UMA GRANDE VERDADE
Cito, integral, um post do Homem A Dias:
Obituários e ideologia
O João Veríssimo escreveu-me isto na sexta. Segue com atraso, mas talvez não tenha perdido a pertinência, pelo que dispensa comentários. De resto, o tema da (im)parcialidade dos média, puxado por outros pretextos, já tem sido amplamente discutido na blogosfera.
«Morreu hoje José Manuel Casqueiro, soube-o através do noticiário das 10 na TSF. Casqueiro foi durante anos o secretário geral da CAP e a sua figura maior. Enfrentou o PREC com coragem e determinação, graças a ele a reforma agrária não passou do Alentejo. Em suma, foi um dos que fomentou a imensa revolta anónima que levou ao 25 de Novembro.
As pequenas linhas que mereceu na TSF seriam as mesmas se morresse, por exemplo, um líder sindical ou um obscuro lutador antifascista? Não faltava certamente o Manuel Alegre a declamar um poema.
Porquê esta dualidade?»
O que vou escrevendo, entre o Weekend do Jornal de Negócios e os Pensamentos Ociosos no SAPO. E mais umas coisas avulsas...
setembro 29, 2003
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UMA GRANDE VERDADE
Cito, integral, um post do Homem A Dias:
Obituários e ideologia
O João Veríssimo escreveu-me isto na sexta. Segue com atraso, mas talvez não tenha perdido a pertinência, pelo que dispensa comentários. De resto, o tema da (im)parcialidade dos média, puxado por outros pretextos, já tem sido amplamente discutido na blogosfera.
«Morreu hoje José Manuel Casqueiro, soube-o através do noticiário das 10 na TSF. Casqueiro foi durante anos o secretário geral da CAP e a sua figura maior. Enfrentou o PREC com coragem e determinação, graças a ele a reforma agrária não passou do Alentejo. Em suma, foi um dos que fomentou a imensa revolta anónima que levou ao 25 de Novembro.
As pequenas linhas que mereceu na TSF seriam as mesmas se morresse, por exemplo, um líder sindical ou um obscuro lutador antifascista? Não faltava certamente o Manuel Alegre a declamar um poema.
Porquê esta dualidade?»
Cito, integral, um post do Homem A Dias:
Obituários e ideologia
O João Veríssimo escreveu-me isto na sexta. Segue com atraso, mas talvez não tenha perdido a pertinência, pelo que dispensa comentários. De resto, o tema da (im)parcialidade dos média, puxado por outros pretextos, já tem sido amplamente discutido na blogosfera.
«Morreu hoje José Manuel Casqueiro, soube-o através do noticiário das 10 na TSF. Casqueiro foi durante anos o secretário geral da CAP e a sua figura maior. Enfrentou o PREC com coragem e determinação, graças a ele a reforma agrária não passou do Alentejo. Em suma, foi um dos que fomentou a imensa revolta anónima que levou ao 25 de Novembro.
As pequenas linhas que mereceu na TSF seriam as mesmas se morresse, por exemplo, um líder sindical ou um obscuro lutador antifascista? Não faltava certamente o Manuel Alegre a declamar um poema.
Porquê esta dualidade?»
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CITAÇÃO 1
A ausência faz diminuir as paixões vulgares e aumentar as autênticas, tal como o vento apaga as velas e ateia os fogos.
(La Rouchefoucauld, 1613-1680)
A ausência faz diminuir as paixões vulgares e aumentar as autênticas, tal como o vento apaga as velas e ateia os fogos.
(La Rouchefoucauld, 1613-1680)
ADEUS ELIA
O realizador Elia Kazan morreu domingo com 94 anos. Da sua obra fazem filmes como «A Streetcar Named Desire», «Death Of a Salesman», «East Of Eden» ou «On The Waterfront». Para além do cinema tornou-se notado no teatro, a sua paixão inicial que sempre o acompanhou como conta o Wasington Post.
O realizador Elia Kazan morreu domingo com 94 anos. Da sua obra fazem filmes como «A Streetcar Named Desire», «Death Of a Salesman», «East Of Eden» ou «On The Waterfront». Para além do cinema tornou-se notado no teatro, a sua paixão inicial que sempre o acompanhou como conta o Wasington Post.
