OS NOVOS TEMPOS NO NEW YORK TIMES
Quais os efeitos pós-Jayson Blair na relação do «New York Times» com os seus leitores e com as suas fontes? Um interessante artigo da Columbia Journalism Review aborda o assunto e levanta algumas questões. E fala com uma série de pessoas que foram vítimas das práticas de Blair e que reflectem sobre a reacção que tiveram e o efeito que isso eteve nas suas actividades.
O que vou escrevendo, entre o Weekend do Jornal de Negócios e os Pensamentos Ociosos no SAPO. E mais umas coisas avulsas...
agosto 11, 2003
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OS NOVOS TEMPOS NO NEW YORK TIMES
Quais os efeitos pós-Jayson Blair na relação do «New York Times» com os seus leitores e com as suas fontes? Um interessante artigo da Columbia Journalism Review aborda o assunto e levanta algumas questões. E fala com uma série de pessoas que foram vítimas das práticas de Blair e que reflectem sobre a reacção que tiveram e o efeito que isso eteve nas suas actividades.
Quais os efeitos pós-Jayson Blair na relação do «New York Times» com os seus leitores e com as suas fontes? Um interessante artigo da Columbia Journalism Review aborda o assunto e levanta algumas questões. E fala com uma série de pessoas que foram vítimas das práticas de Blair e que reflectem sobre a reacção que tiveram e o efeito que isso eteve nas suas actividades.
BRINCADEIRAS
A nova geração de jogos para computador têm grandes orçamentos de desenvolvimento, bons guiões, muitas vezes são melhores que os filmes nos quais se foram basear. Quem o diz, num artigo muito bem informado, é a Wired.
A nova geração de jogos para computador têm grandes orçamentos de desenvolvimento, bons guiões, muitas vezes são melhores que os filmes nos quais se foram basear. Quem o diz, num artigo muito bem informado, é a Wired.
CADERNOS
Parece que a referência à marca de cadernos que se usa para tomar notas está na moda na blogosfera. Passo a esclarecer que há anos tomo notas sempre nos mesmos cadernos, uns de capa preta, formato A5, fabricados pela Ambar sob a referência cad 2512. A papelaria Fernandes também, tem uns iguais. Ora utilizo com folhas lisas, ora quadriculadas. Não vejo razão para mudar. Nem mesmo os moleskins.
Parece que a referência à marca de cadernos que se usa para tomar notas está na moda na blogosfera. Passo a esclarecer que há anos tomo notas sempre nos mesmos cadernos, uns de capa preta, formato A5, fabricados pela Ambar sob a referência cad 2512. A papelaria Fernandes também, tem uns iguais. Ora utilizo com folhas lisas, ora quadriculadas. Não vejo razão para mudar. Nem mesmo os moleskins.
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CADERNOS
Parece que a referência à marca de cadernos que se usa para tomar notas está na moda na blogosfera. Passo a esclarecer que há anos tomo notas sempre nos mesmos cadernos, uns de capa preta, formato A5, fabricados pela Ambar sob a referência cad 2512. A papelaria Fernandes também, tem uns iguais. Ora utilizo com folhas lisas, ora quadriculadas. Não vejo razão para mudar. Nem mesmo os moleskins.
Parece que a referência à marca de cadernos que se usa para tomar notas está na moda na blogosfera. Passo a esclarecer que há anos tomo notas sempre nos mesmos cadernos, uns de capa preta, formato A5, fabricados pela Ambar sob a referência cad 2512. A papelaria Fernandes também, tem uns iguais. Ora utilizo com folhas lisas, ora quadriculadas. Não vejo razão para mudar. Nem mesmo os moleskins.
INTERNACIONAL
Ontem, Domingo, os telejornais das três estações generalistas já íam para lá da hora de duração (continuo a achar isto espantoso) e ainda não tinham tido uma notícia de internacional - minto, a SIC passava umas coisas em rodapé. Ora digam lá, se não queremos saber para nada do que se passa no resto do mundo como havemos nós de avançar?
Ontem, Domingo, os telejornais das três estações generalistas já íam para lá da hora de duração (continuo a achar isto espantoso) e ainda não tinham tido uma notícia de internacional - minto, a SIC passava umas coisas em rodapé. Ora digam lá, se não queremos saber para nada do que se passa no resto do mundo como havemos nós de avançar?
