MANIFESTO
Vão AQUI ler o manifesto de Rodrigo Moita de Deus, a propósito da moção que leva ao congresso do PSD. É das coisas mais lúcidas escritas sobre a política à portuguesa nos últimos tempos. Excerto:«Portugal é governado por políticos que andam nisto há pelo menos trinta anos. Trinta anos! Perpetuam-se, tiram senhas, exercem o poder à vez. Tinham, pelo menos, a obrigação de fazer mais e de fazer melhor. Mas quando saírem de lá, daqui a outros trinta anos, vão devolver o país em pior estado do que o encontraram. Nesse dia, o problema já não será deles...Hoje a política é um problema. É uma espécie de obstáculo ao desenvolvimento do país e ao bem-estar das pessoas. Em vez de solução é um estorvo. Que chocante paradoxo!»
O que vou escrevendo, entre o Weekend do Jornal de Negócios e os Pensamentos Ociosos no SAPO. E mais umas coisas avulsas...
maio 19, 2006
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MANIFESTO
Vão AQUI ler o manifesto de Rodrigo Moita de Deus, a propósito da moção que leva ao congresso do PSD. É das coisas mais lúcidas escritas sobre a política à portuguesa nos últimos tempos. Excerto:«Portugal é governado por políticos que andam nisto há pelo menos trinta anos. Trinta anos! Perpetuam-se, tiram senhas, exercem o poder à vez. Tinham, pelo menos, a obrigação de fazer mais e de fazer melhor. Mas quando saírem de lá, daqui a outros trinta anos, vão devolver o país em pior estado do que o encontraram. Nesse dia, o problema já não será deles...Hoje a política é um problema. É uma espécie de obstáculo ao desenvolvimento do país e ao bem-estar das pessoas. Em vez de solução é um estorvo. Que chocante paradoxo!»
Vão AQUI ler o manifesto de Rodrigo Moita de Deus, a propósito da moção que leva ao congresso do PSD. É das coisas mais lúcidas escritas sobre a política à portuguesa nos últimos tempos. Excerto:«Portugal é governado por políticos que andam nisto há pelo menos trinta anos. Trinta anos! Perpetuam-se, tiram senhas, exercem o poder à vez. Tinham, pelo menos, a obrigação de fazer mais e de fazer melhor. Mas quando saírem de lá, daqui a outros trinta anos, vão devolver o país em pior estado do que o encontraram. Nesse dia, o problema já não será deles...Hoje a política é um problema. É uma espécie de obstáculo ao desenvolvimento do país e ao bem-estar das pessoas. Em vez de solução é um estorvo. Que chocante paradoxo!»
PERGUNTA
Porque é que a colecção de Moda e Design de Francisco Capelo não vai para o Pavilhão de Portugal, em vez de ir para um palacete onde nunca ficará bem alojada nem exposta - como a própria responsável pela sua montagem reconhece?
Acresce que mandava a lógica que o Pavilhão de Portugal fosse usado como área expositiva moderna e fortalecesse a oferta na zona da Expo, em vez de concentrar ainda mais problemas numa zona de difícil acesso e péssimo estacionamento, como o Bairro Alto. Enfim, por estas e outras é que Lisboa vai ficando mais pobre...
Porque é que a colecção de Moda e Design de Francisco Capelo não vai para o Pavilhão de Portugal, em vez de ir para um palacete onde nunca ficará bem alojada nem exposta - como a própria responsável pela sua montagem reconhece?
Acresce que mandava a lógica que o Pavilhão de Portugal fosse usado como área expositiva moderna e fortalecesse a oferta na zona da Expo, em vez de concentrar ainda mais problemas numa zona de difícil acesso e péssimo estacionamento, como o Bairro Alto. Enfim, por estas e outras é que Lisboa vai ficando mais pobre...
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PERGUNTA
Porque é que a colecção de Moda e Design de Francisco Capelo não vai para o Pavilhão de Portugal, em vez de ir para um palacete onde nunca ficará bem alojada nem exposta - como a própria responsável pela sua montagem reconhece?