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ADEUS ELIA
O realizador Elia Kazan morreu domingo com 94 anos. Da sua obra fazem filmes como «A Streetcar Named Desire», «Death Of a Salesman», «East Of Eden» ou «On The Waterfront». Para além do cinema tornou-se notado no teatro, a sua paixão inicial que sempre o acompanhou como conta o Wasington Post.
O realizador Elia Kazan morreu domingo com 94 anos. Da sua obra fazem filmes como «A Streetcar Named Desire», «Death Of a Salesman», «East Of Eden» ou «On The Waterfront». Para além do cinema tornou-se notado no teatro, a sua paixão inicial que sempre o acompanhou como conta o Wasington Post.
A EXPERIMENTA NO LIBÉ
A edição de hoje do diário francês Libération fala sobre a Experimentadesign em Lisboa e não poupa elogios nem à modernidade da cidade nem ao acontecimento em si como poderão constatar.
A edição de hoje do diário francês Libération fala sobre a Experimentadesign em Lisboa e não poupa elogios nem à modernidade da cidade nem ao acontecimento em si como poderão constatar.
setembro 28, 2003
ERA O QUE FALTAVA
Já não chegam os pop ups da internet. Agora a mais recente descoberta dos publicitários está nas mensagens de telemóvel. A Wired tem um artigo sobre o assunto.
Já não chegam os pop ups da internet. Agora a mais recente descoberta dos publicitários está nas mensagens de telemóvel. A Wired tem um artigo sobre o assunto.
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GÉNERO
Um amigo meu, que é benfiquista e realizador, diz que p Benfica a jogar, agora, parece um filme de Manuel de Oliveira. Vamos lá a ver logo a quela deles se assemelha.
Um amigo meu, que é benfiquista e realizador, diz que p Benfica a jogar, agora, parece um filme de Manuel de Oliveira. Vamos lá a ver logo a quela deles se assemelha.
setembro 26, 2003
POLÍTICA ELECTRÓNICA
Questões que as votações electrónicas levantam estão a ser analisadas nos Estados Unidos. O Estado de Maryland decidiu avançar no processo que vai levar à compra de ujm sistema que permite a participação electrónica dos cidadãos em actos eleitorais. Veja o ponto da situação na Wired.
Questões que as votações electrónicas levantam estão a ser analisadas nos Estados Unidos. O Estado de Maryland decidiu avançar no processo que vai levar à compra de ujm sistema que permite a participação electrónica dos cidadãos em actos eleitorais. Veja o ponto da situação na Wired.
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POLÍTICA ELECTRÓNICA
Questões que as votações electrónicas levantam estão a ser analisadas nos Estados Unidos. O Estado de Maryland decidiu avançar no processo que vai levar à compra de ujm sistema que permite a participação electrónica dos cidadãos em actos eleitorais. Veja o ponto da situação na Wired.
Questões que as votações electrónicas levantam estão a ser analisadas nos Estados Unidos. O Estado de Maryland decidiu avançar no processo que vai levar à compra de ujm sistema que permite a participação electrónica dos cidadãos em actos eleitorais. Veja o ponto da situação na Wired.
COMO HOJE É SEXTA...
há versão impressa.
Excertos:
SOBRE A MÚSICA
Esta semana PS e PP propuseram na Assembleia da República medidas legislativas para garantir que as estações de rádio transmitam música portuguesa. É uma boa medida, espera-se que seja consequente – ou seja, que não fique na gaveta a apodrecer como uma lei anterior, no mesmo sentido, proposta e aprovada há muito anos por iniciativa do Deputado José Niza.
Algumas pessoas queixam-se de que isto é uma excessiva regulação e que na prática prejudica os interesses dos consumidores, ao restringir o leque e a diversidade da oferta musical nas rádios. Nos dias de hoje este é um falso problema: a adopção de play-lists como ferramenta quase única de programação é um acto bem mais lesivo da diversidade do que qualquer outra coisa: de facto as estações impõem que em cada momento o universo musical a que se dedicam seja integrado por algumas dezenas de canções e nada mais.