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INTERNACIONAL
Ontem, Domingo, os telejornais das três estações generalistas já íam para lá da hora de duração (continuo a achar isto espantoso) e ainda não tinham tido uma notícia de internacional - minto, a SIC passava umas coisas em rodapé. Ora digam lá, se não queremos saber para nada do que se passa no resto do mundo como havemos nós de avançar?
Ontem, Domingo, os telejornais das três estações generalistas já íam para lá da hora de duração (continuo a achar isto espantoso) e ainda não tinham tido uma notícia de internacional - minto, a SIC passava umas coisas em rodapé. Ora digam lá, se não queremos saber para nada do que se passa no resto do mundo como havemos nós de avançar?
agosto 09, 2003
NOTÍCIAS DE PRIMEIRA PÀGINA:
No «Expresso»: «Protecção Civil ignorou alertas»; «Portugal perde força em Bruxelas»;
No Público: «Relação levou dez dias a enviar recurso de Pedroso para o TC», «Comissária Europeia promete acesso ao fundo de solideriedade»;
No «Diário de Notícias»:«Colpaso ameaça combate a fogos». «Maioria dos processos de abuso sexual não chegam a julgamento»
No «Correio da Manhã»: (processo Casa pia) «Machadada na Acusação»; (Incêncios) «Prejuízos sobem a mil milhões»
No «El Pais» Duas notícias de Espanha, uma do Iraque e outra da África do Sul
No «Le Monde»: Uma notícia francesa, uma do Iraque, outra da África do Sul e outra dos Estados Unidos;
No »La Vanguardia»: Três notícias de Espanha, uma de Itália, outra do Iraque.
Percebem o que quero dizer com isto de sermos especialistas em olhar para o umbigo?
No «Expresso»: «Protecção Civil ignorou alertas»; «Portugal perde força em Bruxelas»;
No Público: «Relação levou dez dias a enviar recurso de Pedroso para o TC», «Comissária Europeia promete acesso ao fundo de solideriedade»;
No «Diário de Notícias»:«Colpaso ameaça combate a fogos». «Maioria dos processos de abuso sexual não chegam a julgamento»
No «Correio da Manhã»: (processo Casa pia) «Machadada na Acusação»; (Incêncios) «Prejuízos sobem a mil milhões»
No «El Pais» Duas notícias de Espanha, uma do Iraque e outra da África do Sul
No «Le Monde»: Uma notícia francesa, uma do Iraque, outra da África do Sul e outra dos Estados Unidos;
No »La Vanguardia»: Três notícias de Espanha, uma de Itália, outra do Iraque.
Percebem o que quero dizer com isto de sermos especialistas em olhar para o umbigo?
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NOTÍCIAS DE PRIMEIRA PÀGINA:
No «Expresso»: «Protecção Civil ignorou alertas»; «Portugal perde força em Bruxelas»;
No Público: «Relação levou dez dias a enviar recurso de Pedroso para o TC», «Comissária Europeia promete acesso ao fundo de solideriedade»;
No «Diário de Notícias»:«Colpaso ameaça combate a fogos». «Maioria dos processos de abuso sexual não chegam a julgamento»
No «Correio da Manhã»: (processo Casa pia) «Machadada na Acusação»; (Incêncios) «Prejuízos sobem a mil milhões»
No «El Pais» Duas notícias de Espanha, uma do Iraque e outra da África do Sul
No «Le Monde»: Uma notícia francesa, uma do Iraque, outra da África do Sul e outra dos Estados Unidos;
No »La Vanguardia»: Três notícias de Espanha, uma de Itália, outra do Iraque.
Percebem o que quero dizer com isto de sermos especialistas em olhar para o umbigo?
No «Expresso»: «Protecção Civil ignorou alertas»; «Portugal perde força em Bruxelas»;
No Público: «Relação levou dez dias a enviar recurso de Pedroso para o TC», «Comissária Europeia promete acesso ao fundo de solideriedade»;
No «Diário de Notícias»:«Colpaso ameaça combate a fogos». «Maioria dos processos de abuso sexual não chegam a julgamento»
No «Correio da Manhã»: (processo Casa pia) «Machadada na Acusação»; (Incêncios) «Prejuízos sobem a mil milhões»
No «El Pais» Duas notícias de Espanha, uma do Iraque e outra da África do Sul
No «Le Monde»: Uma notícia francesa, uma do Iraque, outra da África do Sul e outra dos Estados Unidos;
No »La Vanguardia»: Três notícias de Espanha, uma de Itália, outra do Iraque.
