MORDOMIAS
O No Mínimo tem um artigo delicioso que fala de uma situação mesmo engraçada: No Brasil o sindicato dos servidores do Congresso anuncia que vai denunciar ao Tribunal de Contas a ilegitimidade da contratação de 9.122 assessores parlamentares para os gabinetes privativos de 513 deputados.
O que vou escrevendo, entre o Weekend do Jornal de Negócios e os Pensamentos Ociosos no SAPO. E mais umas coisas avulsas...
agosto 13, 2003
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MORDOMIAS
O No Mínimo tem um artigo delicioso que fala de uma situação mesmo engraçada: No Brasil o sindicato dos servidores do Congresso anuncia que vai denunciar ao Tribunal de Contas a ilegitimidade da contratação de 9.122 assessores parlamentares para os gabinetes privativos de 513 deputados.
O No Mínimo tem um artigo delicioso que fala de uma situação mesmo engraçada: No Brasil o sindicato dos servidores do Congresso anuncia que vai denunciar ao Tribunal de Contas a ilegitimidade da contratação de 9.122 assessores parlamentares para os gabinetes privativos de 513 deputados.
VOTAÇÕES ELECTRÓNICAS
Para ficar a par da forma como está a evoluir a implantação de sistemas de voto electrónico nos Estados Unidos para os próximnos actos eleitorais e para saber quais as principais questões de segurança que se colocam, espreitem este artigo da Wired.
Para ficar a par da forma como está a evoluir a implantação de sistemas de voto electrónico nos Estados Unidos para os próximnos actos eleitorais e para saber quais as principais questões de segurança que se colocam, espreitem este artigo da Wired.
ULTRALEVES ECOLÓGICOS
Os ultra-leves, aquelas pequenas máquinas voadoras que todos os anos nos atormentam o juízo sobrevoando as praias com o ruído de um motor a dois tempos de escape livre, afinal têm uma utilidade ecológica. A revista «The Economist» explica como podem ser utilizados para acção de vigilância sobre zonas protegidas para monitorização constante de conservação dos eco-sistemas. Vale a pena dar uma vista de olhos na secção de Science & Technology da revista: também podem descobrir como foi construído um robot capaz de andar sobre a água.
Os ultra-leves, aquelas pequenas máquinas voadoras que todos os anos nos atormentam o juízo sobrevoando as praias com o ruído de um motor a dois tempos de escape livre, afinal têm uma utilidade ecológica. A revista «The Economist» explica como podem ser utilizados para acção de vigilância sobre zonas protegidas para monitorização constante de conservação dos eco-sistemas. Vale a pena dar uma vista de olhos na secção de Science & Technology da revista: também podem descobrir como foi construído um robot capaz de andar sobre a água.
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ULTRALEVES ECOLÓGICOS
Os ultra-leves, aquelas pequenas máquinas voadoras que todos os anos nos atormentam o juízo sobrevoando as praias com o ruído de um motor a dois tempos de escape livre, afinal têm uma utilidade ecológica. A revista «The Economist» explica como podem ser utilizados para acção de vigilância sobre zonas protegidas para monitorização constante de conservação dos eco-sistemas. Vale a pena dar uma vista de olhos na secção de Science & Technology da revista: também podem descobrir como foi construído um robot capaz de andar sobre a água.
Os ultra-leves, aquelas pequenas máquinas voadoras que todos os anos nos atormentam o juízo sobrevoando as praias com o ruído de um motor a dois tempos de escape livre, afinal têm uma utilidade ecológica. A revista «The Economist» explica como podem ser utilizados para acção de vigilância sobre zonas protegidas para monitorização constante de conservação dos eco-sistemas. Vale a pena dar uma vista de olhos na secção de Science & Technology da revista: também podem descobrir como foi construído um robot capaz de andar sobre a água.
VIAGENS
Por razões que nunca entendi há quem goste de passar as férias no meio da pobreza e da miséria. As hordas de consumidores de Cuba e do Brasil são um bom exemplo de diversão à custa de enormes desigualdades - que a maioria dos utilizadores critica fortemente a nível doméstico. Estas ideias excursionistas sempre me perturbaram um pouco e por via de regra não as pratico. A minha querida revista Spectator resolveu escrever (bem) sobre o assunto.