Existe de facto uma enorme dificuldade para os novos artistas portugueses em aparecerem e serem ouvidos, por mais elevado que seja o investimento das suas editoras. Bons produtos, quer do ponto de vista artístico, quer do ponto de vista comercial, falham muitas vezes simplesmente porque não chegam ao público – porque nem as rádios nem as televisões os divulgam. Já repararam que no último ano o surgimento de novos nomes se limita ao sector dos imitadores, dos intérpretes de versões, consagradados e popularizados em diversos concursos televisivos? Este não é um caminho saudável para a música.
A Espanha e a França, aqui ao lado, conseguiram, com leis semelhantes – que espero sejam estudadas, comparadas e inspiradoras para os nossos deputados – inverter a situação. Hoje em dia a música de produção local em Espanha e em França não é apenas a que mais passa na rádio e televisão – é a que mais vende. Surgiram dezenas de novos artistas, um número significativo internacionalizou-se - facto quase inédito até aí. Um sector da indústria do entretenimento que estava moribundo, salvou-se e está saudável, criando milhares de postos de trabalho, desde estúdios a músicos de sessão, passando por produtores, promotores de concertos, produtores locais, técnicos de som, luz e palco.
há versão impressa.
Excertos:
SOBRE A MÚSICA
Esta semana PS e PP propuseram na Assembleia da República medidas legislativas para garantir que as estações de rádio transmitam música portuguesa. É uma boa medida, espera-se que seja consequente – ou seja, que não fique na gaveta a apodrecer como uma lei anterior, no mesmo sentido, proposta e aprovada há muito anos por iniciativa do Deputado José Niza.
Algumas pessoas queixam-se de que isto é uma excessiva regulação e que na prática prejudica os interesses dos consumidores, ao restringir o leque e a diversidade da oferta musical nas rádios. Nos dias de hoje este é um falso problema: a adopção de play-lists como ferramenta quase única de programação é um acto bem mais lesivo da diversidade do que qualquer outra coisa: de facto as estações impõem que em cada momento o universo musical a que se dedicam seja integrado por algumas dezenas de canções e nada mais.
Existe de facto uma enorme dificuldade para os novos artistas portugueses em aparecerem e serem ouvidos, por mais elevado que seja o investimento das suas editoras. Bons produtos, quer do ponto de vista artístico, quer do ponto de vista comercial, falham muitas vezes simplesmente porque não chegam ao público – porque nem as rádios nem as televisões os divulgam. Já repararam que no último ano o surgimento de novos nomes se limita ao sector dos imitadores, dos intérpretes de versões, consagradados e popularizados em diversos concursos televisivos? Este não é um caminho saudável para a música.
A Espanha e a França, aqui ao lado, conseguiram, com leis semelhantes – que espero sejam estudadas, comparadas e inspiradoras para os nossos deputados – inverter a situação. Hoje em dia a música de produção local em Espanha e em França não é apenas a que mais passa na rádio e televisão – é a que mais vende. Surgiram dezenas de novos artistas, um número significativo internacionalizou-se - facto quase inédito até aí. Um sector da indústria do entretenimento que estava moribundo, salvou-se e está saudável, criando milhares de postos de trabalho, desde estúdios a músicos de sessão, passando por produtores, promotores de concertos, produtores locais, técnicos de som, luz e palco.
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COMO HOJE É SEXTA...
há versão impressa.
Excertos:
SOBRE A MÚSICA
Esta semana PS e PP propuseram na Assembleia da República medidas legislativas para garantir que as estações de rádio transmitam música portuguesa. É uma boa medida, espera-se que seja consequente – ou seja, que não fique na gaveta a apodrecer como uma lei anterior, no mesmo sentido, proposta e aprovada há muito anos por iniciativa do Deputado José Niza.
Algumas pessoas queixam-se de que isto é uma excessiva regulação e que na prática prejudica os interesses dos consumidores, ao restringir o leque e a diversidade da oferta musical nas rádios. Nos dias de hoje este é um falso problema: a adopção de play-lists como ferramenta quase única de programação é um acto bem mais lesivo da diversidade do que qualquer outra coisa: de facto as estações impõem que em cada momento o universo musical a que se dedicam seja integrado por algumas dezenas de canções e nada mais.
