SMS
Irra! - recorda-me o teu nome...
O que vou escrevendo, entre o Weekend do Jornal de Negócios e os Pensamentos Ociosos no SAPO. E mais umas coisas avulsas...
outubro 23, 2003
REFEIÇÕES
Almocei sózinho - que é uma coisa que gosto de fazer - e estive com um velho amigo noite fora, na conversa vadia - de projectos a rock, passando por Tintin, houve de tudo. Apareceram pelo meio amigos dos dois, mas ficámos ambos no parlapié um com o outro. É isto que mais me descansa quando estou muito cansado: sair da rotina e reganhar uma conversa de amizade - pura, sem outras intenções. Uma pessoa farta-se de falsidades, não é?
Almocei sózinho - que é uma coisa que gosto de fazer - e estive com um velho amigo noite fora, na conversa vadia - de projectos a rock, passando por Tintin, houve de tudo. Apareceram pelo meio amigos dos dois, mas ficámos ambos no parlapié um com o outro. É isto que mais me descansa quando estou muito cansado: sair da rotina e reganhar uma conversa de amizade - pura, sem outras intenções. Uma pessoa farta-se de falsidades, não é?
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REFEIÇÕES
Almocei sózinho - que é uma coisa que gosto de fazer - e estive com um velho amigo noite fora, na conversa vadia - de projectos a rock, passando por Tintin, houve de tudo. Apareceram pelo meio amigos dos dois, mas ficámos ambos no parlapié um com o outro. É isto que mais me descansa quando estou muito cansado: sair da rotina e reganhar uma conversa de amizade - pura, sem outras intenções. Uma pessoa farta-se de falsidades, não é?
Almocei sózinho - que é uma coisa que gosto de fazer - e estive com um velho amigo noite fora, na conversa vadia - de projectos a rock, passando por Tintin, houve de tudo. Apareceram pelo meio amigos dos dois, mas ficámos ambos no parlapié um com o outro. É isto que mais me descansa quando estou muito cansado: sair da rotina e reganhar uma conversa de amizade - pura, sem outras intenções. Uma pessoa farta-se de falsidades, não é?
outubro 22, 2003
O PAUZINHO NA ENGRENAGEM - 2
Vou fazer como nos filmes:« Não existe qualquer semelhança entre a história relatada e a realidade, todos os personagens são fictícios».
Dito isto, um outro capítulo do meu livro que há-de vir poderia começar assim:
Na minha suave inocência achava que as Secretarias Gerais das empresas serviam para optimizar processos, para ajudar a resolver problemas rapidamente, para serem alavancas do cumprimento dos objectivos estratégicos. Já tinha ouvido dizer que havia quem as considerasse centros de poder próprio cujo exercício servia para pôr em causa decisões, impedir concretizações, dificultar operações. Ontem mesmo percebi como podem ser também medíocres testemunhos de raiva e impotência, mesquinhas bandeiras de resistência à mudança, instrumentos desajeitados de pura incompetência e de falta de capacidade de raciocínio.
Vou fazer como nos filmes:« Não existe qualquer semelhança entre a história relatada e a realidade, todos os personagens são fictícios».
Dito isto, um outro capítulo do meu livro que há-de vir poderia começar assim:
Na minha suave inocência achava que as Secretarias Gerais das empresas serviam para optimizar processos, para ajudar a resolver problemas rapidamente, para serem alavancas do cumprimento dos objectivos estratégicos. Já tinha ouvido dizer que havia quem as considerasse centros de poder próprio cujo exercício servia para pôr em causa decisões, impedir concretizações, dificultar operações. Ontem mesmo percebi como podem ser também medíocres testemunhos de raiva e impotência, mesquinhas bandeiras de resistência à mudança, instrumentos desajeitados de pura incompetência e de falta de capacidade de raciocínio.
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O PAUZINHO NA ENGRENAGEM - 2
Vou fazer como nos filmes:« Não existe qualquer semelhança entre a história relatada e a realidade, todos os personagens são fictícios».
Dito isto, um outro capítulo do meu livro que há-de vir poderia começar assim:
Na minha suave inocência achava que as Secretarias Gerais das empresas serviam para optimizar processos, para ajudar a resolver problemas rapidamente, para serem alavancas do cumprimento dos objectivos estratégicos. Já tinha ouvido dizer que havia quem as considerasse centros de poder próprio cujo exercício servia para pôr em causa decisões, impedir concretizações, dificultar operações. Ontem mesmo percebi como podem ser também medíocres testemunhos de raiva e impotência, mesquinhas bandeiras de resistência à mudança, instrumentos desajeitados de pura incompetência e de falta de capacidade de raciocínio.
Vou fazer como nos filmes:« Não existe qualquer semelhança entre a história relatada e a realidade, todos os personagens são fictícios».
