti.

agosto 13, 2003

UM MODELO
O Observatório da Imprensa brasileiro é um modelo de constante acompanhamento do que se passa nos media em geral, com informações, artigos históricos, análises e, claro, logo à cabeça, nestes dias, uma avaliação do que poderá ser o futuro do império Globo depois da morte de Roberto Marinho, acompanhada de uma lúcida biografia do jornalista.

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UM MODELO

O Observatório da Imprensa brasileiro é um modelo de constante acompanhamento do que se passa nos media em geral, com informações, artigos históricos, análises e, claro, logo à cabeça, nestes dias, uma avaliação do que poderá ser o futuro do império Globo depois da morte de Roberto Marinho, acompanhada de uma lúcida biografia do jornalista.

OBSERVAR
A propósito da morte de Marie Trintignant o
Observatório da Imprensa brasileiro publica uma análise muito interessante do comportamento dos media franceses face à situação. Faz falta por cá reflectir sobre a forma como os media acompanham os assuntos - é certo que nalguns blogs se tem falado disso, mas devia haver uma reflexão mais sistematizada, pública e aberta sobre o assunto. Ajudava-nos a todos: a quem trabalha no sector e a quem o consome.

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OBSERVAR

A propósito da morte de Marie Trintignant o

Observatório da Imprensa brasileiro publica uma análise muito interessante do comportamento dos media franceses face à situação. Faz falta por cá reflectir sobre a forma como os media acompanham os assuntos - é certo que nalguns blogs se tem falado disso, mas devia haver uma reflexão mais sistematizada, pública e aberta sobre o assunto. Ajudava-nos a todos: a quem trabalha no sector e a quem o consome.

MORDOMIAS
O No Mínimo tem um artigo delicioso que fala de uma situação mesmo engraçada: No Brasil o sindicato dos servidores do Congresso anuncia que vai denunciar ao Tribunal de Contas a ilegitimidade da contratação de 9.122 assessores parlamentares para os gabinetes privativos de 513 deputados.

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MORDOMIAS

O No Mínimo tem um artigo delicioso que fala de uma situação mesmo engraçada: No Brasil o sindicato dos servidores do Congresso anuncia que vai denunciar ao Tribunal de Contas a ilegitimidade da contratação de 9.122 assessores parlamentares para os gabinetes privativos de 513 deputados.

VOTAÇÕES ELECTRÓNICAS
Para ficar a par da forma como está a evoluir a implantação de sistemas de voto electrónico nos Estados Unidos para os próximnos actos eleitorais e para saber quais as principais questões de segurança que se colocam, espreitem este artigo da Wired.

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VOTAÇÕES ELECTRÓNICAS

Para ficar a par da forma como está a evoluir a implantação de sistemas de voto electrónico nos Estados Unidos para os próximnos actos eleitorais e para saber quais as principais questões de segurança que se colocam, espreitem este artigo da Wired.
ULTRALEVES ECOLÓGICOS
Os ultra-leves, aquelas pequenas máquinas voadoras que todos os anos nos atormentam o juízo sobrevoando as praias com o ruído de um motor a dois tempos de escape livre, afinal têm uma utilidade ecológica. A revista «The Economist» explica como podem ser utilizados para acção de vigilância sobre zonas protegidas para monitorização constante de conservação dos eco-sistemas. Vale a pena dar uma vista de olhos na secção de Science & Technology da revista: também podem descobrir como foi construído um robot capaz de andar sobre a água.

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ULTRALEVES ECOLÓGICOS

Os ultra-leves, aquelas pequenas máquinas voadoras que todos os anos nos atormentam o juízo sobrevoando as praias com o ruído de um motor a dois tempos de escape livre, afinal têm uma utilidade ecológica. A revista «The Economist» explica como podem ser utilizados para acção de vigilância sobre zonas protegidas para monitorização constante de conservação dos eco-sistemas. Vale a pena dar uma vista de olhos na secção de Science & Technology da revista: também podem descobrir como foi construído um robot capaz de andar sobre a água.
VIAGENS
Por razões que nunca entendi há quem goste de passar as férias no meio da pobreza e da miséria. As hordas de consumidores de Cuba e do Brasil são um bom exemplo de diversão à custa de enormes desigualdades - que a maioria dos utilizadores critica fortemente a nível doméstico. Estas ideias excursionistas sempre me perturbaram um pouco e por via de regra não as pratico. A minha querida revista Spectator resolveu escrever (bem) sobre o assunto.

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VIAGENS

Por razões que nunca entendi há quem goste de passar as férias no meio da pobreza e da miséria. As hordas de consumidores de Cuba e do Brasil são um bom exemplo de diversão à custa de enormes desigualdades - que a maioria dos utilizadores critica fortemente a nível doméstico. Estas ideias excursionistas sempre me perturbaram um pouco e por via de regra não as pratico. A minha querida revista Spectator resolveu escrever (bem) sobre o assunto.

agosto 12, 2003

SKY DÁ FINALMENTE LUCROS
A BSkyB anunciou um lucro recorde de três mil milhões de libras para o seu primeiro ano de resultados positivos desde que se iniciou na aventura digital há cinco anos - é uma boa notícia para o mundo dos media, o primeiro sinal sério de viabilidade de uma operação de televisão digital por satélite. Pormenores aqui.

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SKY DÁ FINALMENTE LUCROS

A BSkyB anunciou um lucro recorde de três mil milhões de libras para o seu primeiro ano de resultados positivos desde que se iniciou na aventura digital há cinco anos - é uma boa notícia para o mundo dos media, o primeiro sinal sério de viabilidade de uma operação de televisão digital por satélite. Pormenores aqui.