Existe de facto uma enorme dificuldade para os novos artistas portugueses em aparecerem e serem ouvidos, por mais elevado que seja o investimento das suas editoras. Bons produtos, quer do ponto de vista artístico, quer do ponto de vista comercial, falham muitas vezes simplesmente porque não chegam ao público – porque nem as rádios nem as televisões os divulgam. Já repararam que no último ano o surgimento de novos nomes se limita ao sector dos imitadores, dos intérpretes de versões, consagradados e popularizados em diversos concursos televisivos? Este não é um caminho saudável para a música.
A Espanha e a França, aqui ao lado, conseguiram, com leis semelhantes – que espero sejam estudadas, comparadas e inspiradoras para os nossos deputados – inverter a situação. Hoje em dia a música de produção local em Espanha e em França não é apenas a que mais passa na rádio e televisão – é a que mais vende. Surgiram dezenas de novos artistas, um número significativo internacionalizou-se - facto quase inédito até aí. Um sector da indústria do entretenimento que estava moribundo, salvou-se e está saudável, criando milhares de postos de trabalho, desde estúdios a músicos de sessão, passando por produtores, promotores de concertos, produtores locais, técnicos de som, luz e palco.
há versão impressa.
Excertos:
SOBRE A MÚSICA
Esta semana PS e PP propuseram na Assembleia da República medidas legislativas para garantir que as estações de rádio transmitam música portuguesa. É uma boa medida, espera-se que seja consequente – ou seja, que não fique na gaveta a apodrecer como uma lei anterior, no mesmo sentido, proposta e aprovada há muito anos por iniciativa do Deputado José Niza.
Algumas pessoas queixam-se de que isto é uma excessiva regulação e que na prática prejudica os interesses dos consumidores, ao restringir o leque e a diversidade da oferta musical nas rádios. Nos dias de hoje este é um falso problema: a adopção de play-lists como ferramenta quase única de programação é um acto bem mais lesivo da diversidade do que qualquer outra coisa: de facto as estações impõem que em cada momento o universo musical a que se dedicam seja integrado por algumas dezenas de canções e nada mais.
Existe de facto uma enorme dificuldade para os novos artistas portugueses em aparecerem e serem ouvidos, por mais elevado que seja o investimento das suas editoras. Bons produtos, quer do ponto de vista artístico, quer do ponto de vista comercial, falham muitas vezes simplesmente porque não chegam ao público – porque nem as rádios nem as televisões os divulgam. Já repararam que no último ano o surgimento de novos nomes se limita ao sector dos imitadores, dos intérpretes de versões, consagradados e popularizados em diversos concursos televisivos? Este não é um caminho saudável para a música.
A Espanha e a França, aqui ao lado, conseguiram, com leis semelhantes – que espero sejam estudadas, comparadas e inspiradoras para os nossos deputados – inverter a situação. Hoje em dia a música de produção local em Espanha e em França não é apenas a que mais passa na rádio e televisão – é a que mais vende. Surgiram dezenas de novos artistas, um número significativo internacionalizou-se - facto quase inédito até aí. Um sector da indústria do entretenimento que estava moribundo, salvou-se e está saudável, criando milhares de postos de trabalho, desde estúdios a músicos de sessão, passando por produtores, promotores de concertos, produtores locais, técnicos de som, luz e palco.
setembro 25, 2003
QUALQUER COISA
Amigos, conversa, amigos, planos, ideias, às vezes qualquer coisa que se consegue fazer - é o que levamos de bom desta correria. Mas é tão difícil conseguir fazer qualquer coisa - não porque seja difícil em si mas porque por cada pessoa que tenta pôr um projecto de pé, há umas dez ao lado a atirar pauzinhos para a engrenagem.
Amigos, conversa, amigos, planos, ideias, às vezes qualquer coisa que se consegue fazer - é o que levamos de bom desta correria. Mas é tão difícil conseguir fazer qualquer coisa - não porque seja difícil em si mas porque por cada pessoa que tenta pôr um projecto de pé, há umas dez ao lado a atirar pauzinhos para a engrenagem.
