DEMOCRACIA ELECTRÓNICA
Os Australianos parecem estar na vanguarda da utilização da votação electrónica, reporta a Wired. Excertos:While critics in the United States grow more concerned each day about the insecurity of electronic voting machines, Australians designed a system two years ago that addressed and eased most of those concerns: They chose to make the software running their system completely open to public scrutiny.
Although a private Australian company designed the system, it was based on specifications set by independent election officials, who posted the code on the Internet for all to see and evaluate. What's more, it was accomplished from concept to product in six months. It went through a trial run in a state election in 2001.
O que vou escrevendo, entre o Weekend do Jornal de Negócios e os Pensamentos Ociosos no SAPO. E mais umas coisas avulsas...
novembro 04, 2003
Untitled
DEMOCRACIA ELECTRÓNICA
Os Australianos parecem estar na vanguarda da utilização da votação electrónica, reporta a Wired. Excertos:While critics in the United States grow more concerned each day about the insecurity of electronic voting machines, Australians designed a system two years ago that addressed and eased most of those concerns: They chose to make the software running their system completely open to public scrutiny.
Although a private Australian company designed the system, it was based on specifications set by independent election officials, who posted the code on the Internet for all to see and evaluate. What's more, it was accomplished from concept to product in six months. It went through a trial run in a state election in 2001.
Os Australianos parecem estar na vanguarda da utilização da votação electrónica, reporta a Wired. Excertos:While critics in the United States grow more concerned each day about the insecurity of electronic voting machines, Australians designed a system two years ago that addressed and eased most of those concerns: They chose to make the software running their system completely open to public scrutiny.
Although a private Australian company designed the system, it was based on specifications set by independent election officials, who posted the code on the Internet for all to see and evaluate. What's more, it was accomplished from concept to product in six months. It went through a trial run in a state election in 2001.
novembro 03, 2003
Untitled
FALAR
Do episódio de ontem de «Sex In The City» (citado de memória) : sabemos que se trata de uma relação quando se fala mais de sentimentos do que se faz sexo.
Do episódio de ontem de «Sex In The City» (citado de memória) : sabemos que se trata de uma relação quando se fala mais de sentimentos do que se faz sexo.
novembro 02, 2003
outubro 31, 2003
O NOME
O nome por trás destes diários é o de João Pereira Coutinho. Descubram o que escreve e percebam porque fazia falta poder lê-lo.
O nome por trás destes diários é o de João Pereira Coutinho. Descubram o que escreve e percebam porque fazia falta poder lê-lo.
FINALMENTE
Aí está finalmente o diário que todos queríamos ler. Não percam os links nas colunas laterais. É da melhor leitura que podem encontrar por aí. E não é nada absurda.
Aí está finalmente o diário que todos queríamos ler. Não percam os links nas colunas laterais. É da melhor leitura que podem encontrar por aí. E não é nada absurda.
A ESQUINA IMPRESSA
Como hoje é sexta, a Esquina tem edição no Jornal de Negócios. Excertos:
A justiça e a política são por si só, isoladamente ou em conjunto, os dois maiores factores de risco e desconfiança na sociedade portuguesa. Quando acontece uma coisa destas – que muitos cidadãos desconfiem da política e dos políticos e da justiça e dos magistrados e advogados – caminhamos perigosamente para o descrédito total em dois pilares básicos da sociedade: a participação cívica e o respeito pela Lei. Muito mais que os indicadores de conjuntura económica é isto que me preocupa seriamente.
Agora há muita politiquice e muito comentador mas falta debate político, faltam programas de frente a frente – só a SIC Notícias os tem hoje em dia no universo da televisão. Os debates foram substituídos por comentadores a solo e não tenho a certeza que o público ganhe com isso. De uma assentada só desapareceu o «Flashback» da TSF e o debate Santana Lopes- Sócrates da RTP. Por muitos problemas formais que estes formatos pudessem ter fazem falta espaços de troca de ideias, de confronto saudável, de picardia. Eu gosto de ouvir discutir, argumentar, contra-atacar e não estou certo que os monólogos sejam a melhor solução a médio prazo. Uma coisa é certa: o confronto de opiniões já perdeu. Provavelmente o confronto devia ser fora do espaço dos jornais, devia ser produzido de forma diferente, devia ser mais focado na discussão que no mero comentário, mas é inegável que da forma como as coisas estão a evoluir é o interesse pela coisa política que fica a perder.