Dito isto, um outro capítulo do meu livro que há-de vir poderia começar assim:
Na minha suave inocência achava que as Secretarias Gerais das empresas serviam para optimizar processos, para ajudar a resolver problemas rapidamente, para serem alavancas do cumprimento dos objectivos estratégicos. Já tinha ouvido dizer que havia quem as considerasse centros de poder próprio cujo exercício servia para pôr em causa decisões, impedir concretizações, dificultar operações. Ontem mesmo percebi como podem ser também medíocres testemunhos de raiva e impotência, mesquinhas bandeiras de resistência à mudança, instrumentos desajeitados de pura incompetência e de falta de capacidade de raciocínio.
GASOLINA
Gosto de meter gasolina à noite. Não gosto de abastecer combustível no meio da confusão do trânsito matinal. À noite tudo é mais rápido. Abasteço quase sempre na mesma bomba, em Campo de Ourique, que fica aberta toda a noite - uma das poucas que restam em Lisboa. Venho de lá agora. Hoje reparei outra vez que a partir de certa hora aquilo torna-se numa tertúlia: há um pessoal a beber umas super bocks pela garrafa, um pessoal a fumar uns cigarros, o empregado de turno à bomba a dar dois dedos de conversa aqui e ali. Enquanto pago fico a ouvir as conversas, a ver a solidão, dou comigo a perceber como aquela deve ser muitas vezes a mais saborosa cerveja que se pode beber.
Gosto de meter gasolina à noite. Não gosto de abastecer combustível no meio da confusão do trânsito matinal. À noite tudo é mais rápido. Abasteço quase sempre na mesma bomba, em Campo de Ourique, que fica aberta toda a noite - uma das poucas que restam em Lisboa. Venho de lá agora. Hoje reparei outra vez que a partir de certa hora aquilo torna-se numa tertúlia: há um pessoal a beber umas super bocks pela garrafa, um pessoal a fumar uns cigarros, o empregado de turno à bomba a dar dois dedos de conversa aqui e ali. Enquanto pago fico a ouvir as conversas, a ver a solidão, dou comigo a perceber como aquela deve ser muitas vezes a mais saborosa cerveja que se pode beber.
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GASOLINA
Gosto de meter gasolina à noite. Não gosto de abastecer combustível no meio da confusão do trânsito matinal. À noite tudo é mais rápido. Abasteço quase sempre na mesma bomba, em Campo de Ourique, que fica aberta toda a noite - uma das poucas que restam em Lisboa. Venho de lá agora. Hoje reparei outra vez que a partir de certa hora aquilo torna-se numa tertúlia: há um pessoal a beber umas super bocks pela garrafa, um pessoal a fumar uns cigarros, o empregado de turno à bomba a dar dois dedos de conversa aqui e ali. Enquanto pago fico a ouvir as conversas, a ver a solidão, dou comigo a perceber como aquela deve ser muitas vezes a mais saborosa cerveja que se pode beber.
Gosto de meter gasolina à noite. Não gosto de abastecer combustível no meio da confusão do trânsito matinal. À noite tudo é mais rápido. Abasteço quase sempre na mesma bomba, em Campo de Ourique, que fica aberta toda a noite - uma das poucas que restam em Lisboa. Venho de lá agora. Hoje reparei outra vez que a partir de certa hora aquilo torna-se numa tertúlia: há um pessoal a beber umas super bocks pela garrafa, um pessoal a fumar uns cigarros, o empregado de turno à bomba a dar dois dedos de conversa aqui e ali. Enquanto pago fico a ouvir as conversas, a ver a solidão, dou comigo a perceber como aquela deve ser muitas vezes a mais saborosa cerveja que se pode beber.
outubro 20, 2003
O PAUZINHO NA ENGRENAGEM - 1
Estou a recolher apontamentos para escrever o meu primeiro livro. Há-de chamar-se «O Pauzinho na Engrenagem» e contará a história de como é possível parar um projecto sem fazer quase nada para isso. Basta ir dizendo que sim num dia, noutro dizendo que não, semeando umas armadilhas, parando uns papéis, cumprindo a burocracia à risca, fazendo por tornar difícil o que podia ser fácil. Há quem tenha feito uma carreira nestes expedientes.
Estou a recolher apontamentos para escrever o meu primeiro livro. Há-de chamar-se «O Pauzinho na Engrenagem» e contará a história de como é possível parar um projecto sem fazer quase nada para isso. Basta ir dizendo que sim num dia, noutro dizendo que não, semeando umas armadilhas, parando uns papéis, cumprindo a burocracia à risca, fazendo por tornar difícil o que podia ser fácil. Há quem tenha feito uma carreira nestes expedientes.