Acresce que mandava a lógica que o Pavilhão de Portugal fosse usado como área expositiva moderna e fortalecesse a oferta na zona da Expo, em vez de concentrar ainda mais problemas numa zona de difícil acesso e péssimo estacionamento, como o Bairro Alto. Enfim, por estas e outras é que Lisboa vai ficando mais pobre...
Porque é que a colecção de Moda e Design de Francisco Capelo não vai para o Pavilhão de Portugal, em vez de ir para um palacete onde nunca ficará bem alojada nem exposta - como a própria responsável pela sua montagem reconhece?
Acresce que mandava a lógica que o Pavilhão de Portugal fosse usado como área expositiva moderna e fortalecesse a oferta na zona da Expo, em vez de concentrar ainda mais problemas numa zona de difícil acesso e péssimo estacionamento, como o Bairro Alto. Enfim, por estas e outras é que Lisboa vai ficando mais pobre...
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PERGUNTA INCÓMODA
Quantas árvores do Parque da Belavista já foram destruídas «por acidente» pela muito ecologica e politicamente correcta equipa do Rock In Rio?
Quantas árvores do Parque da Belavista já foram destruídas «por acidente» pela muito ecologica e politicamente correcta equipa do Rock In Rio?
VIVA O MNAA!
A equipa do Museu Nacional de Arte Antiga está de parabéns: grande exposição (95 peças da Colecção Rau) de mestres da pintura europeia, muito bem apresentada, grande festa, grande noite. Boa música, bares a funcionar, uma belíssima mistura de públicos, tudo o que esteve a cargo da equipa do Museu correu sobre rodas. Dalila Rodrigues - a Directora do MNAA - está de parabéns. É a melhor exposição a visitar Lisboa desde há uns bons anos. Absolutamente imperdível - todos às Janelas Verdes até 17 de Setembro!
(Só foi pena a polícia municipal ser tão intolerante e estúpida -mas para que serve a polícia municipal para além de garantir estacionamento aos dignatários camarários, alguém me diz?)
A equipa do Museu Nacional de Arte Antiga está de parabéns: grande exposição (95 peças da Colecção Rau) de mestres da pintura europeia, muito bem apresentada, grande festa, grande noite. Boa música, bares a funcionar, uma belíssima mistura de públicos, tudo o que esteve a cargo da equipa do Museu correu sobre rodas. Dalila Rodrigues - a Directora do MNAA - está de parabéns. É a melhor exposição a visitar Lisboa desde há uns bons anos. Absolutamente imperdível - todos às Janelas Verdes até 17 de Setembro!
(Só foi pena a polícia municipal ser tão intolerante e estúpida -mas para que serve a polícia municipal para além de garantir estacionamento aos dignatários camarários, alguém me diz?)
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VIVA O MNAA!
A equipa do Museu Nacional de Arte Antiga está de parabéns: grande exposição (95 peças da Colecção Rau) de mestres da pintura europeia, muito bem apresentada, grande festa, grande noite. Boa música, bares a funcionar, uma belíssima mistura de públicos, tudo o que esteve a cargo da equipa do Museu correu sobre rodas. Dalila Rodrigues - a Directora do MNAA - está de parabéns. É a melhor exposição a visitar Lisboa desde há uns bons anos. Absolutamente imperdível - todos às Janelas Verdes até 17 de Setembro!
(Só foi pena a polícia municipal ser tão intolerante e estúpida -mas para que serve a polícia municipal para além de garantir estacionamento aos dignatários camarários, alguém me diz?)
A equipa do Museu Nacional de Arte Antiga está de parabéns: grande exposição (95 peças da Colecção Rau) de mestres da pintura europeia, muito bem apresentada, grande festa, grande noite. Boa música, bares a funcionar, uma belíssima mistura de públicos, tudo o que esteve a cargo da equipa do Museu correu sobre rodas. Dalila Rodrigues - a Directora do MNAA - está de parabéns. É a melhor exposição a visitar Lisboa desde há uns bons anos. Absolutamente imperdível - todos às Janelas Verdes até 17 de Setembro!