Como hoje é sexta, a Esquina tem edição no Jornal de Negócios. Excertos:
A justiça e a política são por si só, isoladamente ou em conjunto, os dois maiores factores de risco e desconfiança na sociedade portuguesa. Quando acontece uma coisa destas – que muitos cidadãos desconfiem da política e dos políticos e da justiça e dos magistrados e advogados – caminhamos perigosamente para o descrédito total em dois pilares básicos da sociedade: a participação cívica e o respeito pela Lei. Muito mais que os indicadores de conjuntura económica é isto que me preocupa seriamente.
Agora há muita politiquice e muito comentador mas falta debate político, faltam programas de frente a frente – só a SIC Notícias os tem hoje em dia no universo da televisão. Os debates foram substituídos por comentadores a solo e não tenho a certeza que o público ganhe com isso. De uma assentada só desapareceu o «Flashback» da TSF e o debate Santana Lopes- Sócrates da RTP. Por muitos problemas formais que estes formatos pudessem ter fazem falta espaços de troca de ideias, de confronto saudável, de picardia. Eu gosto de ouvir discutir, argumentar, contra-atacar e não estou certo que os monólogos sejam a melhor solução a médio prazo. Uma coisa é certa: o confronto de opiniões já perdeu. Provavelmente o confronto devia ser fora do espaço dos jornais, devia ser produzido de forma diferente, devia ser mais focado na discussão que no mero comentário, mas é inegável que da forma como as coisas estão a evoluir é o interesse pela coisa política que fica a perder.
Untitled
A ESQUINA IMPRESSA
Como hoje é sexta, a Esquina tem edição no Jornal de Negócios. Excertos:
A justiça e a política são por si só, isoladamente ou em conjunto, os dois maiores factores de risco e desconfiança na sociedade portuguesa. Quando acontece uma coisa destas – que muitos cidadãos desconfiem da política e dos políticos e da justiça e dos magistrados e advogados – caminhamos perigosamente para o descrédito total em dois pilares básicos da sociedade: a participação cívica e o respeito pela Lei. Muito mais que os indicadores de conjuntura económica é isto que me preocupa seriamente.
Agora há muita politiquice e muito comentador mas falta debate político, faltam programas de frente a frente – só a SIC Notícias os tem hoje em dia no universo da televisão. Os debates foram substituídos por comentadores a solo e não tenho a certeza que o público ganhe com isso. De uma assentada só desapareceu o «Flashback» da TSF e o debate Santana Lopes- Sócrates da RTP. Por muitos problemas formais que estes formatos pudessem ter fazem falta espaços de troca de ideias, de confronto saudável, de picardia. Eu gosto de ouvir discutir, argumentar, contra-atacar e não estou certo que os monólogos sejam a melhor solução a médio prazo. Uma coisa é certa: o confronto de opiniões já perdeu. Provavelmente o confronto devia ser fora do espaço dos jornais, devia ser produzido de forma diferente, devia ser mais focado na discussão que no mero comentário, mas é inegável que da forma como as coisas estão a evoluir é o interesse pela coisa política que fica a perder.
Como hoje é sexta, a Esquina tem edição no Jornal de Negócios. Excertos:
A justiça e a política são por si só, isoladamente ou em conjunto, os dois maiores factores de risco e desconfiança na sociedade portuguesa. Quando acontece uma coisa destas – que muitos cidadãos desconfiem da política e dos políticos e da justiça e dos magistrados e advogados – caminhamos perigosamente para o descrédito total em dois pilares básicos da sociedade: a participação cívica e o respeito pela Lei. Muito mais que os indicadores de conjuntura económica é isto que me preocupa seriamente.