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O PAUZINHO NA ENGRENAGEM - 1
Estou a recolher apontamentos para escrever o meu primeiro livro. Há-de chamar-se «O Pauzinho na Engrenagem» e contará a história de como é possível parar um projecto sem fazer quase nada para isso. Basta ir dizendo que sim num dia, noutro dizendo que não, semeando umas armadilhas, parando uns papéis, cumprindo a burocracia à risca, fazendo por tornar difícil o que podia ser fácil. Há quem tenha feito uma carreira nestes expedientes.
Estou a recolher apontamentos para escrever o meu primeiro livro. Há-de chamar-se «O Pauzinho na Engrenagem» e contará a história de como é possível parar um projecto sem fazer quase nada para isso. Basta ir dizendo que sim num dia, noutro dizendo que não, semeando umas armadilhas, parando uns papéis, cumprindo a burocracia à risca, fazendo por tornar difícil o que podia ser fácil. Há quem tenha feito uma carreira nestes expedientes.
UM PAÍS MELHOR
Gostava mesmo de ter um país melhor. Onde as reformas se consigam concretizar. Onde se consiga trabalhar, onde as pessoas tenham bom nível de vida e se consigam realizar. Onde o sistema político funcione sem ser em clima de conspiração permanente, onde os partidos sejam expressões de organização colectiva e não arregimentações de interesses particulares. Ouvi o Eng. Henrique Neto na SIC e pensei que temos muito em comum. Se pessoas como ele fossem mais activas na política talvez pudéssemos ter um país melhor mais depressa.
Gostava mesmo de ter um país melhor. Onde as reformas se consigam concretizar. Onde se consiga trabalhar, onde as pessoas tenham bom nível de vida e se consigam realizar. Onde o sistema político funcione sem ser em clima de conspiração permanente, onde os partidos sejam expressões de organização colectiva e não arregimentações de interesses particulares. Ouvi o Eng. Henrique Neto na SIC e pensei que temos muito em comum. Se pessoas como ele fossem mais activas na política talvez pudéssemos ter um país melhor mais depressa.
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UM PAÍS MELHOR
Gostava mesmo de ter um país melhor. Onde as reformas se consigam concretizar. Onde se consiga trabalhar, onde as pessoas tenham bom nível de vida e se consigam realizar. Onde o sistema político funcione sem ser em clima de conspiração permanente, onde os partidos sejam expressões de organização colectiva e não arregimentações de interesses particulares. Ouvi o Eng. Henrique Neto na SIC e pensei que temos muito em comum. Se pessoas como ele fossem mais activas na política talvez pudéssemos ter um país melhor mais depressa.
Gostava mesmo de ter um país melhor. Onde as reformas se consigam concretizar. Onde se consiga trabalhar, onde as pessoas tenham bom nível de vida e se consigam realizar. Onde o sistema político funcione sem ser em clima de conspiração permanente, onde os partidos sejam expressões de organização colectiva e não arregimentações de interesses particulares. Ouvi o Eng. Henrique Neto na SIC e pensei que temos muito em comum. Se pessoas como ele fossem mais activas na política talvez pudéssemos ter um país melhor mais depressa.
POPULISMO
Alguns bem pensantes fartam-se de atacar o populismo. Depois dos últimos dias fico com uma dúvida: expressões como «estou-me a cagar», «à canelada» ou «são todos uns merdas» também serão sinal de populismo? Será que vamos assistir às críticas aos autores destas frases no contexto da actuação da justiça?
Alguns bem pensantes fartam-se de atacar o populismo. Depois dos últimos dias fico com uma dúvida: expressões como «estou-me a cagar», «à canelada» ou «são todos uns merdas» também serão sinal de populismo? Será que vamos assistir às críticas aos autores destas frases no contexto da actuação da justiça?
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POPULISMO
Alguns bem pensantes fartam-se de atacar o populismo. Depois dos últimos dias fico com uma dúvida: expressões como «estou-me a cagar», «à canelada» ou «são todos uns merdas» também serão sinal de populismo? Será que vamos assistir às críticas aos autores destas frases no contexto da actuação da justiça?
Alguns bem pensantes fartam-se de atacar o populismo. Depois dos últimos dias fico com uma dúvida: expressões como «estou-me a cagar», «à canelada» ou «são todos uns merdas» também serão sinal de populismo? Será que vamos assistir às críticas aos autores destas frases no contexto da actuação da justiça?
outubro 19, 2003
UM FILME
Trata-se de um diário sobre o processo de concepção, espera-se que pré-produção e, espera-se também, produção de um filme. Chama-se O Mistério da Serra de Sintra e é do meu amigo Jorge Paixão da Costa.
Citação:
O Telles telefonou-me:
"Tens alguma coisa para o ICAM?"