Percebem o que quero dizer com isto de sermos especialistas em olhar para o umbigo?
NOTICIÁRIO
Uma das coisas que sempre me irritou um pouco é o facto de a generalidade dos media portugueses se contentarem com o que se passa aqui no rectângulo, e, de preferência, com o que acontece em Lisboa e no Porto. Açores e Madeira em geral ficam relegados para calamidades ou arraial político e o interior do país lá surge em momento de desgraça, como nesta leva de incêndios. Dos países africanos de língua portuguesa apenas se sabe de alguma coisa quando há mortes ou golpe de estado. Do resto do mundo, apenas atentados terroristas e catástrofes naturais nos chegam. Essa coisa muito elementar que devia ser a essência do jornalismo - que é reportar, contar o que acontece - deixou de surgir, por via de regra. Aparentemente o critério é o mesmo de uma boa rubrica humorística: «O Homem Que Mordeu O Cão»: ou seja, só interessa o insólito, o invulgar, o não natural, a má notícia, a desgraça. Já repararam que hoje em dia nos nossos media não existe lugar para boas notícias? Esta perversão da realidade, este afastamento de tantos temas e assuntos, leva a que a tendência provinciana latente em Portugal (pelo menos desde o tempo em que Eça de Queiroz a caracterizou) prossiga galopante. Fechados no rectângulo, desinteressamo-nos do que se passa no quotidiano dos outros países, das descobertas, das investigações, das criações. Sobressaltamo-nos com os dramas, somos indiferentes à vida. Um pouco estranho, não é?
Uma das coisas que sempre me irritou um pouco é o facto de a generalidade dos media portugueses se contentarem com o que se passa aqui no rectângulo, e, de preferência, com o que acontece em Lisboa e no Porto. Açores e Madeira em geral ficam relegados para calamidades ou arraial político e o interior do país lá surge em momento de desgraça, como nesta leva de incêndios. Dos países africanos de língua portuguesa apenas se sabe de alguma coisa quando há mortes ou golpe de estado. Do resto do mundo, apenas atentados terroristas e catástrofes naturais nos chegam. Essa coisa muito elementar que devia ser a essência do jornalismo - que é reportar, contar o que acontece - deixou de surgir, por via de regra. Aparentemente o critério é o mesmo de uma boa rubrica humorística: «O Homem Que Mordeu O Cão»: ou seja, só interessa o insólito, o invulgar, o não natural, a má notícia, a desgraça. Já repararam que hoje em dia nos nossos media não existe lugar para boas notícias? Esta perversão da realidade, este afastamento de tantos temas e assuntos, leva a que a tendência provinciana latente em Portugal (pelo menos desde o tempo em que Eça de Queiroz a caracterizou) prossiga galopante. Fechados no rectângulo, desinteressamo-nos do que se passa no quotidiano dos outros países, das descobertas, das investigações, das criações. Sobressaltamo-nos com os dramas, somos indiferentes à vida. Um pouco estranho, não é?
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NOTICIÁRIO
Uma das coisas que sempre me irritou um pouco é o facto de a generalidade dos media portugueses se contentarem com o que se passa aqui no rectângulo, e, de preferência, com o que acontece em Lisboa e no Porto. Açores e Madeira em geral ficam relegados para calamidades ou arraial político e o interior do país lá surge em momento de desgraça, como nesta leva de incêndios. Dos países africanos de língua portuguesa apenas se sabe de alguma coisa quando há mortes ou golpe de estado. Do resto do mundo, apenas atentados terroristas e catástrofes naturais nos chegam. Essa coisa muito elementar que devia ser a essência do jornalismo - que é reportar, contar o que acontece - deixou de surgir, por via de regra. Aparentemente o critério é o mesmo de uma boa rubrica humorística: «O Homem Que Mordeu O Cão»: ou seja, só interessa o insólito, o invulgar, o não natural, a má notícia, a desgraça. Já repararam que hoje em dia nos nossos media não existe lugar para boas notícias? Esta perversão da realidade, este afastamento de tantos temas e assuntos, leva a que a tendência provinciana latente em Portugal (pelo menos desde o tempo em que Eça de Queiroz a caracterizou) prossiga galopante. Fechados no rectângulo, desinteressamo-nos do que se passa no quotidiano dos outros países, das descobertas, das investigações, das criações. Sobressaltamo-nos com os dramas, somos indiferentes à vida. Um pouco estranho, não é?