Agora há muita politiquice e muito comentador mas falta debate político, faltam programas de frente a frente – só a SIC Notícias os tem hoje em dia no universo da televisão. Os debates foram substituídos por comentadores a solo e não tenho a certeza que o público ganhe com isso. De uma assentada só desapareceu o «Flashback» da TSF e o debate Santana Lopes- Sócrates da RTP. Por muitos problemas formais que estes formatos pudessem ter fazem falta espaços de troca de ideias, de confronto saudável, de picardia. Eu gosto de ouvir discutir, argumentar, contra-atacar e não estou certo que os monólogos sejam a melhor solução a médio prazo. Uma coisa é certa: o confronto de opiniões já perdeu. Provavelmente o confronto devia ser fora do espaço dos jornais, devia ser produzido de forma diferente, devia ser mais focado na discussão que no mero comentário, mas é inegável que da forma como as coisas estão a evoluir é o interesse pela coisa política que fica a perder.
TRABALHO
Há duas circunstâncias em que as pessoas se revelam, para o bem e para o mal: em viagens, onde rapidamente os defeitos e as qualidades saltam ao de cima; e no trabalho, onde o processo é mais lento, mas acaba por se estabelecer. No trabalho percebe-se bem a noção que têm do funcionamento as diversas pessoas. Basicamente há aquelas que se preocupam em avançar, pensar na melhor forma de fazer as coisas, de ultrapassar obstáculos e de atingir objectivos; e há os que vivem na permanente busca de problemas, os que gostam de dificultar, os que dizem não só porque dizer não é a única coisa que sabem fazer bem na vida.
Nos últimos meses encontrei dos dois e tive o gosto de descobrir novas pessoas que são cruciais no avanço dos projectos, que se empenham em encontrar soluções, que mobilizam equipas; claro que também encontrei o verso desta moeda: os que se agarram ao passado, os que não querem mudar e - pior - não querem deixar as organizações mudarem e melhorarem.
O mais curioso de tudo é que até fora das organizações estas pessoas dão nas vistas e são apontadas a dedo. É bom que assim seja.
Há duas circunstâncias em que as pessoas se revelam, para o bem e para o mal: em viagens, onde rapidamente os defeitos e as qualidades saltam ao de cima; e no trabalho, onde o processo é mais lento, mas acaba por se estabelecer. No trabalho percebe-se bem a noção que têm do funcionamento as diversas pessoas. Basicamente há aquelas que se preocupam em avançar, pensar na melhor forma de fazer as coisas, de ultrapassar obstáculos e de atingir objectivos; e há os que vivem na permanente busca de problemas, os que gostam de dificultar, os que dizem não só porque dizer não é a única coisa que sabem fazer bem na vida.
Nos últimos meses encontrei dos dois e tive o gosto de descobrir novas pessoas que são cruciais no avanço dos projectos, que se empenham em encontrar soluções, que mobilizam equipas; claro que também encontrei o verso desta moeda: os que se agarram ao passado, os que não querem mudar e - pior - não querem deixar as organizações mudarem e melhorarem.
O mais curioso de tudo é que até fora das organizações estas pessoas dão nas vistas e são apontadas a dedo. É bom que assim seja.
Untitled
TRABALHO
Há duas circunstâncias em que as pessoas se revelam, para o bem e para o mal: em viagens, onde rapidamente os defeitos e as qualidades saltam ao de cima; e no trabalho, onde o processo é mais lento, mas acaba por se estabelecer. No trabalho percebe-se bem a noção que têm do funcionamento as diversas pessoas. Basicamente há aquelas que se preocupam em avançar, pensar na melhor forma de fazer as coisas, de ultrapassar obstáculos e de atingir objectivos; e há os que vivem na permanente busca de problemas, os que gostam de dificultar, os que dizem não só porque dizer não é a única coisa que sabem fazer bem na vida.