Por razões que nunca entendi há quem goste de passar as férias no meio da pobreza e da miséria. As hordas de consumidores de Cuba e do Brasil são um bom exemplo de diversão à custa de enormes desigualdades - que a maioria dos utilizadores critica fortemente a nível doméstico. Estas ideias excursionistas sempre me perturbaram um pouco e por via de regra não as pratico. A minha querida revista Spectator resolveu escrever (bem) sobre o assunto.
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VIAGENS
Por razões que nunca entendi há quem goste de passar as férias no meio da pobreza e da miséria. As hordas de consumidores de Cuba e do Brasil são um bom exemplo de diversão à custa de enormes desigualdades - que a maioria dos utilizadores critica fortemente a nível doméstico. Estas ideias excursionistas sempre me perturbaram um pouco e por via de regra não as pratico. A minha querida revista Spectator resolveu escrever (bem) sobre o assunto.
Por razões que nunca entendi há quem goste de passar as férias no meio da pobreza e da miséria. As hordas de consumidores de Cuba e do Brasil são um bom exemplo de diversão à custa de enormes desigualdades - que a maioria dos utilizadores critica fortemente a nível doméstico. Estas ideias excursionistas sempre me perturbaram um pouco e por via de regra não as pratico. A minha querida revista Spectator resolveu escrever (bem) sobre o assunto.
agosto 12, 2003
SKY DÁ FINALMENTE LUCROS
A BSkyB anunciou um lucro recorde de três mil milhões de libras para o seu primeiro ano de resultados positivos desde que se iniciou na aventura digital há cinco anos - é uma boa notícia para o mundo dos media, o primeiro sinal sério de viabilidade de uma operação de televisão digital por satélite. Pormenores aqui.
A BSkyB anunciou um lucro recorde de três mil milhões de libras para o seu primeiro ano de resultados positivos desde que se iniciou na aventura digital há cinco anos - é uma boa notícia para o mundo dos media, o primeiro sinal sério de viabilidade de uma operação de televisão digital por satélite. Pormenores aqui.
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SKY DÁ FINALMENTE LUCROS
A BSkyB anunciou um lucro recorde de três mil milhões de libras para o seu primeiro ano de resultados positivos desde que se iniciou na aventura digital há cinco anos - é uma boa notícia para o mundo dos media, o primeiro sinal sério de viabilidade de uma operação de televisão digital por satélite. Pormenores aqui.
A BSkyB anunciou um lucro recorde de três mil milhões de libras para o seu primeiro ano de resultados positivos desde que se iniciou na aventura digital há cinco anos - é uma boa notícia para o mundo dos media, o primeiro sinal sério de viabilidade de uma operação de televisão digital por satélite. Pormenores aqui.
HIPOCONDRÍACOS
Nos Estados Unidos a frenética obsessão dos hipocondríacos custa 20 milhões de dolares por ano ao sistema de saúde. A New Yorker tem um belíssimo artigo sobre o assunto. Excerto:The interaction between the hypochondriac and the physician, subverts everything that a doctor is taught about how to communicate with patients. Expressing concern only reinforces the hypochondriac’s sense that something is awry. Marshalling the considerable technological resources of modern medicine, by ordering sophisticated blood tests and high-resolution M.R.I. scans, still falls short of providing reassurance. . Leiam o resto, que vale a pena.
Nos Estados Unidos a frenética obsessão dos hipocondríacos custa 20 milhões de dolares por ano ao sistema de saúde. A New Yorker tem um belíssimo artigo sobre o assunto. Excerto:The interaction between the hypochondriac and the physician, subverts everything that a doctor is taught about how to communicate with patients. Expressing concern only reinforces the hypochondriac’s sense that something is awry. Marshalling the considerable technological resources of modern medicine, by ordering sophisticated blood tests and high-resolution M.R.I. scans, still falls short of providing reassurance. . Leiam o resto, que vale a pena.
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HIPOCONDRÍACOS
Nos Estados Unidos a frenética obsessão dos hipocondríacos custa 20 milhões de dolares por ano ao sistema de saúde. A New Yorker tem um belíssimo artigo sobre o assunto. Excerto:The interaction between the hypochondriac and the physician, subverts everything that a doctor is taught about how to communicate with patients. Expressing concern only reinforces the hypochondriac’s sense that something is awry. Marshalling the considerable technological resources of modern medicine, by ordering sophisticated blood tests and high-resolution M.R.I. scans, still falls short of providing reassurance. . Leiam o resto, que vale a pena.