(Só foi pena a polícia municipal ser tão intolerante e estúpida -mas para que serve a polícia municipal para além de garantir estacionamento aos dignatários camarários, alguém me diz?)
maio 18, 2006
O SONHO EUROPEU
Um velho amigo meu, céptico militante e lúcido impenitente, dizia ontem: «Na Europa as pessoas não olham para as artroses, preferem disfarçar e pintar o cabelo de louro e querem andar de skate como se fossem jovens norte-americanos - o sonho europeu dos últimos anos resume-se a isto».
Um velho amigo meu, céptico militante e lúcido impenitente, dizia ontem: «Na Europa as pessoas não olham para as artroses, preferem disfarçar e pintar o cabelo de louro e querem andar de skate como se fossem jovens norte-americanos - o sonho europeu dos últimos anos resume-se a isto».
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O SONHO EUROPEU
Um velho amigo meu, céptico militante e lúcido impenitente, dizia ontem: «Na Europa as pessoas não olham para as artroses, preferem disfarçar e pintar o cabelo de louro e querem andar de skate como se fossem jovens norte-americanos - o sonho europeu dos últimos anos resume-se a isto».
Um velho amigo meu, céptico militante e lúcido impenitente, dizia ontem: «Na Europa as pessoas não olham para as artroses, preferem disfarçar e pintar o cabelo de louro e querem andar de skate como se fossem jovens norte-americanos - o sonho europeu dos últimos anos resume-se a isto».
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OTA...
Leio nos jornais que afinal já não é assim tão certo que se faça já o novo aeroporto e que, talvez, se possa ainda estudar outra localização. É nestes momentos que sinto um formigueirozito no pé...
Leio nos jornais que afinal já não é assim tão certo que se faça já o novo aeroporto e que, talvez, se possa ainda estudar outra localização. É nestes momentos que sinto um formigueirozito no pé...
maio 17, 2006
BLOG-CONGRESSO
Rodrigo Moita de Deus é um dos autores do «Manifesto da Culpa dos Outros», um imperdível documento sobre o PSD, dirigido ao seu Congresso, que pode ser lido neste blog.
Rodrigo Moita de Deus é um dos autores do «Manifesto da Culpa dos Outros», um imperdível documento sobre o PSD, dirigido ao seu Congresso, que pode ser lido neste blog.
AS OBRAS NO CINEMA SÃO JORGE
Parece que o cinema S. Jorge vai reabrir temporariamente para depois ser encerrado para obras longas, contrariando aliás mais uma incumprida recente promessa do pelouro da Cultura da CML.Há um ano atrás, quando foi encerrado, o S.Jorge tinha infiltrações estruturais na cobertura, o sistema eléctrico datava da construção (as célebres obras de João Soares nem tocaram no assunto, limitaram-se a lavar paredes),e constava de fios de cobre forrados a tecido apodrecido, que circulam entre madeira e gesso ressequido, no meio de carradas de novelos de pó. Na sala grande a zona de palco´está em instabilidade absoluta e não deve levar pesos - foi uma solução atamancada nos anos 70 e a única coisa que faz sentido é repor a sala na sua dimensao original. O resto é engano demagógico.
É bom que quem fôr abrir o S. Jorge tenha consciência da situação em que a sala está. E que a coisa não se resolve com umas habilidades electrotécnicas provisórias.
Parece que o cinema S. Jorge vai reabrir temporariamente para depois ser encerrado para obras longas, contrariando aliás mais uma incumprida recente promessa do pelouro da Cultura da CML.Há um ano atrás, quando foi encerrado, o S.Jorge tinha infiltrações estruturais na cobertura, o sistema eléctrico datava da construção (as célebres obras de João Soares nem tocaram no assunto, limitaram-se a lavar paredes),e constava de fios de cobre forrados a tecido apodrecido, que circulam entre madeira e gesso ressequido, no meio de carradas de novelos de pó. Na sala grande a zona de palco´está em instabilidade absoluta e não deve levar pesos - foi uma solução atamancada nos anos 70 e a única coisa que faz sentido é repor a sala na sua dimensao original. O resto é engano demagógico.