Nos últimos meses encontrei dos dois e tive o gosto de descobrir novas pessoas que são cruciais no avanço dos projectos, que se empenham em encontrar soluções, que mobilizam equipas; claro que também encontrei o verso desta moeda: os que se agarram ao passado, os que não querem mudar e - pior - não querem deixar as organizações mudarem e melhorarem.
O mais curioso de tudo é que até fora das organizações estas pessoas dão nas vistas e são apontadas a dedo. É bom que assim seja.
Há duas circunstâncias em que as pessoas se revelam, para o bem e para o mal: em viagens, onde rapidamente os defeitos e as qualidades saltam ao de cima; e no trabalho, onde o processo é mais lento, mas acaba por se estabelecer. No trabalho percebe-se bem a noção que têm do funcionamento as diversas pessoas. Basicamente há aquelas que se preocupam em avançar, pensar na melhor forma de fazer as coisas, de ultrapassar obstáculos e de atingir objectivos; e há os que vivem na permanente busca de problemas, os que gostam de dificultar, os que dizem não só porque dizer não é a única coisa que sabem fazer bem na vida.
Nos últimos meses encontrei dos dois e tive o gosto de descobrir novas pessoas que são cruciais no avanço dos projectos, que se empenham em encontrar soluções, que mobilizam equipas; claro que também encontrei o verso desta moeda: os que se agarram ao passado, os que não querem mudar e - pior - não querem deixar as organizações mudarem e melhorarem.
O mais curioso de tudo é que até fora das organizações estas pessoas dão nas vistas e são apontadas a dedo. É bom que assim seja.
VENTO
A ventania é das coisas que mais detesto. Vivo bem com o frio, volta e meia acho graça à chuva, não gosto demasiado do calor, mas a ventania deixa-me completamente irritado. Se misturarmos o vento com a chuva, então estraga-se tudo. A noite passada foi horrível - adormeço bem com o barulho da chuva, mesmo as trovoadas não me incomodam, mas a a ventania pura e simplesmente não me deixa dormir. Uma seca portanto.
A ventania é das coisas que mais detesto. Vivo bem com o frio, volta e meia acho graça à chuva, não gosto demasiado do calor, mas a ventania deixa-me completamente irritado. Se misturarmos o vento com a chuva, então estraga-se tudo. A noite passada foi horrível - adormeço bem com o barulho da chuva, mesmo as trovoadas não me incomodam, mas a a ventania pura e simplesmente não me deixa dormir. Uma seca portanto.
Untitled
VENTO
A ventania é das coisas que mais detesto. Vivo bem com o frio, volta e meia acho graça à chuva, não gosto demasiado do calor, mas a ventania deixa-me completamente irritado. Se misturarmos o vento com a chuva, então estraga-se tudo. A noite passada foi horrível - adormeço bem com o barulho da chuva, mesmo as trovoadas não me incomodam, mas a a ventania pura e simplesmente não me deixa dormir. Uma seca portanto.
A ventania é das coisas que mais detesto. Vivo bem com o frio, volta e meia acho graça à chuva, não gosto demasiado do calor, mas a ventania deixa-me completamente irritado. Se misturarmos o vento com a chuva, então estraga-se tudo. A noite passada foi horrível - adormeço bem com o barulho da chuva, mesmo as trovoadas não me incomodam, mas a a ventania pura e simplesmente não me deixa dormir. Uma seca portanto.
outubro 29, 2003
A ENTREVISTA
O tema do dia é a entrevista do Alberto Gonçalves ao João Pereira Coutinho no Homem A Dias .
O tema do dia é a entrevista do Alberto Gonçalves ao João Pereira Coutinho no Homem A Dias .
Untitled
A ENTREVISTA
O tema do dia é a entrevista do Alberto Gonçalves ao João Pereira Coutinho no Homem A Dias .
O tema do dia é a entrevista do Alberto Gonçalves ao João Pereira Coutinho no Homem A Dias .
Subscrever:
Mensagens (Atom)