"Tenho!"
"A sim? O quê?"
"Uma vontade enorme de lhes explicar umas coisas sobre a lei do cinema"
O Telles ficou mudo. Fez-se um silêncio. E quando eu pensava que estava tudo dito, ele deve ter acabado o que estava a fazer e redisse-me:
"Tens alguma coisa para o ICAM, um guião?
Tenho, mas não é completamente meu!
É de quem?"
É do Eça.
Não faz mal, eu falo com ele!
O melhor é falar com o Efe.
Com o Efe ou com o Eça?
Com o Efe!
Porquê?
Porque o Efe é que falou com uma senhora..."
Trata-se de um diário sobre o processo de concepção, espera-se que pré-produção e, espera-se também, produção de um filme. Chama-se O Mistério da Serra de Sintra e é do meu amigo Jorge Paixão da Costa.
Citação:
O Telles telefonou-me:
"Tens alguma coisa para o ICAM?"
"Tenho!"
"A sim? O quê?"
"Uma vontade enorme de lhes explicar umas coisas sobre a lei do cinema"
O Telles ficou mudo. Fez-se um silêncio. E quando eu pensava que estava tudo dito, ele deve ter acabado o que estava a fazer e redisse-me:
"Tens alguma coisa para o ICAM, um guião?
Tenho, mas não é completamente meu!
É de quem?"
É do Eça.
Não faz mal, eu falo com ele!
O melhor é falar com o Efe.
Com o Efe ou com o Eça?
Com o Efe!
Porquê?
Porque o Efe é que falou com uma senhora..."
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UM FILME
Trata-se de um diário sobre o processo de concepção, espera-se que pré-produção e, espera-se também, produção de um filme. Chama-se O Mistério da Serra de Sintra e é do meu amigo Jorge Paixão da Costa.
Citação:
O Telles telefonou-me:
"Tens alguma coisa para o ICAM?"
"Tenho!"
"A sim? O quê?"
"Uma vontade enorme de lhes explicar umas coisas sobre a lei do cinema"
O Telles ficou mudo. Fez-se um silêncio. E quando eu pensava que estava tudo dito, ele deve ter acabado o que estava a fazer e redisse-me:
"Tens alguma coisa para o ICAM, um guião?
Tenho, mas não é completamente meu!
É de quem?"
É do Eça.
Não faz mal, eu falo com ele!
O melhor é falar com o Efe.
Com o Efe ou com o Eça?
Com o Efe!
Porquê?
Porque o Efe é que falou com uma senhora..."
Trata-se de um diário sobre o processo de concepção, espera-se que pré-produção e, espera-se também, produção de um filme. Chama-se O Mistério da Serra de Sintra e é do meu amigo Jorge Paixão da Costa.
Citação:
O Telles telefonou-me:
"Tens alguma coisa para o ICAM?"
"Tenho!"
"A sim? O quê?"
"Uma vontade enorme de lhes explicar umas coisas sobre a lei do cinema"
O Telles ficou mudo. Fez-se um silêncio. E quando eu pensava que estava tudo dito, ele deve ter acabado o que estava a fazer e redisse-me:
"Tens alguma coisa para o ICAM, um guião?
Tenho, mas não é completamente meu!
É de quem?"
É do Eça.
Não faz mal, eu falo com ele!
O melhor é falar com o Efe.
Com o Efe ou com o Eça?
Com o Efe!
Porquê?
Porque o Efe é que falou com uma senhora..."
JÁ GANHEI O DIA
Regressou o Guerra e Pas. E em grande forma. Com coisas picantes e deliciosas. E, como sempre, muito boas considerações.
Regressou o Guerra e Pas. E em grande forma. Com coisas picantes e deliciosas. E, como sempre, muito boas considerações.
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JÁ GANHEI O DIA
Regressou o Guerra e Pas. E em grande forma. Com coisas picantes e deliciosas. E, como sempre, muito boas considerações.
Regressou o Guerra e Pas. E em grande forma. Com coisas picantes e deliciosas. E, como sempre, muito boas considerações.
outubro 18, 2003
LER
Nada de actores.
(Nada de direcção de actores.)
Nada de personagens.
(Nada de estudo de personagens.)
Nada de mise en scène.
Antes a utilização de modelos, tirados da vida.
SER (modelos) em lugar de PARECER (actores).
As palavras são de Robert Bresson, citadas pelo Filipe, no Intrusos .
Nada de actores.
(Nada de direcção de actores.)
Nada de personagens.
(Nada de estudo de personagens.)
Nada de mise en scène.
Antes a utilização de modelos, tirados da vida.
SER (modelos) em lugar de PARECER (actores).
As palavras são de Robert Bresson, citadas pelo Filipe, no Intrusos .
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