Uma das coisas que sempre me irritou um pouco é o facto de a generalidade dos media portugueses se contentarem com o que se passa aqui no rectângulo, e, de preferência, com o que acontece em Lisboa e no Porto. Açores e Madeira em geral ficam relegados para calamidades ou arraial político e o interior do país lá surge em momento de desgraça, como nesta leva de incêndios. Dos países africanos de língua portuguesa apenas se sabe de alguma coisa quando há mortes ou golpe de estado. Do resto do mundo, apenas atentados terroristas e catástrofes naturais nos chegam. Essa coisa muito elementar que devia ser a essência do jornalismo - que é reportar, contar o que acontece - deixou de surgir, por via de regra. Aparentemente o critério é o mesmo de uma boa rubrica humorística: «O Homem Que Mordeu O Cão»: ou seja, só interessa o insólito, o invulgar, o não natural, a má notícia, a desgraça. Já repararam que hoje em dia nos nossos media não existe lugar para boas notícias? Esta perversão da realidade, este afastamento de tantos temas e assuntos, leva a que a tendência provinciana latente em Portugal (pelo menos desde o tempo em que Eça de Queiroz a caracterizou) prossiga galopante. Fechados no rectângulo, desinteressamo-nos do que se passa no quotidiano dos outros países, das descobertas, das investigações, das criações. Sobressaltamo-nos com os dramas, somos indiferentes à vida. Um pouco estranho, não é?
agosto 08, 2003
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EXPRESSÕES QUE ME IRRITAM
Há sempre quem não tendo nada para dizer opte por utilizar inutilidades verbais que não servem para nada a não ser para não ficar calado - que no entanto é o melhor estado natural do ser humano.
Exemplos:
- A sério?
- Jura!
- Parece impossível
Há sempre quem não tendo nada para dizer opte por utilizar inutilidades verbais que não servem para nada a não ser para não ficar calado - que no entanto é o melhor estado natural do ser humano.
Exemplos:
- A sério?
- Jura!
- Parece impossível
O OUTRO FLAGELO
Todos os anos há dois flagelos que assolam o país: os fogos no Verão e o chavascal da caça no Outono. Hoje de manhã já ouvi representantes dos bandos armados que se deslocam pelo país a partir da abertura da caça a protestar contra o anúncio da intenção do Governo em, por causa da devastação florestal e do habitat natural causada pelos incêndios, criar algumas limitações e restrições ao tiroteio. Não é extraordinário?
Todos os anos há dois flagelos que assolam o país: os fogos no Verão e o chavascal da caça no Outono. Hoje de manhã já ouvi representantes dos bandos armados que se deslocam pelo país a partir da abertura da caça a protestar contra o anúncio da intenção do Governo em, por causa da devastação florestal e do habitat natural causada pelos incêndios, criar algumas limitações e restrições ao tiroteio. Não é extraordinário?
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O OUTRO FLAGELO
Todos os anos há dois flagelos que assolam o país: os fogos no Verão e o chavascal da caça no Outono. Hoje de manhã já ouvi representantes dos bandos armados que se deslocam pelo país a partir da abertura da caça a protestar contra o anúncio da intenção do Governo em, por causa da devastação florestal e do habitat natural causada pelos incêndios, criar algumas limitações e restrições ao tiroteio. Não é extraordinário?
Todos os anos há dois flagelos que assolam o país: os fogos no Verão e o chavascal da caça no Outono. Hoje de manhã já ouvi representantes dos bandos armados que se deslocam pelo país a partir da abertura da caça a protestar contra o anúncio da intenção do Governo em, por causa da devastação florestal e do habitat natural causada pelos incêndios, criar algumas limitações e restrições ao tiroteio. Não é extraordinário?