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QUALQUER COISA
Amigos, conversa, amigos, planos, ideias, às vezes qualquer coisa que se consegue fazer - é o que levamos de bom desta correria. Mas é tão difícil conseguir fazer qualquer coisa - não porque seja difícil em si mas porque por cada pessoa que tenta pôr um projecto de pé, há umas dez ao lado a atirar pauzinhos para a engrenagem.
Amigos, conversa, amigos, planos, ideias, às vezes qualquer coisa que se consegue fazer - é o que levamos de bom desta correria. Mas é tão difícil conseguir fazer qualquer coisa - não porque seja difícil em si mas porque por cada pessoa que tenta pôr um projecto de pé, há umas dez ao lado a atirar pauzinhos para a engrenagem.
BLOG - TEORIA DE EDIÇÃO
A Online Journalism Review publica um curioso artigo sobre a necessidade (ou não) de os blogs de jornais serem submetidos a edição e a critérios editoriais como escreve Mark Glaser. Excerto: It's too early to tell, but one spectacularly successful case was in Sacramento, Calif., where the Sacramento Bee got political columnist Daniel Weintraub blogging just in time for recall madness. While his blog, California Insider, became a place for regular scoops on recall news, Weintraub's posts were sent to Mark Paul, deputy editor of the editorial pages, right as they were being posted. After a recent controversial post about Lt. Gov. Cruz Bustamante -- "If his name had been Charles Bustmont rather than Cruz Bustamante, he would have finished his legislative career as an anonymous back-bencher" -- the Bee decided that all site content would go to an editor first -- a process explained by the Bee's ombudsman.
A Online Journalism Review publica um curioso artigo sobre a necessidade (ou não) de os blogs de jornais serem submetidos a edição e a critérios editoriais como escreve Mark Glaser. Excerto: It's too early to tell, but one spectacularly successful case was in Sacramento, Calif., where the Sacramento Bee got political columnist Daniel Weintraub blogging just in time for recall madness. While his blog, California Insider, became a place for regular scoops on recall news, Weintraub's posts were sent to Mark Paul, deputy editor of the editorial pages, right as they were being posted. After a recent controversial post about Lt. Gov. Cruz Bustamante -- "If his name had been Charles Bustmont rather than Cruz Bustamante, he would have finished his legislative career as an anonymous back-bencher" -- the Bee decided that all site content would go to an editor first -- a process explained by the Bee's ombudsman.
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BLOG - TEORIA DE EDIÇÃO
A Online Journalism Review publica um curioso artigo sobre a necessidade (ou não) de os blogs de jornais serem submetidos a edição e a critérios editoriais como escreve Mark Glaser. Excerto: It's too early to tell, but one spectacularly successful case was in Sacramento, Calif., where the Sacramento Bee got political columnist Daniel Weintraub blogging just in time for recall madness. While his blog, California Insider, became a place for regular scoops on recall news, Weintraub's posts were sent to Mark Paul, deputy editor of the editorial pages, right as they were being posted. After a recent controversial post about Lt. Gov. Cruz Bustamante -- "If his name had been Charles Bustmont rather than Cruz Bustamante, he would have finished his legislative career as an anonymous back-bencher" -- the Bee decided that all site content would go to an editor first -- a process explained by the Bee's ombudsman.
A Online Journalism Review publica um curioso artigo sobre a necessidade (ou não) de os blogs de jornais serem submetidos a edição e a critérios editoriais como escreve Mark Glaser. Excerto: It's too early to tell, but one spectacularly successful case was in Sacramento, Calif., where the Sacramento Bee got political columnist Daniel Weintraub blogging just in time for recall madness. While his blog, California Insider, became a place for regular scoops on recall news, Weintraub's posts were sent to Mark Paul, deputy editor of the editorial pages, right as they were being posted. After a recent controversial post about Lt. Gov. Cruz Bustamante -- "If his name had been Charles Bustmont rather than Cruz Bustamante, he would have finished his legislative career as an anonymous back-bencher" -- the Bee decided that all site content would go to an editor first -- a process explained by the Bee's ombudsman.
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