É bom que quem fôr abrir o S. Jorge tenha consciência da situação em que a sala está. E que a coisa não se resolve com umas habilidades electrotécnicas provisórias.
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AS OBRAS NO CINEMA SÃO JORGE
Parece que o cinema S. Jorge vai reabrir temporariamente para depois ser encerrado para obras longas, contrariando aliás mais uma incumprida recente promessa do pelouro da Cultura da CML.Há um ano atrás, quando foi encerrado, o S.Jorge tinha infiltrações estruturais na cobertura, o sistema eléctrico datava da construção (as célebres obras de João Soares nem tocaram no assunto, limitaram-se a lavar paredes),e constava de fios de cobre forrados a tecido apodrecido, que circulam entre madeira e gesso ressequido, no meio de carradas de novelos de pó. Na sala grande a zona de palco´está em instabilidade absoluta e não deve levar pesos - foi uma solução atamancada nos anos 70 e a única coisa que faz sentido é repor a sala na sua dimensao original. O resto é engano demagógico.
É bom que quem fôr abrir o S. Jorge tenha consciência da situação em que a sala está. E que a coisa não se resolve com umas habilidades electrotécnicas provisórias.
Parece que o cinema S. Jorge vai reabrir temporariamente para depois ser encerrado para obras longas, contrariando aliás mais uma incumprida recente promessa do pelouro da Cultura da CML.Há um ano atrás, quando foi encerrado, o S.Jorge tinha infiltrações estruturais na cobertura, o sistema eléctrico datava da construção (as célebres obras de João Soares nem tocaram no assunto, limitaram-se a lavar paredes),e constava de fios de cobre forrados a tecido apodrecido, que circulam entre madeira e gesso ressequido, no meio de carradas de novelos de pó. Na sala grande a zona de palco´está em instabilidade absoluta e não deve levar pesos - foi uma solução atamancada nos anos 70 e a única coisa que faz sentido é repor a sala na sua dimensao original. O resto é engano demagógico.
É bom que quem fôr abrir o S. Jorge tenha consciência da situação em que a sala está. E que a coisa não se resolve com umas habilidades electrotécnicas provisórias.
NAO APOIEM O ROCK IN RIO
Irrita-me que o banco de que sou cliente apoie uma fantochada que dá pelo nome de Rock In Rio; irrita-me que um refrigerante de que gosto faça o mesmo; irrita-me que a cerveja mais portuguesa tenha feito uma palhaçada abrasileirada de propósito para a carnavalada foleirosa. E irrita-me a nossa saloice face a um festival importado, musicalmente imprestável, quando já tínhamos o bom Super Rock Super Bock. Porque é que tanta gente se deslumbra com o importado e ignora o que cá é feito.
Outra coisa que me irrita um pouco é o oportunismo em torno da tanga do marketing social e do mundo melhor que não passam de melaço para papalvos. Francamente!
Irrita-me que o banco de que sou cliente apoie uma fantochada que dá pelo nome de Rock In Rio; irrita-me que um refrigerante de que gosto faça o mesmo; irrita-me que a cerveja mais portuguesa tenha feito uma palhaçada abrasileirada de propósito para a carnavalada foleirosa. E irrita-me a nossa saloice face a um festival importado, musicalmente imprestável, quando já tínhamos o bom Super Rock Super Bock. Porque é que tanta gente se deslumbra com o importado e ignora o que cá é feito.
Outra coisa que me irrita um pouco é o oportunismo em torno da tanga do marketing social e do mundo melhor que não passam de melaço para papalvos. Francamente!