HOJE, EM PAPEL
Hoje a Esquina tem a sua versão impressa e regressou às suas
RECOMENDAÇÕES:
Para hoje: Exposição comemorativa dos 150 anos do selo de correio em Portugal, na Biblioteca Nacional;
Para amanhã: As Máquinas de Leonardo (da Vinci), Palácio Nacional de Sintra;
Para depois de amanhã: O que me apetecia mesmo era apanhar fresco. Será possível?
Para sempre: Um clássico de Wes Montgomery, descoberto a bom preço na FNAC, «Tequila», com arranjos de Claus Ogerman, uma gravação original de 1966, numa cuidada edição que mostra todo o talento da guitarra de Montgomery a revisitar temas de origens diversas – desde tradicionais populares ao jazz.
Hoje a Esquina tem a sua versão impressa e regressou às suas
RECOMENDAÇÕES:
Para hoje: Exposição comemorativa dos 150 anos do selo de correio em Portugal, na Biblioteca Nacional;
Para amanhã: As Máquinas de Leonardo (da Vinci), Palácio Nacional de Sintra;
Para depois de amanhã: O que me apetecia mesmo era apanhar fresco. Será possível?
Para sempre: Um clássico de Wes Montgomery, descoberto a bom preço na FNAC, «Tequila», com arranjos de Claus Ogerman, uma gravação original de 1966, numa cuidada edição que mostra todo o talento da guitarra de Montgomery a revisitar temas de origens diversas – desde tradicionais populares ao jazz.
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HOJE, EM PAPEL
Hoje a Esquina tem a sua versão impressa e regressou às suas
RECOMENDAÇÕES:
Para hoje: Exposição comemorativa dos 150 anos do selo de correio em Portugal, na Biblioteca Nacional;
Para amanhã: As Máquinas de Leonardo (da Vinci), Palácio Nacional de Sintra;
Para depois de amanhã: O que me apetecia mesmo era apanhar fresco. Será possível?
Para sempre: Um clássico de Wes Montgomery, descoberto a bom preço na FNAC, «Tequila», com arranjos de Claus Ogerman, uma gravação original de 1966, numa cuidada edição que mostra todo o talento da guitarra de Montgomery a revisitar temas de origens diversas – desde tradicionais populares ao jazz.
Hoje a Esquina tem a sua versão impressa e regressou às suas
RECOMENDAÇÕES:
Para hoje: Exposição comemorativa dos 150 anos do selo de correio em Portugal, na Biblioteca Nacional;
Para amanhã: As Máquinas de Leonardo (da Vinci), Palácio Nacional de Sintra;
Para depois de amanhã: O que me apetecia mesmo era apanhar fresco. Será possível?
Para sempre: Um clássico de Wes Montgomery, descoberto a bom preço na FNAC, «Tequila», com arranjos de Claus Ogerman, uma gravação original de 1966, numa cuidada edição que mostra todo o talento da guitarra de Montgomery a revisitar temas de origens diversas – desde tradicionais populares ao jazz.
agosto 07, 2003
CALOR
Ora aqui está um artigo como deve ser, com um belo mapa sobre as temperaturas em diferentes países da Europa e com acertadas opiniões de um médico sobre a reacção do corpo humano à canícula. que deve andar por aí até sábado. Detalhes no Libération e um outro artigo do mesmo jornal sobre as causas e efeitos da onda de calor em França pode ser lido aqui.
Ora aqui está um artigo como deve ser, com um belo mapa sobre as temperaturas em diferentes países da Europa e com acertadas opiniões de um médico sobre a reacção do corpo humano à canícula. que deve andar por aí até sábado. Detalhes no Libération e um outro artigo do mesmo jornal sobre as causas e efeitos da onda de calor em França pode ser lido aqui.
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CALOR
Ora aqui está um artigo como deve ser, com um belo mapa sobre as temperaturas em diferentes países da Europa e com acertadas opiniões de um médico sobre a reacção do corpo humano à canícula. que deve andar por aí até sábado. Detalhes no Libération e um outro artigo do mesmo jornal sobre as causas e efeitos da onda de calor em França pode ser lido aqui.
Ora aqui está um artigo como deve ser, com um belo mapa sobre as temperaturas em diferentes países da Europa e com acertadas opiniões de um médico sobre a reacção do corpo humano à canícula. que deve andar por aí até sábado. Detalhes no Libération e um outro artigo do mesmo jornal sobre as causas e efeitos da onda de calor em França pode ser lido aqui.
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