Nos Estados Unidos a frenética obsessão dos hipocondríacos custa 20 milhões de dolares por ano ao sistema de saúde. A New Yorker tem um belíssimo artigo sobre o assunto. Excerto:The interaction between the hypochondriac and the physician, subverts everything that a doctor is taught about how to communicate with patients. Expressing concern only reinforces the hypochondriac’s sense that something is awry. Marshalling the considerable technological resources of modern medicine, by ordering sophisticated blood tests and high-resolution M.R.I. scans, still falls short of providing reassurance. . Leiam o resto, que vale a pena.
ENCOLHIMENTO
Quando a cultura dos humanos finalmente começou a produzir arte e tecnologia já os nossos cérebros estavam a encolher. E, apesar de tudo, a raça humana lá conseguiu chegar à lua. O resultado de investigações recentes sobre o desenvolvimento do cérebero humano e sobre as suas relações com o saber e a descoberta podem ser lidas
aqui.
Quando a cultura dos humanos finalmente começou a produzir arte e tecnologia já os nossos cérebros estavam a encolher. E, apesar de tudo, a raça humana lá conseguiu chegar à lua. O resultado de investigações recentes sobre o desenvolvimento do cérebero humano e sobre as suas relações com o saber e a descoberta podem ser lidas
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ENCOLHIMENTO
Quando a cultura dos humanos finalmente começou a produzir arte e tecnologia já os nossos cérebros estavam a encolher. E, apesar de tudo, a raça humana lá conseguiu chegar à lua. O resultado de investigações recentes sobre o desenvolvimento do cérebero humano e sobre as suas relações com o saber e a descoberta podem ser lidas
aqui.
Quando a cultura dos humanos finalmente começou a produzir arte e tecnologia já os nossos cérebros estavam a encolher. E, apesar de tudo, a raça humana lá conseguiu chegar à lua. O resultado de investigações recentes sobre o desenvolvimento do cérebero humano e sobre as suas relações com o saber e a descoberta podem ser lidas
aqui.
A CIÊNCIA DOS INCÊNDIOS
Investigações recentes trazem algumas explicações adicionais sobre situações que favorecem a ocorrência de incêndios, nomeadamente o papel que algumas espécies invasivas que proliferam descontroladamente têm para que algumas regiões fiquem autênticos barris de pólvora. Espreitem este artigo da Scientific American.
Investigações recentes trazem algumas explicações adicionais sobre situações que favorecem a ocorrência de incêndios, nomeadamente o papel que algumas espécies invasivas que proliferam descontroladamente têm para que algumas regiões fiquem autênticos barris de pólvora. Espreitem este artigo da Scientific American.
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A CIÊNCIA DOS INCÊNDIOS
Investigações recentes trazem algumas explicações adicionais sobre situações que favorecem a ocorrência de incêndios, nomeadamente o papel que algumas espécies invasivas que proliferam descontroladamente têm para que algumas regiões fiquem autênticos barris de pólvora. Espreitem este artigo da Scientific American.
Investigações recentes trazem algumas explicações adicionais sobre situações que favorecem a ocorrência de incêndios, nomeadamente o papel que algumas espécies invasivas que proliferam descontroladamente têm para que algumas regiões fiquem autênticos barris de pólvora. Espreitem este artigo da Scientific American.
agosto 11, 2003
QUEREM IR AO MÓNACO?
Que tal um rochedo para fim de férias? - o pretexto é bom, uma das maiores exposições de sempre sobre a vida e obra de Andy Warhol está no Mónaco, no Grimaldi Fórum, com o nome «Super Warhol», até final deste mês. Podem ler tudo sobre a mostra no Libération.
Que tal um rochedo para fim de férias? - o pretexto é bom, uma das maiores exposições de sempre sobre a vida e obra de Andy Warhol está no Mónaco, no Grimaldi Fórum, com o nome «Super Warhol», até final deste mês. Podem ler tudo sobre a mostra no Libération.
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QUEREM IR AO MÓNACO?