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NAO APOIEM O ROCK IN RIO
Irrita-me que o banco de que sou cliente apoie uma fantochada que dá pelo nome de Rock In Rio; irrita-me que um refrigerante de que gosto faça o mesmo; irrita-me que a cerveja mais portuguesa tenha feito uma palhaçada abrasileirada de propósito para a carnavalada foleirosa. E irrita-me a nossa saloice face a um festival importado, musicalmente imprestável, quando já tínhamos o bom Super Rock Super Bock. Porque é que tanta gente se deslumbra com o importado e ignora o que cá é feito.
Outra coisa que me irrita um pouco é o oportunismo em torno da tanga do marketing social e do mundo melhor que não passam de melaço para papalvos. Francamente!
Irrita-me que o banco de que sou cliente apoie uma fantochada que dá pelo nome de Rock In Rio; irrita-me que um refrigerante de que gosto faça o mesmo; irrita-me que a cerveja mais portuguesa tenha feito uma palhaçada abrasileirada de propósito para a carnavalada foleirosa. E irrita-me a nossa saloice face a um festival importado, musicalmente imprestável, quando já tínhamos o bom Super Rock Super Bock. Porque é que tanta gente se deslumbra com o importado e ignora o que cá é feito.
Outra coisa que me irrita um pouco é o oportunismo em torno da tanga do marketing social e do mundo melhor que não passam de melaço para papalvos. Francamente!
maio 16, 2006
NÃO SE ESTRAGAM DUAS CASAS...
Carlos Martins, que em alguns momentos conseguiu ser uma referência no
jazz português, voltou às trapalhadas e misturadas que nos últimos
anos têm afligido a sua carreira e no seu disco «Do Outro Lado»
associa-se a esse expoente do engano musical lusitano que é Carlos do
Carmo. Duas conclusões: 1 - Carlos Martins definitivamente passou-se
para o outro lado; 2- Não se estragam duas casas.
Carlos do Carmo tornou-se notado nos últimos meses por ser o arauto de
um filme propangandistico teoricamente sobre o fado realizado pelo
decadente Carlos Saura e pago pelo erário público, no caso pela
autarquia lisboeta.
Carlos Martins, que em alguns momentos conseguiu ser uma referência no
jazz português, voltou às trapalhadas e misturadas que nos últimos
anos têm afligido a sua carreira e no seu disco «Do Outro Lado»
associa-se a esse expoente do engano musical lusitano que é Carlos do
Carmo. Duas conclusões: 1 - Carlos Martins definitivamente passou-se
para o outro lado; 2- Não se estragam duas casas.
Carlos do Carmo tornou-se notado nos últimos meses por ser o arauto de
um filme propangandistico teoricamente sobre o fado realizado pelo
decadente Carlos Saura e pago pelo erário público, no caso pela
autarquia lisboeta.
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NÃO SE ESTRAGAM DUAS CASAS...
Carlos Martins, que em alguns momentos conseguiu ser uma referência no
jazz português, voltou às trapalhadas e misturadas que nos últimos
anos têm afligido a sua carreira e no seu disco «Do Outro Lado»
associa-se a esse expoente do engano musical lusitano que é Carlos do
Carmo. Duas conclusões: 1 - Carlos Martins definitivamente passou-se
para o outro lado; 2- Não se estragam duas casas.
Carlos do Carmo tornou-se notado nos últimos meses por ser o arauto de
um filme propangandistico teoricamente sobre o fado realizado pelo
decadente Carlos Saura e pago pelo erário público, no caso pela
autarquia lisboeta.
Carlos Martins, que em alguns momentos conseguiu ser uma referência no
jazz português, voltou às trapalhadas e misturadas que nos últimos
anos têm afligido a sua carreira e no seu disco «Do Outro Lado»
associa-se a esse expoente do engano musical lusitano que é Carlos do
Carmo. Duas conclusões: 1 - Carlos Martins definitivamente passou-se
para o outro lado; 2- Não se estragam duas casas.
Carlos do Carmo tornou-se notado nos últimos meses por ser o arauto de
um filme propangandistico teoricamente sobre o fado realizado pelo
decadente Carlos Saura e pago pelo erário público, no caso pela
autarquia lisboeta.
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