Que tal um rochedo para fim de férias? - o pretexto é bom, uma das maiores exposições de sempre sobre a vida e obra de Andy Warhol está no Mónaco, no Grimaldi Fórum, com o nome «Super Warhol», até final deste mês. Podem ler tudo sobre a mostra no Libération.
Que tal um rochedo para fim de férias? - o pretexto é bom, uma das maiores exposições de sempre sobre a vida e obra de Andy Warhol está no Mónaco, no Grimaldi Fórum, com o nome «Super Warhol», até final deste mês. Podem ler tudo sobre a mostra no Libération.
BLUES
There’s only one way for a young man to learn true blues: from older men. This sort of teacher-student relationship is rather common today, or at least it has been since the blues gained such popularity with the seemingly ever-fickle young white audience. One of the most popular of the young blues men is Paul Butterfield. But Butterfield is old hand at the blues, having drunk from the deep well on Chicago’s South Side several years ago. This spring, he and guitarist Michael Bloomfield were reunited with one of their main teachers – singer/guitarist Muddy Waters and pianist Otis Spann. The reunion took place in the Ter-Mar Recording Studio at Chess Records, and for three nights, a rather remarkable recording session rolled from one artistic peak to another. Following the last night, Butterfield, Waters, and, later, Spann discussed the session and the ways they learned the blues. What follows is an edited version of that conversation with Don DeMichael. . Para ler a entrevista, que me deixa cheio de água na boca para o disco que se espara aconteça rápido, podem ir à Down Beat.
There’s only one way for a young man to learn true blues: from older men. This sort of teacher-student relationship is rather common today, or at least it has been since the blues gained such popularity with the seemingly ever-fickle young white audience. One of the most popular of the young blues men is Paul Butterfield. But Butterfield is old hand at the blues, having drunk from the deep well on Chicago’s South Side several years ago. This spring, he and guitarist Michael Bloomfield were reunited with one of their main teachers – singer/guitarist Muddy Waters and pianist Otis Spann. The reunion took place in the Ter-Mar Recording Studio at Chess Records, and for three nights, a rather remarkable recording session rolled from one artistic peak to another. Following the last night, Butterfield, Waters, and, later, Spann discussed the session and the ways they learned the blues. What follows is an edited version of that conversation with Don DeMichael. . Para ler a entrevista, que me deixa cheio de água na boca para o disco que se espara aconteça rápido, podem ir à Down Beat.
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BLUES
There’s only one way for a young man to learn true blues: from older men. This sort of teacher-student relationship is rather common today, or at least it has been since the blues gained such popularity with the seemingly ever-fickle young white audience. One of the most popular of the young blues men is Paul Butterfield. But Butterfield is old hand at the blues, having drunk from the deep well on Chicago’s South Side several years ago. This spring, he and guitarist Michael Bloomfield were reunited with one of their main teachers – singer/guitarist Muddy Waters and pianist Otis Spann. The reunion took place in the Ter-Mar Recording Studio at Chess Records, and for three nights, a rather remarkable recording session rolled from one artistic peak to another. Following the last night, Butterfield, Waters, and, later, Spann discussed the session and the ways they learned the blues. What follows is an edited version of that conversation with Don DeMichael. . Para ler a entrevista, que me deixa cheio de água na boca para o disco que se espara aconteça rápido, podem ir à Down Beat.
There’s only one way for a young man to learn true blues: from older men. This sort of teacher-student relationship is rather common today, or at least it has been since the blues gained such popularity with the seemingly ever-fickle young white audience. One of the most popular of the young blues men is Paul Butterfield. But Butterfield is old hand at the blues, having drunk from the deep well on Chicago’s South Side several years ago. This spring, he and guitarist Michael Bloomfield were reunited with one of their main teachers – singer/guitarist Muddy Waters and pianist Otis Spann. The reunion took place in the Ter-Mar Recording Studio at Chess Records, and for three nights, a rather remarkable recording session rolled from one artistic peak to another. Following the last night, Butterfield, Waters, and, later, Spann discussed the session and the ways they learned the blues. What follows is an edited version of that conversation with Don DeMichael. . Para ler a entrevista, que me deixa cheio de água na boca para o disco que se espara aconteça rápido, podem ir à Down Beat.
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